Coleção pessoal de filizzolinha

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Eu gosto de mimo, carinho, atenção. Não escondo isso de ninguém.

Que maldita dor é essa?! Uma saudade com rancor. Um rancor com vontade de rever, ver, querer mais e mais e mais.

Sem paciência pra ser gentil com quem não se esforça pra ser humilde.

Dias em que padeço taciturna são comuns, geralmente doloridos, mas efêmeros. Então eu sento e uso as letras pra exorcizar todos os meus fantasmas, dores e angústias.

Não devemos criar expectativas se não temos como corresponder ao sentimento por elas despertado.

Meus sonhos não são mais os mesmos. Lamento. A água do rio não é mais a mesma. Eu me contento.

Eu não consigo compreender algumas pessoas. Talvez por elas serem muito parecidas comigo.

Que essa saudade que me consome se transforme em alento para esse choro que ainda insiste em me tirar o chão.

Um dia escreverei um livro sobre mim. Escrevê-lo-ei na alma. Só as pessoas que me amam de verdade saberão o que nele contém. Quem ama lê a alma.

A gratidão é tão rara quanto a verdade.

Esse choro escondido não me esconde dessa dor.

Eu não quero que ninguém entenda. Só entende quem vive. Não desejo isso a ninguém. É uma dor imensa. Um vazio. Uma saudade. Um amor no céu.

Nas madrugadas transformo meus sonhos em risos, cantos e sorrisos. Tinta e Papel.

Eu me afasto quando eu sinto que não sentem minha falta.

A partir do momento que nos tornamos pessoas públicas, temos que aprender a conviver com pessoas mediocres. (?)

Não contrarie seus princípios. Não dormirás o sono leve de sempre. E ainda machucarás o teu coração.

Há coisas que é necessário fazermos pra entendermos que não devemos fazer mais.

Eu me escondo no meu medo de te querer.

Amor: uma paixão madura que nada tem de paixão. Não é fogo, é água. Não é carne, é coração.

Tão bom ser feliz sem ter motivos e, os tendo, saber reconhecer as causas de um sorriso verdadeiro.