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Coleção pessoal de fernando_kabral

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⁠CARTA DE PRINCÍPIOS

A idéia da formação de um partido só dos trabalhadores é tão antiga quanto a própria classe trabalhadora. Numa sociedade como a nossa, baseada na exploração e na desigualdade entre as classes, os explorados e oprimidos têm permanente necessidade de se manterem organizados à parte, para que lhes seja possível oferecer resistência séria à desenfreada sede de opressão e de privilégios das classes dominantes. Mas sempre que as lideranças dos trabalhadores e oprimidos se lançam à tarefa de construir essa organização independente de sua classe, toda sorte de obstáculos se contrapõe aos seus esforços.
Essa situação vivida milhares de vezes em todos os países do mundo vem acontecendo agora no Brasil. Começando a sacudir o pesado jugo a que sempre estiveram submetidos, os trabalhadores de nosso país deram início, em 12 de maio do ano passado (greve da Scania), à sua luta emancipadora. Desde então, o operariado e os setores proletarizados de nossa população vêm desenvolvendo uma verdadeira avalanche pela melhoria de suas condições de vida e de trabalho. A experiência dessas lutas tem como resultado um visível amadurecimento político da população trabalhadora e o crescimento, em quantidade e qualidade, de suas lideranças. Esse rápido amadurecimento político pode ser visto claramente no aprimoramento das formas de luta de que os trabalhadores têm lançado mão. O início das lutas é marcado por um período de greves brancas nas fábricas. Já os embates mais recentes, dos quais a greve geral metalúrgica do ABCD é o melhor exemplo, mostram a retomada, em toda a linha, das formas clássicas de luta: grandiosidade das assembléias gerais, a ação decisiva dos piquetes e dos fundos de greve. Os trabalhadores entenderam ao longo desse ano de lutas que as suas reivindicações mais sentidas esbarravam em obstáculos cada vez maiores e é por isso, dialética mente, que vão sendo obrigados a construir organizações cada vez mais bem articuladas e eficazes. Diante da força da greve do ABCD, os patrões e o governo precisaram dar-se as mãos para impedir o fim da política do arrocho salarial e o fim das estruturas semi fascistas que tangem os nossos sindicatos. Os patrões usam de todos os meios ao seu alcance para quebrar a unidade dos trabalhadores, ao mesmo tempo em que se recusam a reconhecer os acordos obtidos no período das greves fabris. O governo desencadeia sua repressão: os sindicatos são invadidos e suas direções destituídas oficialmente, enquanto nas ruas a polícia persegue os piquetes e tenta impedir, pela violência, que os trabalhadores consigam local para se reunir. Por seu lado, o apoio que os metalúrgicos conseguem dos demais trabalhadores, embora seja suficiente para impedir que a repressão se aprofunde e faça produzir um recuo parcial, carece de maior conseqüência, devido, é claro, não à inexistência de um espírito de solidariedade, mas sim devido às limitações do movimento sindical e à inexistência de sua organização política. Tanto isso é verdade que as lideranças da greve são obrigadas a se escorar no apoio, muitas vezes duvidoso, de aliados ocasionais, saídos do campo das classes médias e da própria burguesia. Não puderam os trabalhadores expressar de modo mais conseqüente todo o seu apoio aos grevistas do ABCD, e essa impotência tenderá a continuar enquanto eles mesmos não se organizarem politicamente em seu próprio partido. É por isso que a idéia de um partido dos trabalhadores, ressurgindo no bojo das greves do ano passado e anunciado na reunião intersindical de Porto Alegre, em 19 de janeiro de 1979, tende a ganhar, hoje, uma irresistível popularidade. Porque se trata, hoje, mais do que nunca, de uma necessidade objetiva para os trabalhadores. Cientes disso também é que setores das classes dominantes se apressam a sair a campo com suas propostas de PTB. Mas essas propostas demagógicas já não mais conseguem iludir os trabalhadores, que, nem de longe, se sensibilizaram com elas. Esse fato comprova que os trabalhadores brasileiros estão cansados das velhas fórmulas políticas elaboradas para eles. Agora, chegou a vez do trabalhador formular e construir ele próprio seu país e seu futuro. Nós, dirigentes sindicais, não pretendemos ser donos do PT, mesmo porque acreditamos sinceramente existir, entre os trabalhadores, militantes de base mais capacitados e devotados, a quem caberá a tarefa de construir e liderar nosso partido.
Estamos apenas procurando usar nossa autoridade moral e política para tentar abrir um caminho próprio para o conjunto dos trabalhadores. Temos a consciência de que, nesse papel, neste momento, somos insubstituíveis, e somente em vista disso é que nós reivindicamos o papel de lançadores do PT. O povo brasileiro está pobre, doente e nunca chegou a ter acesso às decisões sobre os rumos do País. E não acreditamos que esse povo venha a conhecer justiça e democracia sem o concurso decisivo e organizado dos trabalhadores, que são as verdadeiras classes produtoras do País. É por isso que não acreditamos que partidos e governos criados e dirigidos pelos patrões e pelas elites políticas, ainda que ostentem fachadas democráticas, possam
Propiciar o acesso às conquistas da civilização e à plena participação política para o nosso povo. Os males profundos que se abatem sobre a sociedade brasileira não poderão ser superados senão por uma participação decisiva dos trabalhadores na vida da nação.
O instrumento capaz de propiciar essa participação é o Partido dos Trabalhadores. Iniciemos, pois, desde já, a cumprir esta tarefa histórica, organizando por toda parte os núcleos elementares desse partido.
1. A sociedade brasileira vive, hoje, uma conjuntura política altamente contraditória e, sob muitos aspectos, decisiva quanto a seu futuro a médio e longo prazos.
