Coleção pessoal de GilNunes
Simplificar o jeito de viver valorizando aquilo que realmente tem valor, valoriza a vida, tornando-a mais rica de verdade sem falta alguma.
Não! Não sou bom. Não sou santo. Sou humano. Sou homem. Sou carne. Sou osso. Sou sangue. Sou pó. Um ser. Frágil. Assim.
Antes de falar mal de mim, procure conversar comigo e saberá que muitos conceitos e preconceitos se quebrarão nesse dia. Enfim!
Salvem-me das línguas falazes, elas detonam tudo aquilo que há de mais puro e valioso em mim. Elas não me conhecem. Apenas falam mal de mim.
Sim, tenho tudo para lhe agradar; amor, conhecimento, conto, prosa, ensaio, música, poesia e um bom livro de sentimento.
A raiz do amor, digo, do amor de verdade, é o alicerce para que o que mais valerá sempre há de ser, a própria vida.
Trabalho, não para ficar milionário, talvez mais pelo conhecimento, pelo amor, pelo sentimento, pelo que penso, levando tudo comigo.
Meu coração é puro, cuido bem dele, vejo que a pureza que nele há, me protege nos dias de tempestades insolentes.
Não sou adiantado e nem sou atrasado, sou na medida certa para a necessidade que me impulsiona a ser exatamente o que sou.
Se eu morrer hoje, sei que morri lutando contra os muros que separam as pessoas e impossibilitam a felicidade delas.
Podem enjaular o meu corpo, porém, jamais os meus sentimentos e os meus pensamentos na liberdade de me expressar.
Toda falta de paciência gera incompetências desastrosas que nem nós mesmos acreditamos que fomos capazes de vivenciá-las.
O grande desafio da vida é ter paciência no exato momento em que a paciência resolveu pedir-nos férias compulsórias.
O seu valor intrínseco vale tanto, mas vale tanto, que nem precisaria agregar outros valores em você.
