Coleção pessoal de LadyRed

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Um dia de delírio

Hoje vou me permitir, dizendo, ou melhor, escrevendo, uma prosa poética, concreta e não sintética, uma chance, oportunidade, mudança, construção, uma viagem no amor, minha doce e violenta fantasia, o que diria a razão, não sei, se um dia acertei ou errei, mas nessa narração eu vou me corromper, desafiando a lei do equilíbrio, vou perder a sanidade e me deleitar nos teus braços, no conforto da pluma sonhadora, do encanto mais saudoso de uma doutora, formada pela sensibilidade da entrega, da paixão, deixando rasgar o doloroso coração, um dia de delírio, eu nos teus beijos, na tua vida, na tua história, na fotografia, na tua memória, oh nesse jardim ai de brotar o aroma mais puro, pois tua minha amada é a flor escolhida, preferida, meu porto seguro.

Giovane Silva Santos

melancolia no desatino
de vida dessa,
alma gótica,
mundo sem fim,
delirio do meu coração,
sintonia que se dissipa
no envolucro de um precipício,
torna o devido ar de paixão...
do fraco instante
o lapso paira num
vulto implementar do mito
que ressurge na alquimia
o ter involuntário ser,
do prologo um sonho
na tua alma volúpia,
o milagre do desejo...
se da em curvas
o absinto da ilusão do teu corpo.
no vigente sentimento sensações
nesse deslumbre suas intensões
tremulam nos teus braços
insinuações que olhares
tem devastação
como a figuração singular
de coito sem fim ou começo
desdem a própria existência,
se tem vulgo de um amor....
o colapso tenso sexo...
se tem com mistura de amo,
para obter máximo do prazer,
segura ar até parecer morrer...
apenas é o prazer.

O teu cheiro,
me deixa embriagada.
Teu beijo doce... é o meu delírio.
Teu abraço que me aquece,
Você é minha cura,
e também minha doença.
Você é tudo,
e ao mesmo tempo não é nada.
Você é capaz de me destruir, mas também de me salvar.

Delírio ou alucinação ? Sei lá...só sei que quando fitei teus olhos vi milhões de estrelas.

Certeza de um amanhã
A incompreensão é o abismo do homem,
O egoísmo o seu delírio,
A verdade a dúvida oculta fingida,
A felicidade a abominação do ser,
A luta constante a desapropriação de si!

O homem é demasiado belo para ser deus,
Mas demasiado malévolo para ser humano!

Ah! infinito delírio chamado desejo, essa fome de afagos e beijos
essa sede incessante de amor.
Ah! essa luta de corpos suados, ardentes e apaixonados gemendo
na ânsia de tanto se dar...
Ah! de repente o tempo estanca na dor do prazer que explode
É a vida é a vida, é a vida e é bem mais...
E esse teu rosto sorrindo espelho do meu no vulcão da alegria,
Te amo, te quero meu bem, não me deixe jamais
Eu sinto a menina brotando da coisa linda que é ser tão mulher,
a santa madura inocência.
O quanto foi bom e para sempre será,
E o que mais importa é manter essa chama até quando eu não mais puder
E a mim não me importa nem mesmo se Deus não quiser...

Ela gosta de brincar com magia
Ela gosta de brincar com poder
Seduzente, mulher atraente
Todos se encantam com você

Seu sorriso alucina, seu olhar é delirante
Dose de tequila, chocolate quente, diamante
Seu andar seduz, tem luz de delirar
Todos querem você
E você só quer o MAR.

Viajei no infinito dos teus olhos e me perdi no delírio de teus beijos.

Eu enlouqueço esperando seus beijos, esperando você..
Eu enlouqueço com seu toque, seu cheiro, seu desejo...
Eu enlouqueço com nossa profunda intimidade, com nossa paixão..
Me enlouqueço com todo esse fogo, com todo esse prazer!!

O cheiro do teu corpo, o toque das tuas mãos, o sussurro de tuas palavras, o beijo quente de seus lábios. É o que eu quero, agora, depois já não sei. Então vem, que eu já estou a te esperar!

“Conquistando um homem com três palavras: ‘Não quero compromisso!’.”

Você tem um feitiço sobre mim, és o meu vício.
És um delírio sem pudor, meu amante, meu amor.

Delírio puro

quanto mais louco
lúcido estou.

no fundo do poço que me banho
tem uma claridade que me namora
toda vez que eu vou ao fundo

me confundo quando boio
me conformo quando nado
me convenço quando afundo.

no fim do fundo
eu te amo.

Tentei resistir, fugir, ocultar, más o vento delírio,
Enfeitiçou meu olhar, meu desejo e sentimentos...

Sou o sonho de tua esperança,
Tua febre que nunca descansa,
O delírio que te há-de matar!

Um homem não está acabado quando enfrenta a derrota. Ele está acabado quando desiste.

Um homem pode ser tão grande quanto ele queira ser. Se você acredita em si mesmo e tem coragem, determinação, dedicação, iniciativa competitiva e se você está disposto a sacrificar as pequenas coisas da vida e pagar o preço pelas coisas que valem a pena, isso pode ser feito.

Não reveles ao amigo todos os teus segredos: sabes se ele não se tornará, um dia, teu inimigo? Não causes ao teu inimigo todo o mal que lhe podes fazer: sabes se ele não se tornará, um dia, teu amigo?

O homem é assim o árbitro constante de sua própria sorte. Ele pode aliviar o seu suplício ou prolongá-lo indefinidamente. Sua felicidade ou sua desgraça dependem da sua vontade de fazer o bem.

Sacrifício não significa nem amputação nem penitência. (...) Ele é uma oferta de nós próprios ao Ser a que recorremos.