Vista do ângulo dos interesses das amplas massas exploradas, desde sempre marginalizadas material e politicamente em nosso país e principais vítimas do regime autoritário que vigora desde 1964, a conjuntura revela tendências extremamente promissoras de um futuro de liberdades e de conquistas de melhores condições de vida. Dentre as tendências auspiciosas, destaca-se a emergência de um movimento de trabalhadores que busca afirmar sua autonomia organizatória e política face ao Estado e às elites políticas dominantes.
Esse é, sem dúvida alguma, o elemento inovador e mais importante da nova etapa histórica que se inaugura no Brasil, hoje. Contudo, a par dos dados auspiciosos da conjuntura política, coexistem também perigosos riscos, que podem levar as lutas populares a novas e fragorosas derrotas.
Aqui, cabe destacar que o processo chamado de abertura política está sendo promovido pelo mesmos grupos que sustentaram e defenderam o regime hoje em crise. Com a evidente exaustão de amplos setores sociais com o regime vigente no País e com a crise econômica que abalou a estabilidade dos grupos dominantes que controlam o aparelho de Estado, os detentores do poder procuram agora, e até este momento com relativo êxito, reformar o regime de cima para baixo. Vale dizer, pretendem reformar alguns aspectos do regime, mantendo o controle do Estado, a fim de evitar alterações no modelo de desenvolvimento econômico, que só a eles interessa e que se baseia, sobretudo, na superexploração das massas trabalhadoras, através do modelo econômico de onde sobressai o arrocho salarial. Já está demais evidente que o novo governo militar pretende manter a continuidade dessa mesma política econômica ditada pelo capital financeiro internacional, agravada agora pelos planos de austeridade e recessão que já se esboçam. Isso significa que o sofrimento, a miséria material e a opressão política sobre a população trabalhadora tenderão a se manter e aprofundar.
O que significa estado de direito com salvaguardas? O que pretendem com anistia restrita? O que visam com a propalada reforma da CLT [Consolidação das Leis do Trabalho] e da Lei de Greve, urdidas secretamente? Qual o sentido da diminuição das penas previstas na Lei de Segurança Nacional e a preservação do espírito que informa essa mesma Lei?
Esses e tantos outros fatos indicam que o regime busca reformar-se tentando atrair para seu campo de apoio setores sociais e segmentos políticos oposicionistas, com vistas a impedir que as massas exploradas explicitem suas reivindicações econômicas e sociais e, o que é mais importante, a sua concepção de democracia. Em poucas palavras, pretendem promover uma conciliação entre os de cima, incluindo a cúpula do MDB, para impedir a expressão política dos de baixo, as massas trabalhadoras do campo e da cidade.
2. Essas afirmações não ignoram o fato de que o MDB foi utilizado pelas massas para manifestar eleitoralmente seu repúdio ao arbítrio. Tampouco pretendem ignorar a existência, entre seus quadros, de políticos honestamente comprometidos com as lutas populares.
Isso, no entanto, não pode impedir e não nos impede de apontar as limitações que o MDB – partido de exclusiva atuação parlamentar – impõe às lutas populares por melhores condições de vida e por um regime democrático de verdadeira participação popular.
O MDB, pela sua origem, pela sua ineficácia histórica, pelo caráter de sua direção, por seu programa pró-capitalista, mas sobretudo pela sua composição social essencialmente contraditória, onde se congregam industriais e operários, fazendeiros e peões, comerciantes e comerciários, enfim, classes sociais cujos interesses são incompatíveis e onde, logicamente, prevalecem em toda a linha os interesses dos patrões, jamais poderá ser reformado. A proposta que levantam algumas lideranças populares de “tomar de assalto” o MDB é muito mais que insensata: é fruto de uma velha e trágica ilusão quanto ao caráter democrático de setores de nossas classes dominantes.
Aglomerado de composição altamente heterogênea e sob controle e direção de elites liberais conservadoras, o MDB tem-se revelado, num passado recente, um conduto impróprio para expressão dos reais interesses das massas exploradas brasileiras. Está na memória dos trabalhadores a conduta vacilante de parcelas significativas de seus quadros quando da votação da emenda Accioly, da lei antigreve e de outras medidas de interesse dos trabalhadores. Apegado a uma crítica formalista e juridicista do regime autoritário, o MDB tem-se revelado impermeável aos temas sociais e políticos que tocam, de fato, nos interesses das massas trabalhadoras.
Amplos setores das elites políticas e intelectuais das camadas médias da população têm afirmado que “não soou a hora” de se dividir a oposição articulada no interior do MDB, afirmando que a democracia não foi ainda conquistada. Rechaçamos com veemência tal argumento. Primeiro, porque em momento algum podemos aceitar a subordinação dos interesses políticos e sociais das massas trabalhadoras a uma direção liberal conservadora, de extração privilegiada economicamente. Segundo, porque não podemos aceitar que a frente das oposições se mantenha às custas do silêncio político da massa trabalhadora, único e verdadeiro sujeito e agente de uma democracia efetiva. Tampouco consideramos que a existência de partidos políticos populares venha a contribuir para romper uma efetiva frente da luta dos verdadeiros democratas. O PT considerem imprescindível que todos os setores sociais e correntes políticas interessados na luta pela democratização do País e na luta contra o domínio do capital monopolista uni fiquem sua ação, estabelecendo frentes inter partidárias que objetivem conquistas comuns imediatas e envolvam não somente uma ação meramente parlamentar, mas uma verdadeira atividade política que abranja todos os aspectos da vida nacional.
