Coleção pessoal de EgnaldoBarros

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Brasília (...) Uma prisão ao ar livre.

Até cortar os próprios defeitos pode ser perigoso. Nunca se sabe qual é o defeito que sustenta nosso edifício inteiro.

Para bem conhecer o caráter do povo, é preciso ser príncipe, e para bem conhecer o do príncipe, é preciso pertencer ao povo.

Os homens quando não são forçados a lutar por necessidade, lutam por ambição.

Tendo o príncipe necessidade de saber usar bem a natureza do animal, deve escolher a raposa e o leão, pois o leão não sabe se defender das armadilhas e a raposa não sabe se defender da força bruta dos lobos. Portanto é preciso ser raposa, para conhecer as armadilhas e leão, para aterrorizar os lobos.

Os homens esquecem mais rapidamente a morte do pai do que a perda do patrimônio.

Tornamo-nos odiados tanto fazendo o bem como fazendo o mal.

O primeiro método para estimar a inteligência de um governante é olhar para os homens que tem à sua volta.

Tudo aquilo que não enfrentamos em vida acaba se tornando o nosso destino.

Tudo depende de como vemos as coisas e não de como elas são.

Só aquilo que somos realmente tem o poder de nos curar.

O sofrimento precisa ser superado, e o único meio de superá-lo é suportando-o.

Tudo o que nos irrita nos outros pode nos levar a uma melhor compreensão de nós mesmos.

Os sonhos são as manifestações não falsificadas da atividade criativa inconsciente.

Sua visão se tornará clara somente quando você olhar para dentro do seu coração. Quem olha para fora, sonha. Quem olha para dentro, acorda.

O encontro de duas personalidades assemelha-se ao contato de duas substâncias químicas: se alguma reação ocorre, ambos sofrem uma transformação.

Quando procuro o que há de fundamental em mim, é o gosto da felicidade que eu encontro.

Todo coração que se fecha é um jardim em greve, rejeitando a primavera para evitar o outono. A frieza que vestimos é um casaco costurado com as linhas da traição alheia, mas o maior ferimento é a solidão autoimposta do desamor.

A liberdade só se manifesta quando não há mais ninguém externo para servir de bode expiatório para a nossa infelicidade ou o fim da história. Enquanto a sombra da culpa for projetada, estaremos presos na escuridão de um luto que não nos pertence.

A questão é: como desprezar a Autoridade interna? Que nos foi transmitida em forma de valores,enquanto comiamos à mesa ou quando iamos dormir.Como livrar-se de conceitos tão arraigados,mesmo admitindo conscientimente que esses valores são apenas imagens e falacias,com o intuito exclusivo de dominação e domesticação.