Coleção pessoal de danmelga
Nós, escritores, temos que falar bem. Se eu não falasse bem, eu seria um péssimo escritor. Um péssimo artista.
Cada olhar que eu recebo, é como se eu me teletransportasse pro futuro, e visse o passado, de histórias novas que já aconteceram.
Às vezes a gente se basta de ir a alguns lugares. Tem lugares que eu já frequentei quase que semanalmente, que hoje não tenho a mínima vontade de ir. Não necessariamente que alguns desses lugares não possam ser mais divertidos. Mas que possam já ter me bastado. Tem lugares que eu sinto que já explorei o suficiente daquela vivência, daquela experiência, ou de um momento em que eu buscava algo específico que hoje não busco mais. E como alternativa a esses lugares, me sinto muito melhor ficando em casa, e explorando agora as coisas boas que tem em ficar dentro de casa. Por outro lado, tem lugares que eu já frequentei muito, que hoje ainda sinto vontade de ir, que ainda sinto prazer e sensação de novidade.
Misturo filosofia, religião e ciência
Misturo algumas coisas que eu sei que te atenta
Conheci uma Deusa que mistura tudo com pimenta, então nem tenta
Não pense as pessoas que você não gosta como sendo “insetos”. Insetos incomodam, e as pessoas que você não gosta não deveriam ter o poder de te incomodar.
Como será os instrumentos musicais, e a cultura em outros planetas? Como será que é a vida em outros planetas, e a cultura, e a música, e tudo mais?
O que faz um escritor ou artista eternizar sua arte num determinado formato pré-estabelecido? O que o faz pensar que uma arte vai se tornar poema, ou vai se tornar uma crônica, ou uma música, ou uma simples frase? O que caracteriza que em um momento algo se torne um poema, e não uma crônica por exemplo?
Ser artista não é maldição. É uma “boadição”. Mas que ainda assim a pessoa carrega aquilo pra vida.