3. O Partido dos Trabalhadores denuncia o modelo econômico vigente, que, tendo transformado o caráter das empresas estatais, construídas pelas lutas populares, utiliza essas empresas e os recursos do Estado, em geral, como molas mestras da acumulação capitalista. O Partido dos Trabalhadores defende a volta das empresas estatais à sua função de atendimento das necessidades populares e o desligamento das empresas estatais do capital monopolista.
O Partido dos Trabalhadores entende que a emancipação dos trabalhadores é obra dos próprios trabalhadores, que sabem que a democracia é participação organizada e consciente e que, como classe explorada, jamais deverá esperar da atuação das elites privilegiadas a solução de seus problemas.
O PT entende também que, se o regime autoritário for substituído por uma democracia formal e parlamentar, fruto de um acordo entre elites dominantes que exclua a participação organizada do povo (como se deu entre 1945 e 1964), tal regime nascerá débil e descomprometido com a resolução dos problemas que afligem o nosso povo e de pronto será derrubado e substituído por novas formas autoritárias de dominação – tão comuns na história brasileira. Por isso, o PT proclama que a única força capaz de ser fiadora de uma democracia efetivamente estável é a das massas exploradas do campo e das cidades. O PT entende, por outro lado, que sua existência responde à necessidade que os trabalhadores sentem de um partido que se construa intimamente ligado com o processo de organização popular, nos locais de trabalho e de moradia. Nesse sentido, o PT proclama que sua participação em eleições e suas atividade parlamentares se subordinarão a seu objetivo maior, que é o de estimular e aprofundar a organização das massas exploradas.
O PT não surge para dividir o movimento sindical, muito ao contrário, surge exatamente para oferecer aos trabalhadores uma expressão política unitária e independente na sociedade. E é
nessa medida que o PT tornar-se-á, inevitavelmente, um instrumento decisivo para os trabalhadores na luta efetiva pela liberdade sindical.
O PT proclama também que sua luta pela efetiva autonomia e independência sindical, reivindicação básica dos trabalhadores, é parte integrante da luta pela independência política destes mesmos trabalhadores. Afirma, outrossim, que buscará apoderar-se do poder político e implantar o governo dos trabalhadores, baseado nos órgãos de representação criados pelas próprias massas trabalhadoras com vistas a uma primordial democracia direta. Ao anunciar que seu objetivo é organizar politicamente os trabalhadores urbanos e os trabalhadores rurais, o PT se declara aberto à participação de todas as camadas assalariadas do País. Repudiando toda forma de manipulação política das massas exploradas, incluindo sobretudo as manipulações próprias do regime pré-64, o PT recusa-se a aceitar em seu interior representantes das classes exploradas. Vale dizer, o Partido dos Trabalhadores é um partido sem patrões! As tentativas de reviver o velho PTB de Vargas, ainda que, hoje, sejam anunciadas “sem erros do passado” ou “de baixo para cima”, não passam de propostas de arregimentação dos trabalhadores para defesa de interesses de setores do empresariado nacional. Se o empresariado nacional quer construir seu próprio partido político, apelando para sua própria clientela, nada temos a opor, porém, denunciamos suas tentativas de iludir os trabalhadores brasileiros com seus rótulos e apelos demagógicos, e de querer transformá-los em massa de manobra para seus objetivos.
O PT não pretende criar um organismo político qualquer. 0 Partido dos Trabalhadores define-se, programaticamente, como um partido que tem como objetivo acabar com a relação de exploração do homem pelo homem. O PT define-se também como partido das massas populares, unindo-se ao lado dos operários, vanguarda de toda a população explorada, todos os outros trabalhadores – bancários, professores, funcionários públicos, comerciários, bóia- frias, profissionais liberais, estudantes, etc. – que lutam por melhores condições de vida, por efetivas liberdades democráticas e por participação política. O PT afirma seu compromisso com a democracia plena, exercida diretamente pelas massas, pois não há socialismo sem democracia e nem democracia sem socialismo. Um partido que almeja uma sociedade socialista e democrática tem que ser, ele próprio, democrático nas relações que se estabelecem em seu interior. Assim, o PT se constituirá respeitando o direito das minorias de expressarem seus pontos de vista. Respeitará o direito à fração e às tendências, ressalvando apenas que as inscrições serão individuais.
Como organização política que visa elevar o grau de mobilização, organização e consciência de massas; que busca o fortalecimento e a independência política e ideológica dos setores populares, em especial dos trabalhadores, o PT irá promover amplo debate de suas teses e
propostas de forma a que se integrem nas discussões:
• lideranças populares, mesmo que não pertençam ao Partido;
• todos os militantes, trazendo, inclusive, para o interior do debate partidário proposições de quaisquer setores organizados da sociedade, e que se considerem relevantes com base nos objetivos do PT. O PT declara-se comprometido e empenhado com a tarefa de colocar os interesses populares na cena política e de superar a atomização e dispersão das correntes classistas e dos movimentos sociais. Para esse fim, o Partido dos Trabalhadores pretende implantar seus núcleos de militantes em todos os locais de trabalho, em sindicatos, bairros, municípios e regiões.
O PT manifesta alto e bom som sua intensa solidariedade com todas as massas oprimidas do mundo.
A COMISSÃO NACIONAL PROVISÓRIA
1º de maio de 1979

