Coleção pessoal de isaque_ramon_correia_claudio_1

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O mundo está cheio de pessoas que têm "virtudes de fachada", mas não têm a honra de cumprir uma palavra ou apoiar um negócio que mudaria a vida de muitos.

Pensar com crescimento financeiro exige uma disciplina que a humanidade, viciada em prazeres imediatos, já perdeu.

Falta a virtude da ousadia; as pessoas preferem a segurança de uma vida medíocre ao risco de uma vida extraordinária.

O privilégio de crescer financeiramente é negado a quem se recusa a investir na única máquina que gera riqueza: a própria mente.

A maior falta de virtude da humanidade hoje é a paciência para construir; todos querem o topo, mas ninguém quer carregar a pedra.

Ocupação não é sinônimo de importância; muitas vezes é fuga.

A humanidade é mestre em desperdiçar o essencial para manter o supérfluo.

Preferem a segurança da gaiola à incerteza do voo livre.

A visão trilionária exige o silêncio que a sociedade barulhenta odeia.

O sistema educacional treina para o afazer, o sistema financeiro treina para a dívida.

As pessoas preferem acreditar na sorte do que no investimento intelectual.

Ninguém investe em lugares honestos porque a honestidade exige tempo para investigar.

Ser diferente é ser visto como louco por quem é escravo da rotina.

O tempo é o único capital real, e a humanidade o desperdiça na fila do banco da mediocridade.

Negam o apoio a causas nobres porque a nobreza exige um tempo que eles já venderam.

O verdadeiro crescimento é intelectual, mas o mundo só valoriza o crescimento da pilha de tarefas.

Acham que estão crescendo porque ganharam um aumento, mas continuam escravos do tempo.

A maioria morre aos 25 anos e só é enterrada aos 80 por falta de tempo para viver.

Falam em prosperidade, mas agem conforme a escassez do relógio.

Pensar dói, por isso a humanidade prefere a correria dos afazeres.