Coleção pessoal de JoniBaltar

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Nas entranhas da irrealidade existem aspirações ambiciosas semelhantes à realidade.

O maior erro do Ser humano é tentar superar a resistência intelectual da Natureza.

O poente apoia-se vitalmente ao céu antes de adormecer. Nesse momento, uma orquestra de pensamentos adoça a altiva diferença entre a vida e a morte.

A arte consegue revelar profundamente a claridade da obscura realidade.

Adoro a forma como a Natureza acaricia os meus sentidos. Atinge-se um elevado estado de paz: a Vida e os lugares reencarnam em mim.

Há olhares que, inesperadamente acasalam.

Somente as nuvens analfabetas conseguem ler os pensamentos dos sonhadores.

O Ser humano procura obsessivamente a felicidade, aplica este mecanismo emocional ao núcleo da vida; inocentemente não pratica a própria existência.

Carrego um manicómio nas mais diversas áreas da minha existência que, utilizo ao longo da minha lucidez.

O Amor ensina-te: perdoar, sorrir, chorar, e principalmente, a certeza que viveste e exististe.

A paz mental emagrece obesos pensamentos sem lustre. Desta forma, consegue-se alcançar o espesso equilíbrio nas vertiginosas linhas emocionais da Vida.

A mais elevada hipocrisia na espécie humana é: constantemente simular a sua própria natureza.

O silêncio revela a fértil sonoridade da profunda inteligência.

O Céu ficou destelhado: as estrelas foram transferidas inevitavelmente pelo Inverno.

Existe uma excessiva incompatibilidade entre o Amor e Humanidade: necessitam o auxílio urgente da verdade.

Quero fugir de todos os labirintos, quero a fuga de todas as vozes. Quero encontrar um lugar, aprazível e indestrutível, onde exista harmoniosamente: Mundo e Humanidade.

Quando alguns nos seus descomedimentos realçam queixume sob o conforto do mundo, existem os que conseguem com a própria humildade e veracidade sorrir sem mundo.

Agora que encontraste o caminho, caminha. Ajusta o sonho à realidade: a Vida abre as portas em cada passo.

Gosto exageradamente quando a minha existência, inconfundivelmente procura por mim.

A substância de que é composta a espécie humana, não coincide com a aparência.