PARTIDO DOS TRABALHADORES

Leitura: Fernando kabral 13

⁠"Grande Vinícius Castelo,

Estou super empolgado com o início oficial da nossa campanha. ' FEDERAÇÃO BRASIL DA ESPERANÇA (PT/PCdoB/PV)'. A convenção eleitoral foi um marco inspirador, mostrando a força e a união de todos. Acredito profundamente no nosso trabalho e na nossa capacidade de caminhar juntos, respeitando as diferenças e promovendo um olhar diferente para todas, todos e todes.

Você é a liderança que nos inspira e nos guia. Nós somos a brasa do fogo, prontos para seguir ao seu lado e construir uma Olinda melhor. É fundamental que você esteja presente e visível, liderando e coordenando nossas ações. Sua presença constante nas bases territoriais e, principalmente, no campo virtual, onde multiplico o conteúdo nas redes, é vital para motivar todos e engajar a comunidade. Além disso, tão importantíssimos os feedback nas postagens, seja por parte sua ou da sua equipe, é crucial para que as pessoas se sintam representadas e engajadas.

A base do seu trabalho como prefeito está no corpo técnico de apoio e assessores, que são fundamentais e maravilhosos. No entanto, sua liderança visível é o que impulsiona todos nós. Conte comigo no contato com diversos segmentos da sociedade. _Vamos juntos nessa jornada! Rumo à Vitória_

Saudações Petistas 🚩

Fernando Kabral e TED
(Inteligência Artificial, ChatGPT)
Dom, 28/07/2024

Vou disponibilizar esse conteúdo nas redes sociais e grupos dos quais participo, incluindo WhatsApp, Facebook, Telegram, Signal, e outras redes sociais com as quais me relaciono diariamente.

#tôcomvini #vemfazerovcomagente #federaçãobrasildaesperança #saudaçõespetistas #fernandokabral13 #ptolinda

⁠Bom dia, Senhor Benevides.

Estou atuando como multiplicador de conteúdo em rede e, mesmo estando nesta posição de certa forma privilegiada de multiplicar notícias na rede, o sigilo ainda é a matéria-prima do caráter do trabalho que exerço. Tenho ética no trabalho que faço. Surpreende-me que alguém possa me fazer esse tipo de solicitação. É completamente antiético, não importando o contato de quem para quem, seja um ator público ou um cidadão brasileiro.

Por exemplo, se alguém dentro do vasto campo virtual da internet me solicitasse o seu contato, eu teria que pedir a sua autorização para que eu pudesse divulgá-lo. Esse é o meu comportamento na rede no que se refere aos contatos e aos assuntos que são conversados de forma privada ou pública.

Estou respondendo-lhe de forma pública pois observei uma conversa no grupo do WhatsApp onde o senhor sugere que eu poderia fornecer os contatos de pessoas públicas do cenário nacional. Isso está completamente fora da realidade e da ética profissional.

Espero que o senhor entenda meu ponto de vista, mas fiquei surpreso com sua solicitação. Será um prazer poder contribuir com toda e qualquer informação, desde que essa informação não envolva dados pessoais de pessoas com as quais nos relacionamos no campo virtual ou real, seja de cunho profissional ou pessoal.

Certo de sua compreensão no sentido de respeitarmos a privacidade de cada um e de cada uma, agradeço-lhe por sua sincera compreensão.

Fernando kabral

⁠*Bom dia, comunidade! Você já militou hoje?*
Minha gente! Acordei mais petista hoje 🤩⭐
Ultimamente, e consequentemente daqui para frente, vai ser um tal de militar de manhã, militar à tarde, militar à noite... Nós vamos estar respirando militância. É sério! E para aquelxs que acordam olhando apenas para o próprio umbigo, lembrem-se de que estamos à frente dessa militância aguerrida, lutando pelos **mandatos** dos representantes que nos representam coletivamente. Alguns companheiros e companheiras estão na política como trampolim, inclusive muitos pré-candidatos, pensando apenas em benefícios pessoais. Nós, militantes partidários, somos soldados da democracia. Lutamos pelos **mandatos** dos nossos representantes de forma coletiva, pois acreditamos que a política é o único meio de a sociedade se unir e lutar por seus direitos.

