Coleção pessoal de LaneLeo

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A única verdade é que vivo. Sinceramente, eu vivo. Quem sou? Bem, isso já é demais.

Oh, não se assuste muito! Às vezes a gente mata por amor, mas juro que um dia a gente esquece, juro!

As pessoas mais felizes não têm as melhores coisas. Elas sabem fazer o melhor das oportunidades que aparecem em seus caminhos.

O dinheiro não é apenas um dos objetos da paixão de enriquecer, mas é o próprio objeto dela. Essa paixão é essencialmente auri sacra fames (a maldita ganância do ouro), faz com que as pessoas vivam em torno de uma medíocre vida, ocasionada por necessidades impostas, gerendo uma rotina alienada.

Não é a consciência que precede ao ser social, mas é o ser social real que precede à consciência.

Caridade

Faz das mãos prato
do corpo cobertor
de cada palavra um ato
de amor.

A emancipação dos trabalhadores será obra dos próprios trabalhadores.

Horrorizai-vos porque queremos abolir a propriedade privada. Mas em vossa sociedade a propriedade privada já está abolida para nove décimos de seus membros.

A desvalorização do mundo humano aumenta em proporção direta com a valorização do mundo das coisas.

Sem sombra de dúvida, a vontade do capitalista consiste em encher os bolsos, o mais que possa. E o que temos a fazer não é divagar acerca da sua vontade, mas investigar o seu poder, os limites desse poder e o caráter desses limites.

O povo que subjuga outro, forja suas próprias cadeias.

Até agora os filósofos se preocuparam em interpretar o mundo de várias formas. O que importa é transformá-lo.

O trabalho não é a satisfação de uma necessidade, mas apenas um meio para satisfazer outras necessidades.

Na manufatura e no artesanato, o trabalhador utiliza a ferramenta; na fábrica, ele é um servo da máquina.

O comunismo não é para nós um estado que deve ser estabelecido, um ideal para o qual a realidade terá de se dirigir. Denominamos o comunismo o movimento real que supera o estado de coisas atual. As condições desse movimento resultam de pressupostos existentes.

A história se repete, a primeira vez como tragédia e a segunda como farsa.

Os trabalhadores não têm nada a perder em uma revolução comunista, a não ser suas correntes.

A imprensa livre é o olhar onipotente do povo, a confiança personalizada do povo nele mesmo, o vínculo articulado que une o indivíduo ao Estado e ao mundo, a cultura incorporada que transforma lutas materiais em lutas intelectuais, e idealiza suas formas brutas.

O capitalismo gera o seu próprio coveiro.

Os donos do capital incentivarão a classe trabalhadora a adquirir, cada vez mais, bens caros, casas e tecnologia, impulsionando-a cada vez mais ao caro endividamento, até que sua dívida se torne insuportável.