Coleção pessoal de celsonadilo

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qual o sentido de viver?
alem de procriar o que a?
alem da solitude sem o por que viver?
por celso roberto nadilo

vivemos em dias mortos.

a morte tocou meu coração,
a morte abriu as janelas do meu coração.
amor a morte é feita de sonhos,
olhe nos fundos do meus olhos,
saiba que morte me beijou,
ainda estou vivo mais meu coração morreu,
olhe para o profundo dos meus sentimentos,
a vida morreu a muito tempo atrás,
olhe as janelas do céu,
não sinto mais meu coração;
porque ainda sinto a vida corre nas minha veias,
um único proposito meu amor eterno.
por celso roberto nadilo

mergulho em meus profundos pensamentos,
vejo que a vida não tem nada de interessante.
só sinto a dor de deixar você ir ate o alem.
por celso roberto nadilo

a morte lhe caie bem ate que me apaixonei por você,
o coração não pode viver de passado,
as sementes deixada pelo amor pode viver pela vida,
e caminhar na morte como desejo pode florescer,
transcende a luz que tem no coração,
mais as vezes tudo trás consequências,
no qual as feridas são perpétuas na nossas almas,
tornando o prelúdio a face da tua solidão,
mesmo que solitude seja a maior que nosso amor,
sempre vou te amar, sem me importar com minha alma.
vivo esperando que um dia acorde,
estarei o tempo todo do seu lado,
sem me importar com a vida que passou,
o importante que esteja ao seu lado meu amor.
por celso roberto nadilo

A maior dor é ter uma pessoa no coração,
que não te ama apenas te usa depois te joga fora,
como fosse nada apenas um objeto inútil,
não juga que temos sentimentos.
por celso roberto nadilo

parentes é igual os dentes doeu extrai pois vai lhe fazer mau.

talvez tenha sido um sonho ou aconteceu mesmo,
estou com medo,
vi uma luz invadir minha casa como estava no banheiro só acompanhei
de repente veio aquele barulho estranho hum hum hum hum,
outras luzes me escondi atras do tanque de lavar roupas,
e uma luz verde passa bem perto de mim,
o pavor era tão grande que nem me mexia,
ouvi granidos no quintal passos estranhos,
começaram a mexer nas maçanetas das postas,
o estranho o vultos eram passados,
figuras estranhas e o medo toma conta da minha mente,
a luz volta com ficho de luz uma maquina fotográfica,
sinto frio na barriga do qual não sinto fundo,
meu corpo esta tremo - lo,
ouço vozes estranhas,
do nada a luz some tudo para,
vejo alarmes de carros tocarem,
tudo fica em silencio,
não consigo mais dormir,
o pavor toma conta do meu coração,
abro a porta olho o quintal todo,
não a nada só a gaiola dos pássaros no meio do quintal,
os pássaros com medo assustados,
levei eles pra dentro de casa.
agora estou dentro de casa com medo,
nem sei se ligo a televisão,
com muito medo,
vejo gente andar na rua olho pela janela
vejo que não estou louco,
e nem foi sonho foi real,
as pessoas estão com medo de entrar em casa...
e começar tudo de novo.
o que será isso meu Deus?
gente de outro mundo,
ou fantasmas, ate mesmo o chupa cabras,
não sei o que era nem quero saber,
que fique lá de onde veio.
e não volte mais agradeço a vista,
vai visitar outro lugar,
aqui não é Vargins Paulista,
procure sua turma obrigado.
por celso roberto nadilo

nossas vidas são diamantes a serem lapidados.

todos dias são sentença de um pecado sem perdão.

as trevas são flores no meu coração.

meus desejos são vestígios de um sentimento puro.

a beleza doce veneno,
que caminha na minha alma,
sem destino vagante num mar vazio,
embora esperança sorria para você,
o destino conspira com belo sentimento,
perdido no inicio ate fim dos tempos,
vagantes pura natureza,
destino sem volta,
ao qual pensamento fez parte de um passado,
sem limites no apogeu da minha alma.
por celso roberto nadilo

doce alma doce amor,
solitude doce amarga,
nessa vida de contrastes,
o belo é desejos no profundo prazer.
por celso roberto nadilo

a fontes do profundo desejo,
são armaduras propicias de traições e prazeres,
os atos são assassinatos do coração,
perdido no expresso da vida,
a vida não só feita de relatos e desejos,
o verdadeiro amor a onde está?
somos canibais de nos mesmo!
porque ser e não ser?
qual a realização do nobre sentimento,
desvariado ou oprimido seja o coração.
destituído tão próprio na intenção,
emboras mata por amor será amor?
ou é um estado maléfico de obter,
nos braços do coração...
o ciumes e bel prazer,
solitude amarga derrete meus pensamentos,
na aurora meus sonhos,que sonhos?
apenas um desejo oprimido no coração.
por celso roberto nadilo

o paradoxo da minha alma é simplicidade que deixa alma no vazio,
embora solitude branda os extremos do coração não se despõem,
em momentos afio as tribulações são marco do desejo,
disposto entre o atroz sentimento dedicação bela solidão,
transpor o fato meramente falta moral,
mais a moral é conceito morto nos dias de hoje bem como a decência,
tudo parte do partido da mídia que transferi aos corações famintos...
pelo consumo;
atirados num mundo de fetiches sem fim, declaro meu coração livre.
num desejo sem fim minha toca uma musica cantada a muito tempo,
não são marcas ou coisas que farão minha vida,
será meus pensamento na solitude da minha vida será parte do meu coração.
por celso roberto nadilo

a chuva toca pensamentos profundos,
na calada da noite, onde desejo pleno,
sentimento afoito espremi suas vontades,
ativo a solidão num passado tão presente,
tudo pode estar em silencio, mais não meu coração,
serpentes de vaidade da beleza estarrece,
ficam num momento como uma droga barata,
ato da beleza muda as pessoas,
embora isso seja um engodo,
ninguém muda só se deixa de existir na tua vida.
por celso roberto nadilo

sua alma é feita de prazeres dos quais a dor são doces,
sinta o desejo ais profundo ele dilacera tua carne,
a dor lhe da prazer lhe delicia em lugares secretos,
seus lamentos são desejos cobertos de sensações,
o prazer esta nos seus lábios, sinuosos no medo de sentir,
volúpia a carne derrete se a cada momento de desejo.
por celso roberto nadilo

sinta meus pensamentos,
olhe para tempo,
sinta meu coração,
tudo não tem sentido,
sinta o amor,
tento sentir,
sinta as emoções,
olhe que já passou,
sinta meu coração,
nada faz sentido,
olhe para tempo,
sinta meus sentimentos,
olhe para céu,
nada tem o mesmo sentido,
sinta meus sentimentos,
olhe que já passou,
nada faz sentido.
por celso roberto nadilo

caminho entre os mortos,
não se dão conta dessa forma...
que são apenas maquinas num sistema...
burocratas dominam suas mentes,
por meias verdades ainda pagam,
pelo silencio daqueles que lutam,
contra aquele que oprimem,
todos estão mortos...
veja que mundo na para,
sinta verdade que te consome por dentro.
a vida só isso?
esquecer do momentos de vitorias que estão,
na tua alma distante do sentimentos dos ladrões reais
a morte é doce no paraíso de riquezas empilhadas,
enquanto as maquinas do sistema não param,
estamos mortos...
sinta que outro mundo alem desse sistema.
por celso roberto nadilo