É sempre um prazer estar com vocês. Muita paz e amor no dia de hoje. Nada desse negócio de "meu político é melhor do que o seu". Sabemos que o meu é muito melhor, mas enfim, deixa isso para lá 😁😁, tô brincando, pô!!

*"Todos os políticos são iguais"* 🤭🤣 E essa é a narrativa coletiva que vamos ter que combater nas ruas, ouvimos isso o dia inteiro nas redes 🛜 É, a batalha me espera e juntos e juntas vamos lutar, fazer cada vez mais nossa estrela brilhar.

Saudações petistas.🚩

Fernando kabral
09/08/2024

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⁠Para mim, militante petista, me foi perguntado outro dia: "Como você vê a política?" Eu vejo a política como uma forma de influenciar a sociedade, positiva ou negativamente. O que falamos, o que dizemos e nossas ações são marcadas por décadas e gerações, e muitas vezes influenciam a forma como as pessoas nos veem. Portanto, devemos ser políticos ao falar ou agir, para que nossas falas e ações não sejam usadas contra nós no futuro.

Precisamos saber jogar, como diz a música da imortal Elis Regina: "Vivendo e aprendendo a jogar. Nem sempre ganhando, nem sempre perdendo, mas aprendendo a jogar". A vida é um jogo, a política é um jogo. Quando afirmo que vivo e sobrevivo sem auxílio de governos, estados e políticos, estou sendo um tanto quanto radical. Se eu analisar a história, tanto do presente quanto do passado, percebo que já tive ajuda do governo, de ONGs e de muitos políticos, e posso vir a ter essa ajuda no futuro.

Não posso afirmar que vivo sem a ajuda de ninguém, pois ao dizer isso, esqueço do passado e também de um futuro potencial. O futuro lembrará do que eu disse hoje. Vivo hoje basicamente do meu trabalho, mas sempre recebo alguma ajuda de políticos, em maior ou menor grau. Essa é a dança da política.

Por que digo isso? Porque no futuro, quando algum político olhar para trás, ele reconhecerá que eu não reneguei a política como forma de subsistência da minha vida. Se eu disser que trabalho sem a ajuda de ninguém, isso será pesado e equivocado. A verdade é que, de alguma forma, os políticos nos ajudam, seja com políticas públicas que beneficiam nosso trabalho, individual ou comunitário.

Devemos ter muito cuidado com o que dizemos, especialmente na internet, pois temos influência sobre a sociedade e, através dessa influência, afetamos o voto das pessoas. *Fiquei preocupadíssimo com a fala em público digital, entre os internautas, de um companheiro de lutas históricas, que disse: A luta é incansável sem ajuda dos governantes e parlamentares ".* Isso é pesado. Podemos estar sobrevivendo sem ajuda no momento, mas não devemos rotular isso de maneira definitiva. Afinal, no passado, muitas pessoas e políticos plantaram uma semente que nos ajudou a chegar onde estamos hoje.

Quando dizemos que não temos ajuda de ninguém, estamos renegando um passado recente que fez parte de nossas vidas e nos deixou um legado. Não podemos negar a existência dos políticos em nossas vidas, porque, direta ou indiretamente, eles estão conosco no dia a dia. Gostando ou não, não se vive sem política. Negar a ajuda dos políticos é uma visão muito limitada.

Este é um texto pessoal, escrito em consideração a você. Tomei cuidado de não mencionar nomes específicos, ONGs, sindicatos ou políticos. Generalizei a conversa, mas vocês entenderão a razão disso. Precisamos, principalmente em público, defender nossos políticos e as políticas que eles implementam. Fazemos política direta ou indiretamente, eleitos ou não, dentro do Estado democrático de direito. Um abraço, um cheiro, e obrigado por tudo.

Sex, 05 julho
Ano 2024 Fernando kabral

ECONOMIA REGIONAL

Fernando Kabral
Julho de 2024, 03

No passado, possuía uma TV full HD que, ao longo dos anos e especialmente após minha chegada a Olinda, apresentou defeitos por falta de manutenção, e não pude adquirir outra. Posteriormente, passei a utilizar o notebook como principal meio de comunicação, até que, com o tempo, também quebrou pela mesma razão, deixando-me sem esse recurso.

Atualmente, utilizo o celular para todas as atividades: assistir filmes e, principalmente, acompanhar e divulgar conteúdo em redes sociais diariamente, através dos canais progressistas de informação. É importante destacar que estou utilizando um celular novo, adquirido recentemente através de uma "Vaquinha Solidária". Em pouco mais de 24 horas, alcançamos o valor necessário para a compra do novo smartphone. Sou imensamente grato a todos que contribuíram. Nos últimos 10 anos, minha renda diminuiu significativamente, até pouco tempo, vivendo de subemprego, contei com essas "Mãos Solidárias" para financeiramente seguir adiante. Gratidão.

