Coleção pessoal de Dromedariono
Quando você acorda de manhã, pense no fantástico privilégio que é estar vivo – respirar, pensar, desfrutar, amar.
A maior parte das coisas que dizemos e fazemos não é necessária; quem as eliminar da própria vida será mais tranquilo e sereno.
Não alcançamos a liberdade buscando a liberdade, mas sim a verdade. A liberdade não é um fim, mas uma consequência.
Quem diz que não há nada como uma boa xícara de chá para acalmar os nervos nunca tomou um chá de verdade. É como uma seringa de adrenalina direto para o coração!
(Gato de Cheshire)
Ah, Alice. Não podemos voltar para casa. Realmente não é nenhuma surpresa. Apenas alguns encontram o caminho, e a maioria deles não o identifica quando estão pavimentando. Os delírios também se agarram com a memória. Somente os mais primitivos consideram a resistência à dor igual a medida do valor. Esquecer a dor é conveniente, lembrá-la: agonizante. Mas reconhecer a verdade vale o sofrimento, e o nosso País das Maravilhas, embora danificado, está seguro em memória... por enquanto.
(Gato de Cheshire)
Eu quero esquecer! Quem escolheria permanecer sozinho, aprisionado pelas suas memórias doentias?
(Alice Liddell)
Sei que sou culpada de alguma coisa, mas a punição quase nunca combina com as vítimas de um crime.
(Alice Liddell)
Salvar a mim mesma? Da morte? É isso? É esse o motivo pelo qual vim até aqui? Eu não tenho medo de morrer. Houve tempos em que eu aceitei a morte.
(Alice Liddell)
