Coleção pessoal de K.Novartes

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Que bestialidade era o amor, mas era a melhor coisa que eu tinha.

Se ela sabia amar, guardava isso em segredo.

Pendia entre os dois temores: O de morrer e o de viver. Acabou que viveu como mais ninguém o fizera. A morte o veio buscar toda chorosa.

Para incomodo de puritanos e tolos - sem saber exatamente qual a diferença que há entre eles - copiava-se em qualquer lugar, não sabia ser outro.

Como todas as outras coisas, a maldade também nos é ensinada. Ninguém nasce falando, apesar de ter condições de.

Não desejava desafiar o 'regrista', mas vivia a seu próprio modo.

Jogava-se sem medo; era um menino que queria amar e ser amado.

Se você honrar o conhecimento hoje, o conhecimento vai te honrar sempre.

Duas coisas precisam ser muito bem administradas: À adversidade e o sucesso.

Para escrever é preciso estar sensível, seja ao que for.

Sigo! Não como quem sabe o que encontrará no próximo passo, mas com a certeza confortante de que fiel é aquEle que me guia.

Todos falam do amor, mas todos falam como alunos, até os mestres.

Vivia pulando a cerca, entre o terreno das fantasias e da realidade.

A liberdade fez-se propositalmente intangível. É desejo da liberdade não ser propriedade do homem.

A liberdade restringiu-se a mente dos homens. Portanto, todo homem pode pensar-se livre.

Os sentimentos assemelham-se a um grão plantado. Quando vem a superfície o primeiro broto, significa que as raízes já se espalharam.

O amor é como o amor. É bobagem compará-lo com outra coisa.

O homem é esse ser fascinante, dúbio. Em parte é criador, em parte é destruidor. É meio saudade e meio esperança. É 6% raciocínio e o restante são crenças, intuições, emoções e invenção.

A parte mais complexa na construção de um texto está em torná-lo inteligível à alma.

Às vezes, evitando a verdade, fugimos de alguns tipos de diálogos. Ainda sim o maior problema está quando paramos de dialogar com a gente mesmo.