Coleção pessoal de kamorra

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Quem se cala em nome da neutralidade já fez sua escolha.

Seu silêncio não é neutro, é uma posição política travestida de isenção.

Não existe neutralidade: até o seu silêncio escolhe um lado.

Kamorra não é, nunca foi e nunca será a Camorra Italiana.
A semelhança no nome não cria vínculo, não cria herança e muito menos identidade.

Na Itália, Camorra é crime organizado.
Kamorra não nasce do crime — nasce de princípios.

Kamorra vem do “camorra” do espanhol, termo ligado a conflito, enfrentamento, resistência.
Aqui, o sentido não é desordem gratuita, mas postura firme diante daquilo que precisa ser enfrentado.

No hebraico, a referência é “kamocha” — “como tu”, expressão ligada a identidade, semelhança e responsabilidade diante de Deus.
Kamorra carrega esse peso: saber quem se é, a quem se responde e quais valores se sustenta.

Um termo foi manchado pela corrupção, pelo medo e pela exploração.
O outro se firma em valores, consciência e compromisso com Deus, pátria, família e liberdade.

Confundir Kamorra com máfia é ignorância ou má-fé.
Kamorra não opera nas sombras — opera na consciência.

Seu amor-próprio precisa pesar mais do que a sua fome por aceitação.

Cada versão passada, com seus erros, medos e aprendizados, foi essencial para moldar quem você é hoje.

Promessa não tem valor; cumprimento tem.

Alguns crentes de hoje aconselhariam Davi a apenas orar por Golias, não a enfrentá-lo. São os mesmos que distorcem o evangelho e acham que seguir Jesus é aceitar ser pisado por qualquer um.

O ego pode ser um aliado, desde que esteja sob seu controle.

A pergunta-chave: Na minha busca pelo sucesso, estou prejudicando
alguém? Se a resposta for não, siga em frente com confiança.

O passado não define você, mas a forma como você lida com ele, sim.

A inclusão do meu apelido como sobrenome foi fruto de oração e discernimento, não de impulso ou desordem.

Sou de direita, mas não compactuo com mentiras para atacar a esquerda. A própria verdade sobre eles já é suficiente para expô-los.

Ele só entra na favela porque está sob a proteção do crime organizado.
No meio do povo, não anda — afinal, não foi eleito por ele.

Quanto mais você se compara aos outros, mais se aprisiona — e mais frustrado fica com quem você é.

As escolhas indicam valores.

Quando eu digo quem eu sou, eu costumo contar coisas que eu escolhi pra ser. As escolhas indicam valores.

Kamorra não é sobrenome apenas. É história. É escolha. É guerra.

Eu não repito discurso, eu penso. E pensar, hoje, já é um ato de rebeldia.

O homem que depende da validação externa já perdeu a guerra interna.