Durante décadas, os investimentos governamentais foram negligenciados por várias gestões, especialmente aqui no Nordeste. Essa realidade começou a mudar nos governos de esquerda do presidente Lula, quando a região passou a receber investimentos significativos que transformaram a realidade financeira dos nordestinos. De 2012 a 2023, dados do IBGE mostram que 3,3 milhões de nordestinos saíram da pobreza.

É crucial focar na mensuração e análise da pobreza e extrema pobreza, destacando as disparidades regionais significativas nos indicadores de pobreza no Brasil. As regiões Norte e Nordeste apresentam rendimentos médios inferiores e os maiores índices de pobreza em comparação com outras áreas do país. Os indicadores de pobreza monetária mencionados foram calculados com base nos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD), cobrindo o período de 2012 a 2023 e estimativas de rendimento médio mensal domiciliar per capita.

A sinceridade e transparência são fundamentais em nossas relações pessoais e políticas. Valorizo construir laços verdadeiros e duradouros, buscando sempre a colaboração mútua. O compromisso com ideais de luta e solidariedade, especialmente em tempos desafiadores, é o que nos une, não apenas no discurso.

Fernando Kabral
#fernandokabral
#Fernandokabral13

⁠Foi para lá de bão, gostaria de expressar minha gratidão pela carinhosa acolhida hoje na reunião.

Foi um encontro incrível, um verdadeiro sucesso, evidenciando a força e a garra do sempre atuante, movimento MIST.

Particularmente, fiquei muito feliz com a reunião. É muito importante que continuemos juntos para alcançar nossos objetivos e construir uma Nova Olinda que nos represente.

A fala da vereadora Dete Silva foi especialmente inspiradora, compartilhando sua experiência de base e nos motivando com seu vasto conhecimento. Obrigado vereadora.

E o que dizer do nosso futuro prefeito da cidade de Olinda? Sua emoção e humanidade tocaram a todos, mostrando a responsabilidade e o compromisso com a classe trabalhadora.
As palavras do nosso pré-candidato emocionado, nos emocionaram profundamente, renovando nossas esperanças de que é possível governar para o povo. Vinícius é o cara!! Eu já fiz o v! E você??

Vamos continuar nessa luta com essa energia e união para alcançar nossas metas! Reeleger Dete Silva, nossa já atuante vereadora, para um novo mandato à frente da Câmara Municipal de Olinda, e apoiar nosso futuro prefeito Vinícius Castelo, pré-candidato à prefeitura da cidade de Olinda pela federação PC do B, PV e PT, só depende de nós. Lutaremos pelos nossos representantes no município.

Abraços a todos!
Fernando kabral

⁠Senhor Valmir,

Sei que o senhor conhece o grande carinho e respeito que tenho pela sua liderança dentro da comunidade de Salgadinho, em Olinda. Sua dedicação e trabalho ao longo dos anos em prol dessa comunidade e na representação de cada morador e moradora são realmente admiráveis, inegáveis.

Hoje, no entanto, é véspera do dia de São João, um dia de festa em que celebramos " Festa de São João", cultura principalmente histórica no nordeste. A comunidade olindense está aberta a receber festas de todos os segmentos políticos e religiosos que a representem. A comunidade não pertence a mim, nem ao senhor, nem a ninguém individualmente; ela pertence aos moradores, que tem o poder de voto e de decisão eleitoral.

Portanto, o Partido dos Trabalhadores, falo por mim, assim como outros segmentos políticos e filosóficos, temos todo o direito de organizar festas nas comunidades. Se a direita ou a extrema direita realizam eventos na comunidade em quantidade maior do que os feitos pela esquerda, esta é uma pauta que deve ser discutida em outro momento e, preferencialmente, internamente. Sou do tempo em que roupa suja se lava em casa, brigávamos a ponto de jogar a cadeira um na cara do outro, tudo internamente e não faz sentido ficarmos na rede de informação, sem critério algum, criticando os feitos da direita e falando mal da esquerda e do PT. Roupa suja se lava em casa, e não em público.

Não podemos dar armas nas mãos dos nossos inimigos, pois eles certamente as usarão contra nós.

Lamento profundamente, mas acredito que o ato que o senhor cometeu publicamente, replicando conteúdos no grupos do WhatsApp. hoje foi completamente insensato, do meu ponto de vista. Falo por mim, como petista militante que sou há mais de 30 anos.

O Partido dos Trabalhadores, para mim, é como um filho. Eu posso falar mal do meu filho, mas não admito que ninguém mais o faça. Portanto, não gosto que falem mal do meu partido, especialmente em público, peço-lhes desculpas por minhas sinceras palavras.

