Coleção pessoal de ednafrigato

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⁠O preço da precipitação é sempre maior do que a gente é capaz de pagar.

⁠Às vezes, é necessário calar para dar voz aos nossos barulhos internos.

⁠Se queres palavras mais doces coloque amor no coração e não na boca.

⁠Existem lugares, que só seremos capazes de chegar na embarcação do conhecimento.

⁠Se queres que as palavras ganhem tom de sensualidade, sussurre-as lentamente ao pé do ouvido.

⁠Não é de bom-tom viver sem brilho no olhar.

⁠Descobri, então, que Deus nos dá respostas, até mesmo para as perguntas que não fizemos.

⁠Muitas pessoas contribuem no processo de crescimento, nas mudança da sua vida, algumas têm até participação especial, mas o protagonista vai ser sempre você.

⁠A esperança é uma lâmpada acesa na janela da fé indicando onde o que você precisa está.

⁠Amizade não é sobre estar perto. Amizade é sobre estar junto, mesmo estando distante.

⁠Os olhos de um homem são gulosos: satisfazem-se rapidamente e enjoam fácil de um prato.

⁠Nem sempre o corpo de uma mulher pertence a quem o tem, mas o coração sempre pertence a quem faz os seus olhos brilharem.

⁠Ponto cego



Hoje eu estive a pensar: qual o ponto em que a coragem, a força, a determinação e a persistência em um relacionamento amoroso deixam de ser amor para se transformarem na falta dele?
Qual o ponto em que a virtude de amar toma o rumo contrário da correnteza para se transformar em esforço desnecessário, perda de tempo e anti-virtude?
Qual o ponto, meu Deus, em que o excesso de amor por um homem denota claramente a falta de amor-próprio da mulher?
Qual o instante preciso que marca a hora do grande salto, a hora de pular do barco antes que ele naufrague no descaso, na indiferença, na falta de interesse dele?
E as perguntas foram me assolando durante toda a noite como tempestade em alto mar fustigando os rochedos, mas pela manhã eis que o farol da sabedoria surge majestoso a minha frente e tão claro como o sol que delimita a noite e o dia foi dissipando as minhas dúvidas no nevoeiro da manhã e, mais claro ficava a cada passo que eu dava em direção à luz que há em mim.
O ponto que eu procuro chama-se reciprocidade e foi nele que ancorei as minhas dúvidas. Lutar por um homem que não nos quer é como lutar contra o próprio tempo, não temos a menor possibilidade de vencê-lo. Lutar por um homem que não nos quer, além de perda de tempo é falta de amor-próprio e que homem ha de confiar no amor de uma mulher que não tem amor a si mesma? Eu sei que falar pelos outros é no mínimo perigoso e ingênuo, mas eu desconfio que, nenhum. E isso não serve só para os relacionamentos amorosos, mas as pessoas em geral nos dão o exato valor que mostrarmos a elas que nós temos.

⁠Se você não sabe por onde começar, comece pelo perdão: perdoe a si mesma por ter feito tanta besteira na vida e recomece e siga em frente.

⁠Uma roupa elegante é aquela que cai como uma luva em você, independente de estar na moda ou não.

⁠O sorriso é o acabamento de qualquer maquiagem bonita.

⁠Eu não duvido que "conversar, filosofar e fazer amor, tudo com a mesma pessoa" seja a trilogia perfeita em um relacionamento. O que eu duvido é que seja fácil encontrar alguém assim em um mundo como o nosso, escasso de conhecimento e povoado por pessoas de músculos inchados e cérebros atrofiados, com quem possamos exercitar ou protagonizar essa trilogia.

⁠O amor é uma ponte que torna irrelevante a distância.

⁠Não deixe os teus sentimentos no modo silencioso, deixe-os em um volume que o outro seja capaz de escutar.

⁠Poema bom

Hoje eu tropecei por ai nesse poema que eu já conheço há tanto tempo, mas hoje olhei para ele de uma forma diferente ou foi ele que olhou para mim, não sei. Segundo Quintana bom é o poema com o qual nos identificamos. E isso que ele disse, eu acredito que não sirva só para a poesia, mas para a música, o teatro, cinema, a literatura, as artes em geral. Mas nos identificarmos com algo será que é suficiente para classificá-lo como bom ou ruim? Nós só conseguimos enxergar o que já têm dentro nós e muitos de nós têm o mundo interno bastante reduzido. Não porque sejamos piores, mas porque a vida não nos deu as mesmas oportunidades que deu a outros. Logo, dizer que algo é bom ou ruim só porque nos identificamos é no mínimo superficial e simplista. Claro que nos identificarmos com algo nos dá aquela sensação gostosa de acolhimento, de conforto e prazer e, essa sensação que nos leva a adjetivar o que nos proporcionou esse sentimento é a mesma que usamos para classificar algo como bom ou ruim e, ao meu ver insuficiente.