Coleção pessoal de LarissaSS

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O insucesso é apenas uma oportunidade para recomeçar com mais inteligência.

Um leitor vive mil vidas antes de morrer. O homem que nunca lê vive apenas uma.

E aí você percebe que não sabe mais dizer se está bem ou mal, diz apenas que as coisas "estão indo". Porque é isso que as coisas fazem, elas vão. Elas precisam ir.

É realmente incrível até que ponto os seres humanos podem ir para adaptar as situações à sua concepção de realidade.
(Percy Jackson e os Olimpianos)

Tá vendo?
Veja só que saco que é um homem sensível que fica explicando, todo magoadinho porque uma mulher diz com todas as letras aquilo que acha deles. E de forma geral, não foi nem específico!
E é um equívoco quando você usa o plural. Não, não é todo homem sensível que despreza uma mulher como eu. Ao contrário, eu atraio esse tipo de homem aos montes porque sou o complemento, o aspecto masculino, o espelho. É por isso que eu também atraio esse tipo de homem. Para que me adoce, para que me amoleça, para que eu aprenda a aceitar a ternura e a delicadeza. O que me irrita em vocês é a melosidade, o chororô sem fim, a autopiedade e principalmente essa mania chatérima de dar importância demais a besteiras, como, por exemplo, esse texto aqui.
Óbvio que vocês tem qualidades. Óbvio que tem gente que curte.
Óbvio que eu já entendi porque eu atraio tantos homens desse perfil.
O que eu ainda não entendi é porque eles, mesmo sabendo que eu não aguento esse lero-lero, continuam me dando trela.

É muito fácil querer o outro quando estamos sozinhos e nos sentimos carentes. É muito fácil amar o outro na mesa de bar, alterado pelo álcool, feliz da vida num sábado. É muito fácil achar que o outro é tudo o que queremos quando estamos muito bem ou muito mal com a gente mesmo. Difícil é amar o outro quando se está entediado, impaciente, acomodado ou no meio de uma terça feira nublada e cheio de trabalho pra fazer. A dura realidade é que amor, quando de verdade, existe e sobrevive àquele dia como mais um: sem graça, sem charme, sem extremos. Aquele dia sem altas risadas, sem gargalhadas, sem copos cheios. Amor de verdade é aquele que pulsa a nossa vida e continua a acontecer em dias comuns, cinzas e quietinhos

Um dia vai sentar numa cadeira de balanço
Vai lembrar do tempo em que tinha vinte anos

[...]Tired of living like a blind man
I'm sick of sight without a sense of feeling
And this is how you remind me
This is how you remind me
Of what I really am
This is how you remind me
Of what I really am[...]

Na vida a gente precisa estar 100% presente e ciente das nossas escolhas.

(...) Sem apego. Sem melancolia. Sem saudade. A ordem é desocupar lugares. Filtrar emoções.

Às vezes temos amor suficiente para perdoar, mas não para continuar ao lado da pessoa. Se a convivência machuca, se as lembranças ainda estão frescas na memória e se o medo de que o erro se repita te paralisa, melhor seguir sozinha. Não vai dar certo.

As pessoas que falam mal de mim são como lixas. Podem me arranhar, me machucar ou me fazer chorar, mas no final. Eu sairei muito mais linda e polida. E as lixas? Apenas gastas e feias!

Eu só não espero mais nada de ninguém, simples.

Mas, quando eu sentir medo, confiarei no Senhor.

Quando eu chorei, eu só queria que você me abraçasse só isso, nem precisava falar nada, era só um abraço.”

E se seus abraços não me confortarem, procurarei em seus beijos a paz que necessito.

Por trás de toda meiguice, existe uma safadeza oculta.

Nós nos beijamos tão sozinhos naquela noite (de despedida e prata), como se, de tão forte abraço nossa carne tivesse se transformado em uma só; uma carne cuja ligação intermolecular é o amor que une corações – a maior força de todas!

Me senti pesado, como se tivesse devorado um nevoeiro de nostalgias nunca sepultadas por completo. Eu derramava novamente as lágrimas que o passado refletia em meus olhos.

“É estranho como as pessoas se interessam muito mais em saber os motivos e detalhes do seu sofrimento do que simplesmente te dar uma força.”