Coleção pessoal de kamorra

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As pessoas te dão o que elas têm, não o que você vale.

Os comunistas batalham contra o próprio país. Isso não é coragem ou resistência, é estupidez.

Sou aquela preto que não deixa nada em branco.

A turma do "amor" é puro ódio.

Se alguém não exige prova nenhuma para engolir uma mentira sobre você, mas pede um dossiê inteiro para aceitar uma verdade sua, nunca esteve ao seu lado — só esperava um motivo para ficar contra você.

Nunca vi um comunista postar: sou contra a corrupção e lugar de bandido é na cadeia.

Escrevo o que vivo, vivo o que creio.

No dia que você aprender a suportar noites geladas, molhado, sujo e com fome, você vai me entender.

KAMORRA


Eu não amo meu sobrenome por vaidade.
Eu amo porque ele me cobra.
E eu decidi sustentar.


Nesse nome eu coloquei meus valores. Coloquei minha fé.
Coloquei minha disciplina.
Coloquei as noites em silêncio que ninguém viu.
Coloquei a resistência de não me vender por afeto barato.


Kamorra, para mim, não é som.
É postura.


Quando eu digo meu nome, eu lembro do homem que eu preciso ser para não manchá-lo.
Não é sobre ego.
É sobre responsabilidade.


Existem homens que carregam um sobrenome.
E existem homens que transformam o sobrenome em bandeira.


Eu escolhi transformar.


Se um dia perguntarem quem foi Kamorra, eu quero que a resposta não esteja no registro civil, mas no caráter.


Porque nome forte não nasce forte. Ele é honrado todos os dias.


— Marcos Kamorra (Filosofia Kamorrista)

O problema nunca foi o poder.
O problema sempre foi o poder sem limite.

Quando não há freio, não há equilíbrio.
Quando não há equilíbrio, não há liberdade.

E sem liberdade, a democracia vira apenas um discurso bonito.

Toda instituição que acumula poder demais começa a acreditar que não deve satisfação a ninguém.

E quando quem deveria garantir a Constituição passa a interpretar tudo segundo a própria vontade, o povo deixa de ser soberano e vira espectador.

Democracia não é silêncio forçado.
É limite, responsabilidade e prestação de contas.

Na guerra das ideias, precisão é arma.
Exagero é munição para o adversário.

Instituição forte demais e sem limites deixa de proteger o povo e começa a proteger a si mesma.

Aquilo que a gente conquista não é tão importante quanto aquilo que a gente se torna.

O nome Kamorra pra mim é um nome agridoce. Ao mesmo tempo que significa confusão, briga, batalha em espanhol, já em hebraico ele reflete a esperança dos israelitas atravessando o mar vermelho e cantando: Mi Kamocha baelim, Adonai?" (Êxodo 15:11).

O futuro me espera. E, sinceramente, eu nunca achei que fosse aguentar chegar tão longe.

Eu aprendi que tenho que começar a fazer o que precisa ser feito sem esperar nada em troca. Nem compreensão, nem recompensa, aplauso, tapinha nas costas, troféu ou medalha. Quem pensa como forças especiais, precisa dominar a necessidade de aprovação.

Minhas preferências não são leis do mundo. São apenas opiniões forjadas pelas experiências que vivi e pelos vieses que carrego.

Aprendi a desconfiar de quem se diz neutro e vive em cima do muro. Quem é amigo de todos, no fim, não é leal a ninguém.

Cuidado com os “neutros”. O muro é só um esconderijo pra quem não tem lado. Amigo de todo mundo não é amigo de ninguém.