Coleção pessoal de JoniBaltar

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Quando estou embrenhado na Natureza, entendo que, só neste lugar: o planeta é constituído pela matéria dos sonhos.

O dorso da poesia transpira a intimidade meteorológica dos sentidos.

Na interioridade de um beijo de amor, despem-se mutuamente, milhões de inacessíveis palavras: da cor epidérmica da alma.

O rabisco traça as perpendiculares da alma do desenho: condizem com o interior vivo da imaginação.

O segredo para imortalizar a felicidade é: nunca desvincular-se da própria infância. Desta forma, a alma jamais envelhece.

Existem olhares que colidem inesperadamente e reconhecem que o Amor é uma confissão eterna: esse momento suspende a acção da vida.

O Amor é um sentimento com capacidade para ensinar a humanidade a comportar-se como animais racionais.

O voluntariado ensina-te a não esqueceres que és humano e a lembrar que dinheiro, superfluidades e futilidades são componentes também dispensáveis; posto isto, aprendes a noção de tempo em prol do tempo de outro ser humano. Contribuindo com um imensurável ato de amor, minimizando a solidão urbana e maximizando a verdadeira essência da tua existência.

As lágrimas são substâncias líquidas, condensadas pelo coração, onde as pálpebras narram o posfácio dos sentimentos.

A obsessão pela fama atrai aplausos extensivos, ovacionados por uma plateia prematura.

A felicidade é: escuridão que foi enfrentada e perfurada pela constante força de existir.

Ouvir o silêncio da própria sombra, consegue-se escutar o ruído da solidão.

Na superfície dos poentes, caminham horizontes expressivos: melódicos a intensificar os pensamentos.

Desfolhar as pétalas do tempo, revela as rugas indecisas, cravadas na epiderme da alma que obedecem a um pacto de pensamentos desencarnados pela memória.

A rotina envelhece o lado interior da existência e extingue o lado exterior do sonho.

A saúde mental do coração aquando enamorado perdidamente, manifesta uma desinteligência profunda; porém, o corpo vivencia uma extensa lucidez na alma.

O impossível é apenas uma realidade que teima em estar momentaneamente adormecida.

O voo repentino de um olhar consegue atravessar o mundo quando sente a intensa veracidade de nidificar.

Somente os olhos do vento têm aptidão para visualizar o silêncio.

Os poemas que contenham conteúdos predominantemente invisíveis sublimam a universalidade das canções.