Coleção pessoal de Gabriel86
A todo instante estamos reagindo a algum estímulo, seja ele bom ou ruim. Mas, se agirmos apenas seguindo nossos padrões inconscientes, cairemos facilmente na armadilha dos esquemas já formatados de nossos hábitos mentais negativos. Os padrões positivos são sempre bem-vindos - eles são um recurso valioso quando estamos diante de desafios físicos e emocionais. O fato é que não é fácil mudar nosso ambiente interno se não acendermos as luzes de nosso mundo interior.
Abrir-se para si mesmo é ao mesmo tempo um ato de coragem e autocompaixão.
Ao passo que nos compromissamos com o processo de autoconhecimento, aumentamos o sentimento de respeito pelo outro. Por amá-lo, queremos poupá-lo das neuroses de nosso apego. Amar, segundo o budismo, é o desejo de ver o outro feliz. Neste sentido, liberá-lo de nossos medos e manias já é um bom modo de contribuir para a sua felicidade..
As causas das nossas dificuldades e das nossas doenças são o que nos somos, eu precisaria dizer isso a cada pessoa que encontro falando o que acontece quando você olha pra alguem e seus olhos refletem a sua insatisfação com a vida, e aquela pessoa é apenas uma justificativa para você exercer o que você tem dentro de si. Nos precisamos melhorar e deixarmos de dizer que aquilo que nos incomoda é o outro.
Deixar de fazer o mal, fazer o bem e purificar a mente: essa é a lição de todos aqueles que despertaram.
Posso responder resumidamente: o homem só é feliz se puder desenvolver e utilizar todas as suas capacidades e possibilidades.
Portanto, toda e qualquer decisão unilateral deve ser recusada. Se Aristóteles vivesse hoje, talvez ele dissesse que a vida de uma pessoa que só cultiva o corpo é tão unilateral - e portanto tão lacunosa - quanto a vida de outra que só usa a cabeça. Ambos os extremos são expressão de um modo errado de viver a vida.
Talvez a verdade seja uma questão de ponto de vista e a mentira um ser mutável que igual à larva da borboleta com o tempo torna-se aceitável, ficando a critério de cada um escolher a sua verdade... A mais agradável!
A capacidade de nos surpreendermos é a única coisa de que precisamos para nos tornarmos bons filósofos (...) E agora tens que te decidir, Sofia: és uma criança que ainda não se habituou ao mundo? Ou és uma filósofa que pode jurar que isso nunca lhe acontecerá?... Não quero que tu pertenças à categoria dos apáticos e dos indiferentes. Quero que vivas a tua vida de forma consciente.
Sofia colocou os óculos. Tudo à sua volta ficou vermelho. As cores claras ficaram vermelho-claras e as escuras vermelho-escuras.
- O que você está vendo?
- O mesmo de antes, só que vermelho.
- A explicação para isto é que as lentes dos óculos determinam o modo como você percebe a realidade. Tudo o que você vê é parte do mundo que está fora de você mesma; mas o modo como você enxerga tudo isto também é determinado pelas lentes dos óculos. Você não pode dizer que o mundo é vermelho, ainda que neste momento ele pareça vermelho.
“QUERO QUE CADA SER HUMANO NÃO TEMA A MORTE OU A VIDA, QUERO QUE CADA SER HUMANO CHEGUE À MORTE EM PAZ, RODEADO DO MAIS SÁBIO, CLARO E TERNO CUIDADO, ENCONTRANDO A FELICIDADE SUPREMA QUE SÓ PODE VIR DA COMPREENSÃO DA NATUREZA DA MENTE E DA REALIDADE”
Os homens fazem a sua própria história, mas não o fazem como querem... a tradição de todas as gerações mortas oprime como um pesadelo o cérebro dos vivos.
