Coleção pessoal de ednafrigato
Primeiro, morre a nossa alegria, nosso entusiasmo; depois nossa autoestima, nosso amor-próprio; depois morre a nossa esperança e por último o nosso medo. Mas quando morre o nosso medo, levantamos das cinzas, como fênix, prontas para nascer de novo.
Por mais que você me odeie, o amor que eu sinto por mim mesma vai ser sempre maior e com força suficiente para neutralizar o teu ódio.
O que eu mais quero é ser feliz, mas se essa felicidade custar a infelicidade de alguém esse é um preço que eu não estou disposta a pagar.
A vida não é um baile de Carnaval, mas é tanta gente usando máscara, que às vezes, eu chego a pensar que é fevereiro.
O que eu sei sobre amor? Eu sei que ele existe e pra mim é o suficiente para que eu não desista de encontrá-lo.
Argumentar com um narcisista é como tentar descobrir o segredo de um cofre: a cada tentativa uma frustração. E por mais que você tente, todas as tentativas são em vão. A probabilidade de êxito é nula.
Saudade não é sinônimo de vazio. Se existe um sinônimo para ela, eu diria que é um espaço que eu tenho no peito cheio da presença tua.
Felicidade não é um estado de espírito, é um jeito meio encantado que algumas pessoas têm de olhar para o mundo.
Mais que abrir a cortina do quarto é necessário abrir a cortina da alma para receber o amanhecer, é preciso permitir que a luz da vida nos aqueça o coração, ilumine todos os cantos do nosso ser e acorde a esperança que pulsa em nós junto com o sol de um novo dia.
Por mais que a mulher demore para descobrir a força do amor-próprio que tem, ela sempre descobre e quando o descobre, ele tem o efeito de atrair a sua atenção para as sua força, coragem, qualidades e potencialidades que permaneceram adormecidas, na sua ausência, às vezes, por muitos anos, sob à sombra repressora de algum olhar tóxico e doente.
De todas as dores que afligem o coração de uma mãe, a mais amarga delas é quando o filho cresce, sai debaixo das suas asas e da sua proteção, voa para longe para construir o próprio ninho e sai do seu campo de visão.
Um casamento só é fecundo quando a admiração de um pelo outro não se perde com as armadilhas do tempo, quando se faz esforços diários para manter a compreensão, o cuidado, o carinho e principalmente o respeito.
Para justificar o paradoxo que é viver e ressignifar a nossa existência, em todo instante da nossa vida, travamos lutas entre realidade e fantasia, racional e irracional, fim e começo, amor e ódio, vida e morte.
A transição é confusa, dolorosa, pois é nesse intervalo impreciso em que algo está morrendo e o novo ainda não pode nascer, que se instala o apego, o arrependimento, a culpa, a angústia, a dor, o medo e não raras vezes, a saudade de coisas que nós nem tivemos.
