Coleção pessoal de GabrielaStacul
Ei menina, do que adianta todas essas roupas de grifes, cabelos sedosos, pele lisa, e um corpo sarado, na carteira muito dinheiro, na garagem um carrão, se você não sabe viver.
Nunca quis um amor pra chamar de meu, o que eu quero é um amor que entenda meu jeito de amar, meio em silêncio, meio solto, meio desconfiado, e por inteiro verdadeiro.
Ainda quero entender o que me mantem nessa batalha, quando eu deveria apenas da as costa, e ir embora.
O problema é que eu nunca tirei meus pés do chão, acho que me falta voar, vê além do que meus olhos podem enchergar, e na vontade de querer, lutar.
As pessoas sempre falam que é melhor se arrepender de algo que fez do que de algo que não fez. O problema é que nesse caso eu não sei se eu fiz ou deixei de fazer. Você me entende?
Setembro sempre me assusta, vem aquele choque de realidade, mais um ano sem minha tão sonhada conquista. Que ele possa pelo menos me proporcionar sorrisos, por novos motivos.
Sabe aquelas pessoas que acham que te enganam? Então, eu deixo elas pensarem assim, até estarem no auto da sua confiança, só pra eu ter o prazer de despencá-la de lá.
Aquele colchão macio, lenções limpos, o relógio marca mais de meia noite, e o sono não vem, a madrugada vai chegando e com ela o desespero também. (Pra quem tem que acordar cedo)
Cada dia que passa tenho mais certeza que a música faz milagres em mim, música boa me leva a dimensões jamais conhecidas por mim, e pra quem me vê em tão intenso estado de loucura (talvez), saiba que não uso e nunca compreenderei o uso de drogas num mundo com tantas poesias dopante a base de vozes milagrosas.
De você eu quero o raio-x completo do meu corpo, só que ao invés de ser com os olhos, eu quero com a boca.
Na boa, se eu gostasse de mistérios, moraria no fundo do mar.
(Pessoas que querem falar comigo e não se identificam, a próposito, não me deixam curiosa, me deixam com antipatia)
