Coleção pessoal de Diogovianaloureiro

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⁠Pedir perdão é aceitar a verdade,

Perdoar é abrir mão do controle,

Esquecer é abrir espaço para novas histórias.

⁠Aquele que reconhece o erro e pede perdão aprendeu,

Aquele que perdoa dominou o ressentimento,

Aquele que esquece vive em paz.

⁠O primeiro a pedir perdão é sábio,

O primeiro a perdoar é forte,

O primeiro a esquecer é livre.

⁠Quem pede perdão demonstra lucidez,

Quem perdoa demonstra grandeza,

Quem esquece deixa de ser prisioneiro do passado.

Quem carrega a mágoa, adoece a alma.

⁠O primeiro a pedir perdão é sábio, pois aceita sua humanidade.

O primeiro a perdoar é forte, pois transforma a dor em aprendizado.

O primeiro a esquecer é quem compreende que viver em paz supera qualquer ideal de felicidade.

⁠A verdade é que não consigo carregar ninguém nas minhas memórias, nem a mim mesmo, quanto mais você. Mas isso não significa que não te amo. Significa que me apaixono por você todos os dias e que, na intensidade e profundeza do teu olhar, me refaço no amor que em ti vem me ancorar.

⁠Se você nunca saiu de casa, você não é um filósofo.

Filosofar exige mais do que ler livros ou frequentar uma universidade. Um verdadeiro filósofo não pode se limitar à segurança do próprio lar, da sua bolha social ou da aprovação familiar.

A filosofia nasce da observação direta da sociedade, da experiência vivida e da reflexão sobre o que se vê e sente.

Um filósofo precisa se aventurar pelo desconhecido, aprender a se adaptar, isolar-se quando necessário, chocar-se com diferentes realidades e questionar o mundo ao seu redor, com desejo de libertar o ser humano da ignorância e da alienação.

Como alguém poderia filosofar sobre a sociedade apenas com base no que leu?

Sem experiência própria, sem embates reais, sem uma visão crítica construída na prática, a filosofia se torna apenas repetição de ideias alheias e não uma busca genuína por conhecimento.

Ser filósofo não é escolha,ser filósofo não é apenas um titulo.

⁠Ignorar é uma ferramenta de poder em uma sociedade egoísta. Quem teme perder espaço ou deseja controle, finge que você não existe.

Na vida real e na internet, o silêncio estratégico molda narrativas e sustenta falsas imagens de superioridade.

Isso não é natural, é um jogo social vazio aprendido.

Muitos neurodivergentes, sem perceber, reproduzem a exclusão que sofreram e, às vezes, são mais cruéis do que os neurotípicos.

Nenhuma relação saudável machuca, relações verdadeiras sempre curam.

⁠Existe uma fórmula para a felicidade?

Se um esquizofrênico sorri ao fazer um desenho, como poderia haver felicidade em um narcisista em tentar roubar aquela sensação dele?

⁠As pessoas te invalidam pra roubarem tua essência.

A dor delas não é observar o diferente, a dor é não conseguir deixar de ser igual.

⁠Críticar é fácil, difícil é enxergar a beleza das coisas.

Só se vê bem aquilo que se carrega dentro de si e se reconhece no mundo.

Crítico é aquele que deseja castrar, para assim obter completo controle sobre o mundo externo.

⁠Carta Aberta aos Filósofos,

Sou um vivente e sobrevivente da filosofia. Ela me escolheu antes mesmo que eu pudesse escolher.

Observo o apelo comercial de muitos que se dizem filósofos, comprometidos com as engrenagens do capitalismo, vendendo o mundo ideal enquanto contribuem para a alienação das pessoas. Isso se parece mais com a dança da fogueira do que com a atitude do filósofo, que deveria ser, por essência, inconformado com a alienação.

A dança da fogueira sempre existiu. Mas ao invés de libertar, muitos preferem entreter os prisioneiros, vendendo sombras como se fossem luz. A inconsciência é individual, mas toda consciência é coletiva. E a exploração, a indiferença e as ilusões fabricadas pelo mercado sempre serão revisitadas, seja pela dor, seja pela história.

Este é um lembrete de que nossa vida é finita e, nesse intervalo, não podemos nos confundir entre o essencial e o perecível. Entre a verdade e a conveniência. Entre justiça e lucro.

Não desejo ferir egos, até porque desconheço o senso de self.

O que importa não é o que nos beneficia, mas o que é justo.

⁠Freud explicou o chiste, passou tantos anos e as pessoas ainda não entendem o risco disso para saúde do negócio e a manutenção positiva da cultura.

Lamentável mesmo, chiste é mais que subterfúgio para socialização forçada, ele é crime.

Infelizmente existem totens que aceitam fazer parte desse circo e reforçam os estigmas nas estruturas sociais. Isso é uma Covardia praticada por indivíduos controladores e egoístas.

⁠Observando a área de TI e melhores práticas que estão em todas areas digitalizaveis, é essencial que o conflito de colaboradores não gere impacto nos interesses do negócio.

O processo do setor é indiscutível ser seguido para que a continuidade seja garantida. Processos que mudam por desejo e não são catalogados se tornam do controle do funcionário e isso é risco para o negócio.

