Coleção pessoal de JULIOAUKAY

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Não posso evitar, te amar assim...
E tão der repente ele não se fez
Descrente para si próprio;

Desapareço para te encontrar
Me perdendo no querer
E me encontrando
Em teus desejos;

Particularmente as minhas certezas
Invadiu o teu espaço te fazendo
Intacto para que você
Se tornasse imperecível;

Atinja as suas metas não se importando com a chuva negativa direcionada em teu caminho;

Nesse tribunal de rua se não for
O amor... O que será da vida!
Banalizada excomungada
Carente do bom senso!

Nada mais esconde essa minha indignação
Talvez eu grite em palavras cultas
Ou não!

Eu me exclamo... Eu me interrogo
E nunca tenho a satisfação
Do que quero de mim...

Não estou furioso com as palavras jogadas ao vento
Mas pelo motivo que as fizeram o vento as levarem;

A sintonia da vida que me faz ter absolutas certezas de que vale a pena viver!

Mesmo que seja tão irrelevante
O meu coração sempre estará
Pronto para amar;

Quanto mais contestam aos meus pensamentos mais me inspiro para dar razão as dificuldades...

Saia do tormento que te faz achar que a vida atropela os teus sonhos emprestados;

Não seja tão impenetrável
E não se sinta tão mal amada
Pois o melhor da vida
É se arriscar por algo;

O veneno que ingeri foi pensando
No amor perdido na minha frustração
Sim! Das flores que mandei só restaram os espinhos;

As minhas escolhas sempre foram péssimas a minha vida
E a minha vida sempre fora o suficiente as minhas escolhas;

Chegue de mansinho e descubra as histórias
No qual aumente o tempo que nos falte...
Não esqueça-me dando sinais
Impróprio para se alimentar
De algum alívio de tristeza;

Esperamos alguma dedução humana para que se tenha uma interversão sem tempo divino;
Acontecendo pelo início com ameaças de um meio para não ter fim
E as crenças de algum milagre fazem-se sem aviso de uma lágrima
Que talvez houvesse nome... Sem dinheiro e sem moral...

Me vendo ao lugar com alguma sinalização
Carregando nos braços um abandono
Que fez-me servir ao que não se enxergasse.

No hoje a minha emissão é a propaganda do ápice
Sem previsão da etiqueta concebida que em boas
Maneiras substituiu a vírgula por reticências;
Aliás... Escrito ou falado, não haja um ponto final;

O verso declamado é o meu espontaneísmo...
Inspira-me ao ritmo que juntamente
A poesia se dá sentido à vida;

De certo um sentimento aleatório feito uma queda
D’água sem exagero em uma modernidade tardia...
Beira um coração que dá reticências no que queira falar;

Que não haja memória curta ou prolongada, mas apenas um coração em verdades...

Se tudo na vida se resume do zero... Então não ficarei parado;

Sou o meu próprio coração, ferido de amor... Incrédulo da paixão, mas corajoso por tentar mesmo caído no chão;

Nem um julgamento me importa, pois até beberei do veneno que me oferece...
Mas se não conseguir me enxergar pelas costas falar-te-ei o quanto incompetente és;

Não me deduza antes de me entender;