Coleção pessoal de giovanesilvasantos1

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Palavra amarga

Uma flecha na multidão, fere por não ter a direção, o alvo, o coração, o arco língua que dispara salivas de insensatez, nem sempre é maldade, mas um desequilíbrio da verdade, uma veste inquieta, o fluir da mente, pela cobiça, pela cega vista, um dom da natureza carnal, onde não há um cuidado de abater o mau, um destilar perverso, confesso que também me apresso em ser contaminado por essa peste que bulina, que a paz assassina, contudo se vai a reivindicação, o clamor e a petição, que desse mau o senhor nos aparta, dessa tal palavra amarga.


Giovane Silva Santos

A ignorância é berço de felicidade terrena.

“Conhecimento sem atitude é sucesso morto.”

Giovane Silva Santos

“A omissão da coragem lhe propõe atestar a incapacidade.”

Giovane Silva Santos

“E quando se enxerga ninguém no espelho.”

Giovane Silva Santos

“Plantio sem fé, fruto duvidoso.”

Giovane Silva Santos

“A poesia é a arte que ri, chora, canta, grita e cala.”

Giovane Silva Santos

"O dinheiro é a bíblia da elite bossal."

Giovane Silva Santos

Eu sei que lembras de tudo senhor

Mais uma vez senhor elevo te minha petição
Examina minha mente e coração
Desde o ventre materno
Que meus feitos males não sejam eternos

Eu sei que lembras de tudo senhor
Quando falhei senti a dor
Foi deserto e furacão
Aquele vale da morte que levou minha sorte
O vento fechou a porta e a vida me deu um não
Se mereci ou não, és tu senhor que avalia minha direção

Quero pedir sem orgulho e aberto
Preciso da misericórdia de perto
Sozinho não atravesso o deserto

Fui um fruto duvidoso
Um galho murcho
Um cão raivoso
Um mendigo sujo
Um malandro medroso

Também sonhador
Um pensante amador
Ainda que os adjetivos são escassos
Tento endireitar os passos
Se a culpa me persegue
Que me defenda o advogado e não negue
Clamo a ti senhor pela oportuna redenção
Seu espírito em mim fazer habitação.

Eu sei que lembras de tudo senhor
Quando falhei senti a dor
Foi deserto e furacão
Aquele vale da morte que levou minha sorte
O vento fechou a porta e a vida me deu um não
Se mereci ou não, és tu senhor que avalia minha direção


Giovane Silva Santos

O tempo do plantio e colheita

Pode durar uma eternidade
Ainda assim vale a pena
Manter a mente serena
Na varanda da verdade

O tempo do plantio e colheita
Se acontece hoje se aceita
Porém se demora a razão estreita

São rebentos misteriosos
As honras e prazeres
O que se é certo de fazeres

De tudo mais profundo e sensato
A toda ignorância de cada ator
Minha insignificância é fato

Por mais que eu não entenda a suas promessas
Eu não mais ando de tanta pressa
É tudo confuso a cada aniversário
Meu prazer é inimigo do calendário

O tempo do plantio e colheita
Se acontece hoje se aceita
Porém se demora a razão estreita

Vou então tentando aceitar e entender
Continuar plantando é o que vou fazer
Porém senhor a tua mão eu quero enxergar
Quando eu não consigo que o senhor possa adubar.

Giovane Silva Santos

A fé pela transformação

Pela palavra cantada
Na canção mais amada
Rebento de esperança
No rebuliço e compasso da dança

Mais uma tentativa de uma nova canção
A fé pela transformação
No choro e no riso, correndo e rastejando
Se alcanço ou desisto estou clamando

Meu senhor aceite esse rebento rebelde
Esta alma inquieta
Este ente que o deserto apossou
A sorte deste que o vento levou

Minha petição possa não ter merecimento
Porém a sua misericórdia enxerga meu lamento
Tua bondade sem limite que julga a justa causa
A compaixão que jorra sem pausa

Mais uma tentativa de uma nova canção
A fé pela transformação
No choro e no riso, correndo e rastejando
Se alcanço ou desisto estou clamando

Um renovo, zerando as contas em tenho pedido
Criar uma intimidade contigo
Fazer em ti o verdadeiro amigo
Perdoe senhor se olho demais para meu umbigo.

Giovane Silva Santos

Os males da língua

És maliciosa menininha inquieta, uma mejerinha desonesta, cutuca, ataca, desorienta e provoca, a língua, a míngua, a cantiga destruidora, uma enferma amadora, uma incansável cantora, uma peste viva, malina, bulina, assassina, covardia e tempestiva, sempre ativa, incansável inimiga da paz, desonra o silêncio, corrompe a imagem, guardada no traje, a que ela solta é perigo profundo, a inimizade do mundo, culpa do coração ou do mental? Pergunta pra ela e logo mente, o espírito arrepia e a alma sente, o caráter corrompe, a integridade esfria e o cérebro quente, dilacerante processo diferente, quando o domínio do pensar, a moderação do falar, combate as fadigas provocada pelos males da língua, duplamente sofre quem sabe e provoca toda essa intriga.

Giovane Silva Santos

sexta-feira, 31 de maio de 2019
Esse mundo é mesmo um lamento cão.
O gozo existe.
Porém com muita lamentação.

Ocupar o tempo com aberração.
És assim como tradição.
Insensatez e mazelas.
Palavras ao leo são elas.

Porém compreendo que muitas possuem um interesse sadio.
Uma palavra amiga, um abraço a confortar.
Pois o destino encarrega de acender o pavio.
Devemos ter força em apagar.

Estar com as chamas da amizade, da coragem.
Cultivar humildade, matar a trairagem.
Ter laços de um bom espírito de vida.
Escrever páginas, ainda que não são lidas.
Meu decorrer e o seu é uma história.
Tudo passa, até a memória.

Giovane Silva Santos

“Esse mundo de situações incríveis e superação arrepiante, faz me um morto, um idiota torto.”





Giovane Silva Santos

“Eu já falei tantos absurdos, que só eu concordei.”

Giovane Silva Santos

“Eu agradeço pelas rosas que recebi, embora eu não soube transformá-las em jardim.”

Giovane Silva Santos

“Confesso que procuro, seu eu não me encontrar, continuarei perdido.”

Giovane Silva Santos

“Talvez o segredo é regar o invisível, acreditar no que muitos acham impossível.”

Giovane Silva Santos

“Ninguém está isento a roda do vento, que gira, gira, o tempo.”

Giovane Silva Santos

“Não sei qual a idade da beleza do rubi, do diamante, da esmeralda, mas a rainha da minha vida é um tesouro desse quilate.”

Giovane Silva Santos