Coleção pessoal de JULIOAUKAY

7421 - 7440 do total de 15345 pensamentos na coleção de JULIOAUKAY

Teus olhos são tão traiçoeiros... Que declamam o pecado no silêncio barulhento da sua alma;

Não me importa se você não se agrada de mim, pois eu me amo! E isso já é o suficiente...

Na ausência de um amor verdadeiro eu me adapto ao amor inventado;

Um dia terei todas as respostas que busco em meu coração e não mais declamarei pensamentos soltos...

Que os artistas não se enganem, pois o valor real só se tem depois que se fecham as cortinas.

Talvez se esqueceram de me avisar que o mundo se esqueceu o significado do direito a vida;

Não posso evitar, te amar assim...
E tão der repente ele não se fez
Descrente para si próprio;

Desapareço para te encontrar
Me perdendo no querer
E me encontrando
Em teus desejos;

Particularmente as minhas certezas
Invadiu o teu espaço te fazendo
Intacto para que você
Se tornasse imperecível;

Atinja as suas metas não se importando com a chuva negativa direcionada em teu caminho;

Nesse tribunal de rua se não for
O amor... O que será da vida!
Banalizada excomungada
Carente do bom senso!

Nada mais esconde essa minha indignação
Talvez eu grite em palavras cultas
Ou não!

Eu me exclamo... Eu me interrogo
E nunca tenho a satisfação
Do que quero de mim...

Não estou furioso com as palavras jogadas ao vento
Mas pelo motivo que as fizeram o vento as levarem;

A sintonia da vida que me faz ter absolutas certezas de que vale a pena viver!

Mesmo que seja tão irrelevante
O meu coração sempre estará
Pronto para amar;

Quanto mais contestam aos meus pensamentos mais me inspiro para dar razão as dificuldades...

Saia do tormento que te faz achar que a vida atropela os teus sonhos emprestados;

Não seja tão impenetrável
E não se sinta tão mal amada
Pois o melhor da vida
É se arriscar por algo;

O veneno que ingeri foi pensando
No amor perdido na minha frustração
Sim! Das flores que mandei só restaram os espinhos;

As minhas escolhas sempre foram péssimas a minha vida
E a minha vida sempre fora o suficiente as minhas escolhas;

Chegue de mansinho e descubra as histórias
No qual aumente o tempo que nos falte...
Não esqueça-me dando sinais
Impróprio para se alimentar
De algum alívio de tristeza;

Esperamos alguma dedução humana para que se tenha uma interversão sem tempo divino;
Acontecendo pelo início com ameaças de um meio para não ter fim
E as crenças de algum milagre fazem-se sem aviso de uma lágrima
Que talvez houvesse nome... Sem dinheiro e sem moral...

Me vendo ao lugar com alguma sinalização
Carregando nos braços um abandono
Que fez-me servir ao que não se enxergasse.