Domingo , 23 de junho de 2024
Atenciosamente,

Fernando Kabral
Militante Petista
Olinda, Pernambuco

⁠⁠Parabéns, Iolanda Silva, é um grande desafio! Sua dedicação e compromisso ao longo das décadas com causas tão importantes são inspiradores para todos nós. É com grande orgulho que lutaremos por sua pré-candidatura pelo PT, Partido dos Trabalhadores e das Trabalhadoras, à Câmara dos Vereadores de Olinda. Seu trabalho incansável em defesa dos direitos humanos, crianças, adolescentes e dos animais reflete um olhar humano e necessário para a nossa cidade. Juntos, lutaremos por um futuro melhor para Olinda. Vamos em frente, companheira!
Ia

Errata

Por orientação técnica, a postagem sobre o Encontro de Mulheres Gestantes da Comunidade, realizado pela Presidenta Edilena da Associação de Moradores do Caranguejo, foi retirada temporariamente do meu perfil pessoal no Instagram. Assim que forem feitas as adequações necessárias, a postagem será republicada. Lamentamos pelo transtorno.

Fernando Kabral

⁠Muitws foram as satisfações e insatisfações pessoais e até coletiva que tive ao longo desses 40 anos de militância petista, no entanto é importante ressaltar que ao longo dese período nunca deixei de ser MILITANTE, muito menos PETISTAS de coração.

Sempre acreditei que desde a sua fundação, o PT, apresentou-se como um Partido de Esquerda que defende o socialismo como forma de organização social e esse é o meu caminho de lutas que sempre acreditee e me permito sonhar. Afinal como bem colocou o imortal Raul Seixas: *“Sonho que se sonha só / É só um sonho que se sonha só / Mas sonho que se sonha junto é realidade”*, em seus versos. Me comprometi, eu sou Lulista, petista e Dilmista até morrer..faço incansavelmente o meu melhor e não há nada e ninguém que faça mudar isso.

Meu companheiro
Que sai de casa e na vida cai
Com as cacetadas desses anos todos
Eu fiquei mais velho que
Meu velho pai'
José Geraldo ✊🏻✊🏻✊🏻

⁠Pois é, esperamos que a *AMPLIAÇÃO do PROGRAMA DESENROLA BRASIL,* que sem dúvida alguma teve *impactos favoráveis inegáveis, do ponto de vista financeiro na vida de muitos brasileirinhalos e Brasileirinhas endividados.*

No entanto é fato, que de quase nada adiantou para pessoas, (que aliás são muitas, como eu), que por diversas razões: entre elas saúde, estamos, *COMPLETAMENTE SEM RENDA*, até nos dias de hoje e no sentido literal da palavra, *passando um dos maiores perrengues da nossa história longa de vida.* Pessoalmente, *me considero um privilegiado por ter companheiros, companheiras* que compreendendo a minhas necessidade básicas de sobrevivência e a forma demorada (para quem tem fome) de resolução dos erros cometidos pelo MDHC, que direta ou indiretamente estenderam as *mãos solidárias* , mas não podemos tapar o sol com a peneira, que *esse é um privilégio para poucos,* a maioria estão literalmente *passando fome.*

*E o programa não se preparou para nos acolhermos, os hoje sem renda, desempregados, negativado junto aos órgãos de proteção ao crédito* .
Essa é uma *crítica construtiva* , aqui "entre companheiros e companheiras", não é para ser falado em público, *fora da rede de internet criptografada*, ou seja: o *DESENROLA* , ficou só *na teoria* , *na prática* : *"estamos vendendo o almoço para comprar o jantar",* enquanto muitos ainda "com sorte", tem o privilégio de mão solidária dos companheiros e companheiras que se compadecem e compreendem a nossa lamentável situação. *E os OUTROS?*
*Esse é o governo que cuida da gente*

Por outro lado, *o silêncio estarrecedor, não só do Governo Federal nessa em outras pautas, como das principais lideranças de esquerda* , ignorando uma realidade, norte a sul do país, somado a isso, a *desastrosa atuação do atual Ministro Wellington Dias, a frente do Ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome do Brasil* , *com a plausível política de "arrumar a casa",* mas feito as pressas, sem critério pré-estabelecidos, deixando fora do *Programa Bolsa Família* por erros, entre outros: cadastrais, muita das vezes parecem insignificantes, mas que causaram o caos financeiro na vida, e principalmente alimentar, de brasileiros e brasileiras, que recebiam *Programa Bolsa Família* , que precisam do acolhimento, do braço do Estado nesse momento de dificuldade que atravessamos, primeiro bloqueio, por um longo período, até que finalmente cancelam. Sem contar é fato os tais *"16%",* de *UNIPESSOAIS* por município, *criminalizando assim o unipessoais* que deixam de ser assistidos, pelo Estado, *colocados em segundo plano.*

Enquanto isso entra ano, sai ano, cada vez fica mais difícil
O pão, o arroz, o feijão, o aluguel
Uma nova corrida do ouro
O homem comprando da sociedade o seu papel
Quando mais alto o cargo maior o rombo
Eu já nem sei o que mata mais
Se o trânsito, a fome ou a guerra
Dando *MILHO AOS POMBOS*
Fonte: Musixmatch
Compositores: *José Geraldo* ✊🏻✊🏻✊🏻

Feedbacks

O objetivo do feedback é contribuir para o crescimento do colaborador voluntário e/ou profissional, ajudando-o a identificar onde estão seus pontos fortes e fracos, bem como auxiliar na indicação de como melhorar suas falhas, dada a importância de alcançarem seus objetivos. É uma das ferramentas mais importantes para a melhor performance dos participantes.

