Coleção pessoal de LarissaSS
Repórter: Você ficaria com alguém sem braço ou sem perna?
Katy Perry: Claro, já fiquei até com gente sem coração.
Essa noite fui fechar os olhos para dormir e danei a pensar em você. Em mim. Em nós. Criei cenas, diálogos, momentos, e em meio a esses pensamentos me peguei rindo atoa de toda a situação. Foi realmente muito bobo, mas ao mesmo tempo tão incrível. Foram apenas alguns minutos pensando, sonhando e sentindo aquela sensação de ter ido aos céus e agarrado a nuvem mais macia de todas, a ponto de não querer soltá-la nunca mais. Na verdade eu não queria acordar não, porque para acordar eu precisava te perder, e se eu te perdesse, eu me perdia. Foi quando despertei e fiquei triste outra vez.
Eu não preciso de você nem para andar e nem para ser feliz, mas como seria bom andar e ser feliz ao seu lado.
“Não sei o que estou sentindo. Não sei se é amor. Não sei se é angustia. Não sei nem se estou sentindo. Só sei que dói, e não é pouco. É dor o suficiente para me fazer chorar todas as noites. Qualquer coisa me faz entrar em uma nostalgia intensa e incontrolável. Só quero entender o que está se passando comigo. […] Ou é um turbilhão de sentimentos, ou não é nenhum. Ou talvez a dúvida deles me deixe assim, confuso. Quero desabafar, mas ao mesmo tempo, não sei o que falar. Tenho medo disso tudo se transformar em remorso. Não quero coisas ruins dentro de mim, mas é o que as pessoas causam com a gente aos poucos. Preciso de uma luz aqui dentro, que me ajude a compreender no que estou me tornando depois de muito rancor acumulado.
Odeio o modo como você mexe em seus cabelos e reclama que eles estão uma baderna. Odeio o modo como fala comigo de modo despercebido e desligado. Odeio o modo como você finge não me notar, ou até mesmo me ignora quando o assunto acaba. Odeio te sentir tão perto, quando, na verdade, você está longe demais. Odeio querer te abraçar, dormir e acordar abraçando um bicho de pelúcia ou meu travesseiro, imaginando ser você. Odeio quando você aparece em meus sonhos, pois quando acordo sorrindo e não te vejo aqui, a tristeza diz “olá”, e tudo perde a cor. Odeio quando você fala de como foi seu dia mas esquece de perguntar como foi o meu, ou não demonstra interesse sobre as coisas que eu falo. Odeio os seus vícios, que fazem com que eu me vicie mais em você. Odeio sentir sua falta e saber que você não sente a minha. Odeio sentir ciúmes de você. Odeio o modo como você me ilude e depois me esquece. Odeio quando me sinto um peso na sua vida. Odeio tanta coisa, sabe? Mas, eu odeio, principalmente, não conseguir te odiar, nem por um instante sequer…
Sofro em silêncio, amo em silêncio, desabo em silêncio, sinto saudade em silêncio… Se quiser me decifrar, é preciso interpretar aquilo que eu não digo.
(tosse tosse)
— Saúde.
— Só se fala saúde quando espirra.
— Também só se deveria falar “Eu te amo” quando ama. Mas ninguém segue a regra a risco, não é mesmo?
“Há pessoas que não precisam ser bonitas para serem encantadoras, existem as que encantam pelo jeito, pela voz, pelo toque, pela forma que são com você. Bonito mesmo é quem encanta a alma e não aos olhos.”
Eu odeio o sorriso dele. Odeio a boca dele. Odeio o jeito dele. Odeio o abraço. O cabelo. Os olhos. O seu carinho. Sua birra. Seu bico. Eu o odeio por completo. Tudinho nele. Mas.. Já ouviu dizer que amor e ódio andam lado a lado? Pois é, eu odeio tudo isso, porque amo cada detalhe disso tudo.
Fácil é abraçar, apertar as mãos, beijar de olhos fechados.
Difícil é sentir a energia que é transmitida.
Aquela que toma conta do corpo como uma corrente elétrica quando tocamos a pessoa certa.
Ele pode estar olhando as suas fotos. Neste exato momento. Porque não? Passou-se muito tempo. Detalhes se perderam. E daí? Pode ser que ele faça todas as coisas que você faz. Escondida. Sem deixar rastro nem pistas. Talvez ele faça aquela cara de dengoso e sinta saudade do quanto você gostava disso. Ou percorra trajetos que eram seus, na tentativa de não deixar que você se disperse das lembranças. As boas. Por escolha ou fatalidade, pouco importa, ele pode pensar em você. Todos os dias. E ainda assim preferir o silêncio. Ele pode reler seus bilhetes, procurar o seu cheiro em outros cheiros. Ele pode ouvir as suas músicas, procurar a sua voz em outras vozes. Quem nos faz falta acerta o coração como um vento súbito que entra pela janela aberta. Não há escape. Talvez ele perceba que você faz falta. E diferença. De alguma forma, numa noite fria. Você não sabe. Ele pode ser o cara com quem passará aquele tão sonhado inverno em Paris. Talvez ele volte. Você confia nele? Ou não.
Você pensou que ele era diferente. Aliás, tem pensado que muita gente é diferente nos últimos tempos. Não há tanta gente diferente assim.
O tempo passou e eu mudei. Mudei porque amadureci, porque passei por tantas diversões e experiências, que consegui aprender com meus próprios erros.
