Coleção pessoal de ednafrigato

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⁠A essência da vida está no amor, em nenhum outro lugar é possível encontrá-la.

⁠Aprender a dominar o medo é a forma mais eficaz de exercitar a coragem.

⁠Para que o corpo fique mais leve é necessário tirar alguns alimentos como gorduras e açúcares da dieta, mas para que a alma fique mais leve tirar pessoas pesadas e negativas da nossa rotina diária é suficiente.

⁠A vida é uma faca de dois gumes: se por um lado exige que sejamos duros por outro pede que sejamos ternos.

⁠Não desperdice as suas oportunidades de ser doce porque no fim o arrependimento será do seu excesso de dureza e não do de ternura.

⁠Vivemos uma época em que as pessoas têm o seu campo de visão reduzidos: só enxergam ao redor do seu próprio umbigo e só estão preocupadas com seus problemas. É como se o todo não afetasse a parte, como se os problemas do mundo não lhe dissessem respeito. As pessoas não têm tempo pra mais ninguém além delas próprias, não sabem e não estão interessadas em ouvir seu próximo, nem mesmo os que dividem a mesma casa com elas. Como se isso não bastasse, vivemos a época do mimimi generalizado, todos se ofendem com tudo e por tudo gerando um campo de silêncio intransponível. Acho que na própria ditadura militar se falava mais do que hoje. Fala-se tanto em liberdade de expressão, tolerância e respeito, mas cada vez exercitamos menos essas virtudes que deveriam ser o pilar das relações humanas. Infelizmente, com as suas devidas exceções, vivemos em um mundo de pessoas vazias, intolerantes e medíocres. É isso que vemos por todos os cantos do mundo, não? Quanto mais a tecnologia avança parece que mais o ser humano se distancia dos elementos que o tornam humano, criando um abismo entre eles. Estatísticas revelam que 80% das pessoas guardam as suas emoções porque acham que os outros não vão entender sua dor e, de fato, não vão. Enquanto isso o contato diminui, as relações humanas esfriam, e a depressão e os problemas que vem junto com ela aumentam de forma assustadora.

⁠Acho que a pandemia trouxe de volta o velho romantismo tão esquecido. A época áurea das cartas está de volta. Em tempos de conversas em tempo real, mensagens instantâneas e vendas online eu tenho recebido cartas: semana passada foram duas - uma da internet e outra da padaria; essa semana foram mais duas - energia elétrica e água.

⁠Não tenha pressa para encontrar a sua metade da laranja, em algum lugar existe alguém que se encaixa em você como uma luva.

⁠Mulher, a sua beleza está no que te difere das demais e a sua imperfeição é o que a torna perfeita.

⁠A velhice é a época em que nos libertamos da tirania da beleza, da escravidão do tempo, do ardor arrebatador das paixões e livres das amarras desses vilões experimentamos a ousadia de ser quem, de fato, somos.

⁠Não podemos escolher envelhecer ou não, mas podemos escolher ao lado de quem queremos fazer isso.

⁠Não sei se foi culpa das estrelas ou se foi dos olhos teus.

⁠Armadilhas do amor

Minha avó sempre dizia: fruta madura na beira da estrada só tem duas alternativas: a fruta está bichada ou tem caixa de marimbondos perto.

⁠Quanto mais eu me conheço menos importa o que o outros dizem de mim.

⁠Se todos os dias tivéssemos a sorte de nos depararmos com algo que nos deixasse sem palavras, no fim toda a nossa vida teria valido a pena.

⁠Pra vingança de mulher até o diabo tira o chapéu

Nós mulheres temos o instinto de caçadoras, herdado de nossos ancestrais nômades. Quando a suposta caça é o homem, nós sabemos ser pacientes, sagazes e observadoras. Analisamos cada movimento de nossa vítima, estudamos todos os seus hábitos, escolhemos dia, hora e no momento certo miramos no alvo. O tiro é sempre certeiro. Entendam homens: mulher não atira para assustar, mulher atira mesmo é pra matar!

⁠A felicidade está no lugar em que corpo e alma ocupam o mesmo espaço.

⁠A alegria de viver torna a alma leve, diminui o peso insuportável que os anos colocam sobre as costas do idoso.

⁠Diz a lenda que a alma rejuvenesce cada vez que o coração sorri.

⁠O coração tem asas e faz a alma voar cada vez que reconhece o seu ritmo nas batidas de um tambor.