Coleção pessoal de EdgarFonseca

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Apenas te sinto e te vivo como a noite que nos esconde entre o sono e os sonhos, te tornando tão real quanto a minha própria existência.

O cheiro que nos marca, nos eleva para uma dimensão diferente do nosso corpo, ainda que o mar não mais revele a sua misteriosa majestade.

Tão suave e maravilhoso se torna viver ao teu lado, como um deus grego, me deixo caminhar para a guerra dos tronos decretada pelo teu corpo.

As vagas do coração atormentam o nosso pensamento, ainda que a dor não faça morada no nosso corpo.

A morte é um bálsamo que alivia a velhice, mas, muitos tencionam não chegar e chegar a velhos, ainda que isso seja um paradoxo.

Os humanos não tencionam viver cansados, mas, também, não tencionam morrer vigorosos.

Se a morte é um descanso eterno, porque razão os humanos têm tanto medo dela?!

Viver é uma incógnita, ao passo que a morte é uma certeza irrefutável.

A nossa certeza não é a vida, mas, a morte que nos espera à cada segundo em que respiramos.

Somos seres sem dimensão terrestre, de cuja existência apenas se conhece a mortalidade.

A dor somente revela a dimensão da nossa mortalidade.

Não se travam guerras longe do nosso corpo, pois, a nossa mente é um verdadeiro campo de batalha.

A alma reflete o resto do nosso eu fragilizado.

Os pensamentos são como a lâmina, em momentos nos servem para minimizar a nossa vivência e, em outros momentos nos cortam tão fortemente, nos deixando moribundos.

O vento não leva a pureza do olhar para além da nossa alma, mas, nos lembra que viver é muito mais do que um mero sopro.

O amor é uma melodia suave que invade a nossa mente, mesmo quando a dor da nostalgia sufoca a nossa crença.

O amor é a fala sem expressão que ecoa na mente singela dos guerreiros da paixão.

A vaidade não enobrece o sucesso.

O silêncio sufoca a alma de quem a nostalgia se apousa.

A um pequeno passo do sucesso está a dor de perdermos os amigos da vida, pois, muitos deixarão de estar no nosso contexto fadados no seu próprio complexo.