Coleção pessoal de celsonadilo
sinto a liberdade
nos sonhos do teu amor
e tudo explode...
podemos deixar o mundo em chamas
pois porque existir para o alem
tudo que temos hoje será eterno.
O que é alma de um pensador...
diante dos pensamentos,
são folhas ao vento,
que esplandece mo ardor do coração,
e perdida ao espaço e tempo,
entretanto o esparecer parece infinito,
diante a vida e suas adversidades,
alma seja seu meu espirito,
como podem disser...
podem ter minha alma,
mas nunca domaram meu espirito,
diante aqueles que são ditadores
sem escrúpulos ate a ganancias sem fim...
decoro parlamentar, descrença de um sonho,
liberdade ou morte, diante as lagrimas,
se passam a vaidade do ser passageiro.
de limitações ate um sonho que para o sempre
será único no derradeiro desejo da vida,
por ser ou não ser a obsessão de outras
horas a alma que tem tantos sentidos
para o teor de um ser que pensa.
em um tudo para um tudo,
neste mundo feito de passado,
despedaçado e o futuro sempre duvidoso,
em falhas que destino programa,
tão antes do que imagina seus sonhos.
meus sonhos duram até o amanhecer,
quando a morte te beijou,
no silencio tentei chorar,
em teus braços,
sua face fria e morta
deixou meu coração morrer,
num encanto que a noite deixou
que o amor seja apenas parte
da eternidade que restou
para o vazio dentro do meu peito,
tentei arrancar de minhas entranhas
mais ainda andas dentro de minhas profundezas,
o desejo caminha entre a vida a morte,
que brinca com meus sentimentos
para sempre vou te amar.
meus sonhos não tem cores,
diante do teu veneno,
meu tempo se tornou
um abismo que te amou,
todos olham com alma limpa
não mais uma alma,
só profundezas da escuridão.
as trevas brinca dentro do coração,
quando ninguém mais pensa,
seus atos são cortes que para sempre
vão sangrar diante teus sentimentos,
todos estão mortos...
me sinto tão bem olhando no profundo dos seus olhos enquanto morre suas esperanças e sonhos passam pelos seus olhos...
e desejo te matar varias vezes até não sobrar mais nada, alguns dizem raiva dentro do prazer mas é apenas desejo de ver seu fim.
Tolerância,
Vos o digo... Que foi
Sobretudo o infinito do inferno...
A procuro nas profundezas
Sempre a procuro dentro da escuridão...
De repente te acho entre dois mundos...
E passo os melhores momentos...
Quando a tenho seu corpo definha
Sob o dor atroz
Vamos brincar nas janelas dos céus...
E depois olhar para baixo e rir...
De mundo ausente...
Por anjos que sussurram palavras...
Lhe pareceu uma musica...
Quando dizem que o amor
E um coração partido.
Por promessas e desejos
Que nunca se cala diante...
O precipício profundo da humanidade.
Tudo não passa de momentos.
Até que o abraço da morte.
Seja um cálice de dor sem compreensão.
Entre as vaidades do mundo
Destruído pelos sentimentos.
A morte sempre tem com o amor.
Como seu infinito destino...
Porque não tem coração amor...
De profundezas esteja caindo
E caindo pelas beiradas da paixão.
Caminhos de solidão... Que se expressa.
No distante paradigma...
vou te amar para sempre...
Certezas em vertentes se dá...Saudades...
Embora esteja seco em teu coração...
A morte para o mundo seja apenas....
A decomposição de elementos que
Definham sobre estado inerte...
Dessa vida para época que são esquecimento...
Parece um remédio... Como uma porre.
De detalhes sobre os temerosos dias.
fio da solidão,
síndrome do amor,
que ao tanto
suporto,
ser por ser ainda mais viver
por mais ou menos
o frio apenas...
teu sorriso,
sonho que passou,
por entanto olhou
num mundo perdido,
por ausência,
declamo o amor,
no frio da solidão...
pareço sobre o horizonte,
e assim desdenho
o sentimento voraz,
para que esses sejam
apenas um momento,
que se possou,
diante de tantos detalhes...
sendo absurdo...
nas exclamações do amor...
paira sobre a clareza,
bem tons de cinquenta de cinza...
que lhe pareça um clichê,
de puras frações da alma,
sem redenção,
para um mundo ausente,
por estar anonimamente,
vagando pelas frestas do coração...
nascemos e morremos
por mascaras que infringimos
verdades que não se calam
e mentiras que são descobertas
pela virtude da justiça
somos calados e amordaçados
mais nunca serão contidos
pela liberdade de sonhar.
