Coleção pessoal de gigglesbraguinha

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”[…]Vou me acalmar a alma, relaxar, deixa estar porque tudo irá passar, vou respirar fundo e deixar o meu sorriso fluir naturalmente. Preciso mesmo é de ficar em paz comigo mesma, deixar o coração quieto e sozinho. Preciso do meu tempo, do meu espaço, preciso de um pouco de solidão, ando precisando de sorrir e chorar sozinha, de cantar, de dançar, fumar, tirar pontas duplas do cabelo, preciso de pensar…sozinha. […]Quero apenas estar comigo mesma, nesse momento sou a melhor companhia para mim, não quero precisar de nada agora. Quando tudo estiver tranquilo, irei soltar o coração e esbanjar sentimentos outra vez, mas enquanto isso vou-me esconder, vou-me aquietar. “

Nem todas as palavras me convence, nem todas as pessoas eu admiro com tanta veemência, tenho uma paixão nata por desconfianças, mas acho tudo isso muito lícito.

Olha à direita e à esquerda do tempo, e que o teu coração aprenda a estar tranquilo.

Sentamos por uns instantes e começamos a pensar, mas não pensamentos comuns, pensamentos distantes, logo então começamos a falar, pusemos-nos a pensar alto. E logo surgiram perguntas: como o destino une seres tão diferentes, como o destino ainda os deixa juntos, como o destino pensa que isso algum dia iria resultar, pensamos e tentamos raciocinar como ele. Mas apenas chegamos a conclusão de que, quando existe algo mais do que coincidências isso já pode ser sentimentos fortes, sentimentos marcantes, pode até ser amor.

Ambos estamos cansados, mas ambos não conseguimos desistir, ambos sentimos, ambos escondemos, ambos teimamos, ambos somos orgulhosos, ambos amamos. Somos tão complicados, de se entender e de se lidar, somos tão complicados até para ajeitar tudo-direitinho. Somos desajeitados, somos desequilibrados, somos assim meio defeituosos. […]Você e eu, assim, tão complicados.

Nós gastamos muito o nosso tempo apenas juntos, gastamos muito o nosso tempo apenas falando sobre o que queremos ser, me fale do que quer fazer no futuro, que eu te falerei que quero apenas estar contigo, nós gastamos muito tempo tentanto fazer com que isso dê certo, me fale mais um pouco do que sente por mim, e me pergunte do que eu sinto por ti, me fale mais do que pretende que sejamos no futuro. […]Sonhamos muito…mas não há nada como eu e você, não há nada como nós. Mas nunca vai haver nada como nós os dois

Ela não era uma moça cheia de sentimentos, ela transbordava-os.

Espera até que as lágrimas sequem, até que as lembranças se vão, até que os momentos sejam esquecidos, até que eu não me lembre mais, espera até que o meu coração acalme, espera até que eu me encontre outra vez.

Eu sou assim, as vezes eu me perco em mim mesma, fico sem saber quem eu realmente sou, fico perdida por ai, tudo fica tão confuso, eu acabo errando com tudo e com todos, eu não cometo erros eu sou o meu próprio erro. Eu acabo machucando os outros e a mim mesma com as minhas atitudes e palavras.

Des(ocupa) meu coração.

Deixa-me sair daqui. A única coisa que eu sei fazer é sentir. Preciso que me ensinem a enganar-me. Preciso que me ensinem a interromper os meus sentimentos.

E quando tentava pensar em mais nada, pensava em tudo e tudo lhe vinha a cabeça, os seus pensamentos transbordavam e ela perdia-se em si mesma.

Sorria para não declarar tristeza, fechava os olhos para as lágrimas não caírem, e assim conseguia disfarçar todos aqueles sentimentos dentro dela.

O tempo passa rápido e com ele leva as estações, leva também as dores, os sofrimentos e as alegrias, deixa apenas as lembranças. Com ele, leva as estações de muito sol, de sorrisos irradiados, leva as mais frias, de amores inacabados, leva também as estações mais floridas, bem estas que são as melhores, mais bonitas, estas onde todos os dias parecem mais bonitos que o anterior. Leva tudo consigo, deixando apenas os corações despedaçados ou os com pedaços inteiros, deixando apenas, amores inteiros ou pela metade, deixando apenas aquilo que restou de tudo, ou um tudo a mais

-Você está sempre tão calada, porque?
-Não tenho nada para dizer apenas.
-Nunca?
-As vezes tenho.
-E porque não diz?
-E alguém se importaria?

-Parece um furacão- Não, ela não referia-se ao tempo e sim aos seus sentimentos. -O que antes era apenas uma leve ventania, descontrolou-se e transformou-se num furacão- Um turbilhão de sentimentos misturados dentro de uma pessoa só, questionava-se ela. Apenas o que se podia fazer era esperar isso passar e arrumar os danos que causaria.

Decidi então, por os problemas a parte, pensar em mim, na minha felicidade, antes eu pensava que a minha felicidade era você, te ver bem me fazia feliz, mas eu percebi que eu não estava assim tão feliz, decidi então por um ponto final em você, seguir em frente era preciso naquele momento, sem olhar para trás, sem olhar mesmo, então assim fiz, e tentei, e tento e ainda vou tentar quantas vezes for precisas, por que o que mais me importa agora, é apenas a minha felicidade.

Sempre fui daquelas, que mais erravam do que se quer alguma vez acertavam no amor ou em qualquer outra coisa na vida, sempre fui assim meia ou toda errada, nunca fui escolha prioritária na vida dos outros, mas também nunca me importei realmente com isso, nunca fui boa a-toda-hora nem tanto quanto má […]nunca fui de agradar a todos e muito menos de fazer por isso, sempre fui a mais errada, incorreta, aquela que ninguém entendia.

Sinto-me tão vazia agora, tão cheia de nada, tão pobre de sentimentos, tão rica de indecisão, tão cheia de decisões. Sinto-me pouco bem, acho que nada bem, sinto pouco e tudo o que sinto é menos ainda. […]Sinto vazio, mas não me dói, não me alegra, não me faz absolutamente nada, Deixe-me assim vazia, pelo menos por enquanto, pelo menos por agora. Deixe-me assim, vazia apenas.

Parece que está tudo tão escuro, mesmo a luz do dia, mesmo a todo tipo de luz, parece que tudo desvanece, tudo tão obscuro […] Sinto-me fraca, sinto-me nada, não me sinto…não sinto nada. Está tudo tão vago por aqui, é tudo muito indistinto, os lugares, os olhares…meu coração. Sobra espaço, falta um pouco de tudo em mim, paz, amor, desamor, calma, paciência. Sou cheia de faltas, de coisas que não sei ter.