Coleção pessoal de Ebonyworld

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A elegância pode ser o esquecimento total do que se está vestindo.

Sem elegância no coração, não há elegância.

Para ser bela, basta à mulher usar um suéter negro, uma saia negra e estar ao lado do homem que ama.

A roupa mais bonita para vestir uma mulher são os braços do homem que ela ama. Para as que não tiveram essa felicidade, eu estou aqui.

"Não deve haver apego às modas, nem acreditar muito nelas. Isto é, não se deve deixar dominar por elas. É preciso olhar cada moda com humor, superá-la, acreditar suficientemente nela para dar a impressão de vivê-la, mas não demasiadamente, para poder conservar a liberdade".

Minha vida pessoal não diz respeito a ninguém

Enquanto não se conhece o inferno, nunca haverá paraíso bom o suficiente.

Sempre desconfie do Sultão, do mar, da sorte e do amor. Principalmente se estiverem sorrindo pra você.

Com um fio de cabelo de uma mulher se prende um elefante

Ser silenciosamente eficiente implica que você não terá de contar a ninguém suas vitórias (...) Você se tornará uma vítima se PRECISAR informar aos demais antes de poder sentir-se satisfeito. (...) Se eles, por qualquer motivo, recusarem reconhecer seu valor ou sucesso, você desmoronará.
Não tem de esfregar suas vitórias no rosto de seu semelhante. Se tentar fazer isso, descobrirá que os outros se vingam, tentando frustrá-lo de uma ou outra maneira. A chave mais importante para ser silenciosamente eficiente reside na maneira como você se sente a respeito de si mesmo. Se tiver autoconfiança, agradar a si mesmo será suficiente. (...) Se carecer de auto-estima, porém, terá que buscar nos demais a confirmação de sua auto-estima e é aí que se meterá numa enrascada.

É curioso como não sei dizer quem sou. Quer dizer, sei-o bem, mas não posso dizer. Sobretudo tenho medo de dizer, porque no momento em que tento falar não só não exprimo o que sinto como o que sinto se transforma lentamente no que eu digo.

Mas nem sempre é necessário tornar-se forte. Temos que respeitar a nossa fraqueza. Então, são lágrimas suaves, de uma tristeza legítima a qual temos direito. Elas correm devagar e quando passam pelos lábios sente-se aquele gosto salgado, límpido, produto de nossa dor mais profunda.

Desconfortável. Não me sinto bem. Não sei o que é que há. Mas alguma coisa está errada e dá mal-estar. No entanto estou sendo franca e meu jogo é limpo. Abro o jogo. Só não conto os fatos de minha vida: sou secreta por natureza.

Vou tomar um banho antes de sair e perfumar-me com um perfume que é segredo meu. Só digo uma coisa dele: é agreste e um pouco áspero, com doçura escondida.

Estou muito próxima, de um modo geral. É bom e não é bom. É que sinto falta de um silêncio. Eu era silenciosa. E agora me comunico, mesmo sem falar. Mas falta uma coisa. Eu vou tê-la. É uma espécie de liberdade, sem pedir licença a ninguém.

Mas tantos defeitos tenho. Sou inquieta, ciumenta, áspera, desesperançosa. Embora amor dentro de mim eu tenha. Só que não sei usar amor: às vezes parecem farpas.

E assim como a primavera, eu me deixei cortar para vir mais forte...

No fundo sou sozinha. Há verdades que nem a Deus eu contei. E nem a mim mesma. Sou um segredo fechado a sete chaves. Por favor me poupem. Estou tão só. Eu e meus rituais. O telefone não toca. Dói. Mas é Deus que me poupa.

Passei a minha vida tentando corrigir os erros que cometi na minha ânsia de acertar. Ao tentar corrigir um erro, eu cometia outro. Sou uma culpada inocente.

E ela não passava de uma mulher... inconstante e borboleta.