Coleção pessoal de fabio_cabral_da_silva
As citações, no meu trabalho, são como ladrões à beira da estrada, que irrompem armados e arrebatam o consciente do ocioso viajante.
Nunca ninguém se torna mestre num domínio em que não conheceu a impotência, e, quem aceita esta ideia, saberá também que tal impotência não se encontra nem no começo nem antes do esforço empreendido, mas sim no seu centro.
Uma das principais tarefas da arte sempre foi criar um interesse que ainda não conseguiu satisfazer totalmente.
Quanto mais esquecido de si mesmo está quem escuta, tanto mais fundo se grava nele a coisa escutada.
As pessoas felizes lembram o passado com gratidão, alegram-se com o presente e encaram o futuro sem medo.
A morte não é nada para nós, pois, quando existimos, não existe a morte, e quando existe a morte, não existimos mais.
Nada há, por grande e admirável que de início nos tenha parecido, a que não nos habituemos e, pouco a pouco, passemos a admirar menos.
Todos os séculos se parecem aos outros; os homens não inovam muito, a não ser nos instrumentos técnicos. As paixões permanecem: as do poder, da glória, do amor e do dinheiro.