Conflito precisa ser intermediado e resolvido pelo líder do processo, se ele não tiver capacidade precisa escalar até resolver.

Quem define o método de trabalho é a empresa. Se os colaboradores estão brigando, cuidado com as ações.

Obs. Terceiro é prestador de serviço não dono do processo. Empresa sequestrada de terceiro é mal gerida e ponto.

⁠passarinho da Amazônia, eu conto ou tu conta?

Na moda da cidade você não existe, morra na queimada.

De longe não vejo o indio, nem a sua cenzala.

⁠Alicate que arranca o dente,

A vítima foi anestesiada?

Vejo um olhar diferente.

Sua alma ainda não foi rasgada

⁠Bruxa da madrugada, me leve da sala.
Me prenderam em um quarto escuro, só vejo minha alma.

O carcereiro me invade as vezes.
Sou uma alma condenada?

Procuro na imaginação apenas a última revoada.

Abismo antecipa a rendição,

homem cego de uma bala que vara.

Morte amarga que me afaga a arma.

⁠Que de muitas delícias, anseio tua carne.

Nua e viva como a lua,
Etérea e calma como a morte.

⁠Carta em Homenagem e Justiça por Kathie McCormack Durst

Kathie McCormack Durst. Uma mulher marcada pela injustiça, usada e abandonada por um casamento falso.

Esquecida pela família de seu marido, negligenciada por um sistema judicial que escolheu proteger o bilionário em detrimento da verdade, Kathie foi mais uma vítima do silêncio cúmplice, aquele que culpa os inocentes pelas agressões que sofrem.

Robert Durst, homem que se esconde atrás do poder de sua família, desafiou a sociedade, manipulando-a com sua fortuna. Um hipócrita que, após assassinar e esquartejar um amigo íntimo, alegou “legítima defesa” e comprou sua liberdade.

Um homem que abusou da confiança de todos ao seu redor, transformando violência em estratégia e sua vaidade em arma contra aqueles que buscavam justiça.


E Kathie? Enquanto Robert a acusava de vícios que nunca existiram, tentando manchar sua reputação, Tão jovem e já enfermeira, ela era uma aluna exemplar no curso de medicina no Albert Einstein College of Medicine, prestes a se formar. Qualquer pessoa que conheça a intensidade dos estudos na área médica sabe que o perfil de um estudante bem-sucedido como Kathie não se encaixa na narrativa de dependência em droga tão pesada criada por Durst. Ele apenas espelhava sua realidade para invalidar o outro com sua dor.

Mas isso não impediu que ela fosse desumanizada em vida e, depois, na morte.

Kathie enfrentava não só o peso dos seus estudos, mas também a violência doméstica. Meses antes de desaparecer, foi tratada no Jacobi Medical Center, no Bronx, após sofrer agressões por parte de Robert. Amigos próximos relataram que Kathie, aterrorizada, dizia que, se algo acontecesse a ela, seria culpa de seu marido. Essa confissão nunca foi levada a sério pelas autoridades.

Quarenta anos. Quatro décadas em que a justiça negligenciou seu dever, enquanto um assassino evidente seguia livre. Não houve sequer uma análise rigorosa ou profissionais dedicados o suficiente para agir com seriedade no caso.

Ao invés disso, recursos foram desviados para proteger quem tinha dinheiro, enquanto pessoas comuns, muitas delas marginalizadas, permanecem à mercê de um sistema que falha diariamente.

Não há redenção para o que foi perdido. O corpo de Kathie já não está entre nós, mas sua história grita por justiça.

A série documental sobre Robert Durst toca na monstruosidade desse homem, mas a negligência das autoridades precisa ser exposta com o mesmo vigor. A sociedade merece entender como a fortuna pode comprar a indiferença da lei.

Proponho que a fortuna da família Durst, cujo valor chega a bilhões, seja utilizada para reparar a família McCormack, com parcelas distribuídas ao longo das suas gerações. Não como caridade, mas como a mínima reparação devida por décadas de sofrimento, nenhum conforto que o dinheiro compra pode recuperar uma vida, mas é junto o conforto de todas gerações de Kathie McCormack Durst. Infelizmente ela também foi uma Durst, não merece o silêncio da indiferença.

Minha alma não encontra paz em um mundo onde isso ainda é tratado com indiferença. Enquanto a família McCormack carrega o peso dessa perda, a família Durst se recusa até a reconhecer o mínimo de responsabilidade.

A maldição que a familia Durst carrega não é sobrenatural: é a consciência pesada de quem perpetuou o ódio através do silêncio,e assim propagara através da sua conexão distorcida por todas suas gerações.

Se minha história continuar sendo ignorada, todas as gerações da família Durst carregarão essa vergonha como um fardo eterno. E eu estarei lá pessoalmente para me divertir assombrando todas suas futuras gerações.

Mas, se minha memória for honrada, existe a possibilidade da redenção para vocês.

que cada membro da família McCormack seja abençoado pela justiça que lhes foi negada por tanto tempo.

Kathie McCormack Durst não será esquecida. Sua vida e seus sonhos, interrompidos por um monstro e ignorados por um sistema corrupto, são um símbolo da luta por dignidade.