Coleção pessoal de ednafrigato
Ser pai não é mostrar o caminho ao filho, é com amor, carinho e dedicação ajudá-lo a encontrar o seu.
Quem pensa que ser pai é fácil está enganado, ser pai é uma das coisas mais difíceis dessa vida.
Pai é como um pêndulo que oscila entre o bom e o ruim porque, às vezes, para fazer o bem para o filho o pai tem que ser ruim, tem que impor limites, tem que saber a hora exata de dizer um sim e ser preciso na hora de dizer um não, tem que dar quando preciso e tirar quando necessário e saber esse ponto de equilíbrio é muito difícil.
Ser pai não é dar tudo pronto para o filho é ajudar ele a fazer, é ajudar ele a encontrar, é ajudar ele a se encontrar, é ajudar ele se construir e se reconstruir todas as vezes que for preciso. Ser pai é mais que ensinar ao filho o que você sabe, é ensinar ele a duvidar do que você sabe, para construir o seu próprio conhecimento. Ser pai, não é mostrar o caminho ao filho é ajudá-lo a encontrar o seu.
Ser pai é estar sempre presente, mas também ausentar-se quando o filho na sua individualidade precisa do seu espaço, precisa de solitude.
Ser pai não é projetar os seus sonhos nos filhos e querer que ele seja o que você não foi, é incentivá-los a ter seus próprios sonhos e lutar por eles.
Ser pai não é ser dono do filho, é saber que o filho é dono de si próprio e tem as suas vontades e preferências que muitas vezes não vai incluí-lo.
Ser pai não é só aplaudir as vitórias do filho, mas ensinar que a derrota também faz parte do seu crescimento.
Ser pai é, sobretudo, amar o filho, mas amar o filho não é aceitar, não é concordar com tudo que ele faz. Como dizia o escritor Maiakóvski: "amar não é aceitar tudo. Aliás: onde tudo é aceito, desconfio que há falta de amor."
Ser pai não é amar o filho que você gostaria de ter, é amar o filho que você tem, apesar de todas as suas imperfeições.
A fé é uma pequena luz que temos dentro da gente que afasta as sombras dos abismos obscuros que nos cercam.
Nem sempre uma má colheita é culpa da semente que você plantou, às vezes, a culpa é do solo que você escolheu pra semear. Se não nasceu, não jogue fora a semente, escolha outro solo.
A única maneira de não se perder dentro do labirinto de um problema é procurar a saída antes mesmo de entrar nele.
Aquele que exercita o bom senso não tem muito tempo pra praticar o preconceito, a ignorância e o fanatismo.
Bom senso é a arte do comedimento, é a capacidade de distinguir o que convém fazer ou não, mesmo você tendo total liberdade pra isso.
Nem tudo na vida tem lógica, principalmente quando se trata de sentimentos: a minha parte razão quer que você vá embora, mas a parte coração implora para que você fique, mostrando-se absurdamente paradoxal e incoerente.
Se deu certo bem, se não deu vida que segue. Com tantas voltas que o mundo dá, em algum lugar do planeta tem alguém que foi feito sob medida pra você, esperando pra te encontrar.
O desapego não acontece de um dia para o outro. Ninguém nasce sabendo, o desapego a gente aprende e de antemão, já aviso, é um processo lento, trabalhoso, demorado, exige disciplina e tem que ser praticado dia após dia. E quando você desapega, ah, meu Deus, não tem sensação mais libertadora nessa vida! É indescritível a sensação de descobrir que você vive sem aquela pessoa por quem você achou que morria.
Ninguém tem bola de cristal, se você está interessado, demonstre ou correrá o risco de ser só mais um na multidão, andando na contramão do destino.
Não alimente o seu ego, mantendo interessado em você, pessoas pelas quais você não tem nenhum interesse.
Se a vida é um treinamento para nos tornarmos pessoas melhores, a lição não está na linha que delimita a chegada, está no aprendizado que adquirimos durante toda a caminhada.
Renovar-se não é jogar tudo o que temos na alma fora, não é desatar todos os laços e apagar a nossa história. Renovar-se é desapego, é um ato de libertação. É abrir a mão e deixar ir, é desfazer-se dos excessos, é libertar-se do que não acrescenta, do que nos tira a paz, nos rouba o riso e apaga a nossa luz.
Renovar-se é abrir-se para o novo, para as infinitas possibilidades de recomeço que um suposto fim nos proporciona.
Não adianta tentar apagar o brilho dos meus olhos, eu nasci com o sol na alma e uma vontade danada de viver. Sou otimista sim, minha autoestima é grande e meu amor-próprio é maior ainda. A sua opinião sobre mim é irrelevante, as suas críticas não me intimidam e a sua inveja não me abala. Eu não permito que as suas palavras duras me roubem a leveza, eu conheço bem a minha natureza de flor. E por conhecer-me tão bem não perco o foco e sigo com esse sorriso largo no rosto ao encontro da minha felicidade.
O silêncio de uma mulher nada mais é que uma forma sofisticada de tortura; a dúvida atormenta até mesmo os que nada devem.