Se procurada no bom e velho Aurélio, a palavra Voluntariado tem como significado “qualidade de voluntário, de quem se dedica a alguma coisa sem ter a obrigação de o fazer, motivado por vontade própria ou conjuntura, uma situação, um contexto, um conjunto ou uma concorrência de fatos ou circunstâncias em determinado momento. .”🙋🏼‍♂️

Visto que o feedback é a principal ferramenta dentro de uma organização para alinhar expectativas e engajar pessoas, podem aprimorar o desenvolvimento das pessoas e, consequentemente, impulsionar resultados.

Esse retorno, no entanto, não pode ser apenas uma prática pontual a cada fim de ciclo. Para maximizar os benefícios do feedback é importante que ele seja constante e 360º.

Ou seja, que todos as organizações tenham a liberdade de dar retornos a qualquer membros participantes ou líderes no momento, ou logo depois, que uma ação positiva ou negativa aconteça.

Fernando Kabral

#feedback #fernandokabral #Google #educacaovirtual

Fontes. Feedbacks
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"A COMUNICAÇÃO NOSSA DE CADA DIA"
Fernando kabral
19/03/2024

Sabemos disso, a maioria dos usuários daa redes sociais, principalmente o WhatsApp, não se comunicam, ocupa um espaço nos grupos, não conversam simultaneamente, não participam. Se comportam como se estivessem século passado, muito antes da criação do telefone, pior, "são aqueles que visualizam e não respondem", não "compreendem" que as conversas virtuais é um caminho natural e precisamos continuar nos comunicando em rede de internet. É o caminho que temos que seguir. Se estamos nas redes sociais, temos que manter as comunicações no mínimo saudável, ter-mos em mente que as máquinas frias e calculistas que nos separam, foram criadas para nos servir, não vivemos robóticamente, somos seres humanos, temos empatia.

#comunicacaovisual #google
#hashtag #fernandokabral
#whatsapp #telegram #facebook #instagram #twitter #discord

⁠Em todas as frentes de lutas, tem que ter amor, tem que ser feito com carinho e é isso que nos faz ser o que somos.
Tmj

Os partidos dos trabalhadores ao longo de décadas, pelo Brasil afora *podem ter mudado podem ter se tornado vários partidos dos trabalhadores dentro do Partido dos trabalhadores, mas eu continuo sendo o cara que começou junto com o PT, como uma plantinha e cresceu, cresceu e deu frutos.
Não vou mudar minhas origens e continuarei lutando pelo que acredito.

Podem contar comigo 💪🏻👏🏻
Fernando kabral

Não faça ideia quem seja deus (externo) que tantos falam, aliás nem me permito, porém tenho MAIS RESPEITO por deus (partindo do pressuposto de que ele exista) do que a maioria que se dizem representá-lo, que fazem uso do seu excessivo do seu nome, para cometerem práticas na sua maiores de atrocidades/controlarem a humanidade.

⁠🎗️FACES DO HIV🎗️

O HIV não vive comigo, eu vivo com ele. Porque são 24 horas lutando pelo direito das pessoas que vivem com o vírus. Viver com HIV não é difícil. Difícil mesmo é a gente não ser aceita no mundo em que vivemos.
Sônia Cavalcante Borba - vive com HIV 17 anos.

⁠Com você, por você iríamos juntos até onde até às últimas das consequências se necessário e até aceitaria "tal proposta" se fosse de "seu interesse pessoal", assumindo assim esta responsabilidade. Lutamos a cada minuto, por décadas, nos livrarmos dessas situações nocivas. Nosso conceito de liberdade está baseado O que é ético e moral, esse será o nosso legado. 🫂🫂🫂🫂🫂🫂🫂🫂

Ói Nóis Aqui Traveis e assim "MAIS UM 30 DE MAIO", em minha vida Todo dia é DIA DE ANIVERSARIAR, especialmente hoje que comemoro "Traveis", "mais um "30 de maio em minha vida" e assim de 30 em 30, de Maio's em Maio's, os anos vão passando e "cá nóis traveis", festejando a vida mais uma vez. Na esperança de que muitos "Maio's" ainda virão. Agradeço todas as felicitações que recebi. É muito bom sentir o carinho nas palavras de cada um de cada uma* , tudo que eu peço é que o universo devolva em dobro todo carinho que vocês têm comigo . GRATIDÃO♥️♥️💜💜🤍🤍
Fernando kabral

Pai nosso que estais no Google

Pessoalmente procuro estar na virtualidade o mais próximo da realidade possível é lamentável aliás é extremamente lamentável em que as pessoas ao longo de décadas tenham deixado se moldar pela tecnologia artificial e tenham se tornados Frias e calculistas como as máquinas que nos separam. Nas redes sociais não se fala em qualitativo e sim em quantitativo em likes compartilhamento enfim as relações de virtuais que tanto então pouco tempo nos uniu nos juntou é a mesma que em pouco tempo tem nos separado e nos tornando cada vez menos humano. O que me entristece nisso tudo é que são pessoas próximas muito próximas de nós e se fecharmos os olhos com a intensidade do nosso coração é possível tocá-las como se estivessem frente a frente conosco.