morte ao desmandos dos homens,
morte as palavras que se perdem,
morte a aqueles que exploram morte aos abandonados,
morte a liberdade que se perde em concursos.
morte para ideais que não tem pronuncia...
sobre sonhos perdidos para aqueles perdem o senso
no teor de suas vidas, por suas pronuncias
serem o teor dos dias que se passam amarrados,
por equivalente o seja mais o que imagina,
sobre os seres que assim sobrevivem.
no lixo se dão outro nome, reciclagem,
assombro e ate piores sonhos...
a vida seus desmandos,
por bocado seja mais um dia de vida,
embora a morte seja indigna,
por que pensar e falar logo existo,
entre esses o momento pareça burro de carga,
outros a fome, se torna o momento de mudez
na tristeza da riqueza de detalhes,
matem os ricos que por assim felizes por momentos
de futilidade que é viver ou apenas existir,
honra por passado por um berço de ouro,
tudo que se passa a carne exposta como num açougue,
casa de carnes por assim se diz moda,
a morte por sua vez os leva do mesmo jeito...
calados pois aclamados em beira da loucura
desfruto meramente do olhar de um mundo cruel,
em teus limites sois que é sobreviver,
em goles de bebidas alcoólicas,
drogas que se faz outra realidade,
que amarga até a morte, simplórios os diga,
assim momento se repete o de repente,
o dinheiro a riqueza que aflora por ser roubada,
nos espaços que aparece ser a felicidade espaça
em simples denotação dos momentos de amor,
assim se aparenta desdenho da solitude,
no entanto que são amores e traições dentro da paixão,
cobiçada pela morte de seus ideias, tais o amor eterno,
mesmo se pensando de mundo soberano,
pena se pois os valores que pregam são apenas
frutos de ardi o da morte,
que se façam palavras e dizeres entre tantos meros
fantoches do amor ou teor que rouba a vida,
se desmorona em romances, para a vida até morte...
se derruba o consumo de tudo para o tudo,
no nada se defere entre outros o desespero
que assim se alinha na virtude de tantos por poucos,
serem ditos por assim mais um dia.
se faça a vida embora a morte lhe imponha
os paradigmas da humanidade,
morte a liberdade puros sonhos.
calo - me pois a amor,
por mais ou menos,
angustia sois!
nos tais dias a noite,
pois me devora,
seduz por assim,
um momento,
lagrimas que se passaram,
parou - me, no teu ser abrupto...
cavas - por então olho para o céus
sem significância... para ti o amor,
sempre para sempre benéfico...
o surgido de tais aspirações...
silencio - apos paradigma,
lhe narro meus desejos e sonhos,
translúcidos, por estantes,
perde - se com destino.
verazmente o que sois a liberdade,
embora sejas o triunfo das absurdas
sensações que se perdem no ar
e no tempo por onde se escorre
com terror do silencio...
poesia do sangue que escorre sob meus desejos
encobri o luar de tua voz que se cala na escuridão,
sobre pesadelos maduros da perfeição,
são parte de arco do destino,
quando espero o sono eterno
a musica de tua alma soletra
o trevor de dias conturbados,
ao mesmo tantos momentos,
passa se numa crueldade,
para o vicio da morte,
o mundo se perde para um pesadelo
no qual todos sorriem sentimentos
puro desprezo, em falhas grotescas
retalho o silencio na nudez da escuridão.
Não chore volte a dormir,
no domínio do mundo
não ligue para eles dizem,
volte a dormir,
ninguém vai ouvir seus gritos
se ouvir estará do lado da ordem mundial,
salve se e volte a dormir
em frente da televisão todos são lindos
sobreviva a ele e chore pois todos morremos,
seus olhos morrem sua vida pertence a eles
a prisão de sonhos são uma janela para o céus
que arde em chamas,
a voz a consola faz parte da escuridão,
e tudo está ao vivo...
sou uma maquina em meus sonhos,
o mundo não passa de informações,
a morte um presente para poucos,
seus beijos são mágicos,
para o céus abrem janelas,
aonde a morte ri de suas lagrimas...
o mundo ganha novas atualizações,
estamos perdidos pelo fruto da morte,
cores ganham seu dever,
com seu coração fechado,
lagrimas escorre de uma alma...
mais um sonho terminou sem sentido.
flores tem gosto da morte em teus lábios,
destino frio sem maldade de nossos sonhos,
vertem o sangue que esta derramado pelo amor,
palavras ferem com profundeza do gosto de nos sonhos.
para todos um feliz momento, adeus torna se convidativo...
nesta escuridão somos o tudo e sentimento
some quando vejo as luzes do além em teus olhos
um pouco a mais de mim morre...
e todos vem um mundo de tantas cores numa agonia sem fim.
