Coleção pessoal de JaneSilvva
Um bom conselho...
Não se importe com o que os outros fazem ou deixam de fazer. Procure viver sua própria vida, sem julgar, sem dá lição de moral a ninguém. Não dê sua opinião se ninguém a solicitou. Já pensou em passar uns dias sem falar mal das pessoas, nem dá ouvidos aos fofoqueiros? Faz isso e sinta como a sua energia mudará. Nossa vida é muito valiosa para perder tempo com assuntos tão rasos.
Oferecer ajuda difere do desejo de ajudar. Pessoas hipócritas oferecem ajuda com o único intuito de passar a mensagem de se dar, pessoas generosas possuem o desejo de ajudar e se doam sem alardes.
Quando você diz não e a pessoa se frustra, a revolta é dela e não sua. É por essa razão que não se deve fazer concessões.
Ouvir a opinião alheia é uma batalha contra si mesmo e você não deve lutar contra seus próprios interesses.
Excesso de expressões de felicidade nas redes sociais podem esconder um estado de desânimo. Uma postagem eufórica pode ser uma defesa para possíveis carências. Algumas evidências são forjadas por internautas para aparentar ter uma vida que não têm, mas que gostariam que as pessoas acreditassem que possuem.
Você se importa demais?
Analise a maneira como você pensa e como é afetado (a) por opiniões alheias. Lembre-se: a opinião do outro não é a sua, mas quando você dá importância demais você passa a acreditar nela. Se acaso você der importância a um pensamento que não é seu, observe bem a situação e veja o que pode ser verdade e o que pode te destruir se você se importar demais.
Antes de acusar uma pessoa por sua conduta, observe se a sua consciência não o (a) acusa, tenho certeza que se você for correto (a), certamente vai se calar. Não julgue o outro por algo que você não é exemplo. A pior conduta é a do falso moralista.
Quando você reconhece que errou e faz um pedido de desculpas, isso é muito saudável. A humildade de reconhecer um erro e se desculpar é importante para a vida. Mas, avalie se a culpa é sua. Pois, em algumas situações, pedir desculpas não se faz necessário. Se você não teve culpa de algo diretamente, não peça desculpas. Pedir desculpas sem motivo, demonstra insegurança e pode motivar alguém com más intenções a se aproveitar desta tua fragilidade.
Para aprender algo ou entender o outro é necessário calar e ouvir. O silêncio tem um valor imensurável. Quem conversa demais não ouve bem e não percebe o que está a sua volta.
Se você tem a necessidade de publicar que é feliz, isso pode refletir que ainda não é. Quando se sentir realizado (a) o seu olhar falará por você. Quem está feliz não precisa que alguém te dê atenção por isso.
O começar dos relacionamentos quase sempre é repleto de entusiasmo, mas se no decorrer da relação notarmos ausência de reciprocidade na entrega, devemos terminar para recomeçar. Começar, terminar e recomeçar são atitudes normais para a vida. Ninguém é obrigado a conviver com alguém eternamente só porque o escolheu. Se não nos sentimos felizes na relação, temos a obrigação (consigo mesmo e com o outro) de terminar para recomeçar. Nada é definitivo.
Quando você faz um comentário com palavras que suscitam interpretações ambíguas, você demonstra que não tem arrojo suficiente para expor o que pensa. Então, se não tem coragem para dialogar, sugiro que antes de dizer meias palavras, reflita sobre os seus atos e não sobre os dos outros.
O entendimento da palavra declarada pode fazer tudo mudar em relação ao outro e a nós mesmos. Mas, a nossa declaração só é entendida quando alguém nos ouve com atenção. Todos nós temos uma necessidade de sermos ouvidos, mas infelizmente são poucos os que sabem praticar a verdadeira escuta.
Você já se imaginou sendo “água”? Você já parou para pensar que tem muito chão precisando dessa “água” por aí? Que tem muita gente com o coração com sede de amor? E que há pessoas que vale a pena matar a sede? Então, não se derrame na pedra regando-a, porque pedra é pedra e terra é terra.
