Coleção pessoal de JaniceRocha

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Não importa o quão íngreme esteja o caminho. Quem caminha com Jesus pode tropeçar, mas jamais é deixado no chão.
É passo a passo, na confiança.

Quando sentir que não há mais forças, lembre-se: Deus nunca te pediu perfeição, apenas perseverança.

Às vezes, o milagre não é o fim da dor, mas a força que Deus coloca em você para continuar.

O coração pode até vacilar, mas a mão de Deus nunca solta a tua.

Quando o cansaço quiser te parar, descansa em Deus...não desista, apenas respire e confie.

Aprender a esperar o tempo da cura é também um ato de amor... um lembrete de que Deus trabalha nos bastidores, mesmo quando nada parece mudar.

Dizer “não” é amar-se sem culpa, é cuidar do templo que você é.
O primeiro “não” pode tremer nos lábios, mas carrega libertação.
Depois dele, você entende que agradar o mundo inteiro nunca valeu o preço de perder a própria paz.

Há dias em que o coração aperta e eu nem sei por quê… só sei que dói.Mas confio em Deus, porque Ele entende o que nem eu consigo dizer.

Logo o frio vai passar.
E quando o sol nascer outra vez, você vai entender: não era o fim… era Deus começando algo novo em você.

Mesmo quando o coração aperta e o caminho parece mais pesado, Deus continua sendo abrigo.
Ele não apaga os dias difíceis, mas caminha conosco em cada um deles e isso muda tudo.
Há consolo, há força, há amor… porque Deus está presente.

Percebi que o adeus começa muito antes da partida… quando o outro já não se importa que a gente fique.

O erro não está em amar.
Está em continuar quando o amor deixa de existir, e em chamar de amor aquilo que só fere e desgasta.

Quando o coração se anula para manter alguém por perto, o amor deixa de ser abrigo e se torna prisão.

Ninguém deveria se destruir tentando salvar o que já não se sustenta.
Amar é doar-se, sim...mas nunca ao ponto de se perder.

Overdadeiro amor, aquele que vem de Deus, não pede a nossa ruína; ele nos restaura, nos faz florescer, nos devolve a nós mesmos.

Muitas pessoas vivem sustentando relações que as consomem, acreditando que amar é suportar, que ceder é sinônimo de fidelidade e que o perdão constante é prova de fé. Mas há um limite entre o amor que cura e o amor que adoece.

Há amores que chegam com a promessa de vida, mas aos poucos vão nos roubando o ar. São sentimentos que nascem puros, cheios de esperança, e que, por ingenuidade ou entrega demais, acabamos regando mesmo quando já não há flor... só espinhos.

Há dias em que o coração não quer plateia.
Quer apenas o canto mais quieto da alma, aquele onde o barulho do mundo não alcança e onde o sussurro de Deus se faz nítido.

A vida é feita de estações. Há dias de sol pleno, onde tudo parece encaixar-se como um abraço perfeito. Nessas manhãs de céu azul, é fácil sorrir e sentir-se amado. A caminhada é leve, o fardo é quase imperceptível.

O coração se cansa... não de tanto trabalhar, mas de tanto se afastar da paz. E essa paz só é encontrada quando voltamos ao nosso refúgio interior, o lugar silencioso onde o amor de Deus fala baixinho conosco.