Coleção pessoal de dalainilton
Somos todos caminhantes errantes neste mundão de Mãe preta e Pai João, que apesar das discordâncias e aceitação, meros cometas, estrelas cadentes em ascenção ao Criador.
Em combate estou, na luta brigando pra vencer minha estupidez, inconcistencias e arrogâncias de um eGo orgulhoso e covarde.
Sim porque ele o ego não vai!
Ordena que eu execute seus atos,
por não ter olhos pra enxergar e coração pra intuir.
Apenas pressupõe e ordena.
Porém estou em batalha e o vencerei, ainda que me custe este avatar...
Muitos dizem!
falam em nome de Deus...
Eu argumento em nome da Vida!
Percebe alguma diferença?
Acredito que a maioria das pessoas dialogam sobre seus pressupostos,
as demais ideias são um conjunto de reminiscências do coletivo.
Somos errantes no aprendizado
de viver, e repetidores de conceitos,
em que muitas vezes por sermos nós, apostamos num resultado divergente.
Porém somos convergentes na aceitação dos resultados.
Concorrem ao cargo de CANALHAS, todos os seres que empenham-se em enganar aos que menos sabem,
os menos desvalidos de análises psicológicas e discernimento de parâmetros analíticos de entendimento.
Espero que o céu deixe de existir na eternidade e prevaleça o inferno, pra vermos para onde vai toda essa gama de hipócritas...
Quão é valioso o entender do poder da reconstrução.
Quando compreendemos que o NADA, é também o TUDO.
É aí que percebemos o Criador em cada ser!
Se nos entendêssimos Humano de fato tudo isto a base de reciprocidade, essa competição acredito eu se transformaria em comunhão e o planeta seria um Paraíso.
Seríamos ajudadores mútuos,
jamais oponentes ... Jamais!
A cada nano segundo de nossas vidas o inimigo nos margeia e nos contentando apenas em fita-lo, e se quer percebemos quando num dado momento ele nos derruba em sua emboscada, sem nos darmos conta
que foi com nossa permissão ainda
que involuntária...
Nada é pleno, tudo é instavel.
Oque satisfaz e conduz alguns, desnorteia outras - segue-se o mutável, o incompleto,
e o novo sempre ocupa o espaço do antigo,
até que se faz outro novo e outro, e outro e mais outro... e segue o script vida.
Não obstante o absoluto nada mais é
que o presente deixando inexoravelmente
de ser pra dar lugar a mudança com advento daquilo vislumbrado de próximo.
Engana-se os que perseguem a mesmice, pois até o tal do mais do mesmo, é por ventura
Todos na multidão orando pedindo pra Deus proteger e livrar de todo mal... Mas o coração marcado pela mácula anda manchado e com ódio da mãe, do pai, do vizinho, do amigo, do chefe, da esposa ou esposo, dos parentes, do professor, de si mesmo... E tem coragem de implorar ao Criador pra livrá-lo de todos estes termômetros evolutivos.
Mas esquece dos opressores internos que o fustigam e corroem, não o protegem.
Assemelha-se a uma oração de Fernando Pessoa que em uma frase grita,
"Senhor livra-me de mim".
Paradoxal entendimento de vida.
Se alguém se mede por coisas ou bens que julga possuir!
Os valores são destas coisas e não dele.
Agora se o mesmo as desposui, convenhamos que, quem tinha valores, eram todas elas e não ele.
Seja forte de Amor e verá valores como o todo.
Um dos piores males do Homem é querer possuir as coisas.
E, elas as coisas deve sorrir desses tolos homens...
Porque só elas se pertencem.
Entende!?
Se o imaginar é,
que há um inimigo,
e que ele irá nos destruir...!?.
Aceite o pressuposto de que fomos nós que o convidamos pra jantar...
....e daí ele aguardou nosso cansaço...
a nossa possível carência,
e nos atacou...
As pessoas estão robotizadas erroneamente imaginando em
encontrar a Felicidade em grupos
de mídias augoritmicas.
E caem depressivas quando percebem que tudo aquilo assemelham-se ao robô, pois não há emoção e tão pouco sentimentos...
Ocorreu-me neste instante um colosal pensamento!
Chego a conclusão de que
não suportamos está a sós.
O ficar acompanhado de nós mesmos.
Solicitamos aos quatro ventos algo ou alguém pra que nos faça companhia, pois essa ausência perene nos maltrata.
Não é mesmo Paradoxal o sobreviver?!
Quero ouvir-te discernir a meu respeito!
O teu relato o divergir de quem sou "Eu".
Esclarece-me sobre mim!
Responda aos meus anseios de entender e compreender quem sou?!
O que vês de um "eu", que não sabe de mim.
Vossa explanação, o relato feito por ti.
Mas espero que, como se diz por aí, o ver a olho "nú" o percebido do teu Eu, quem tu encontras em meu "Eu"!
Por fim, ou por início, imagine o ser, aquele, aquela persona observada de fato a partir do teu relato.
Sim!
Por cada análise - O análogo observado do meu eu partir do teu eu.
Este eu, a partir do teu eu, diz mais do observador que do observado.
Uma vez que nem Eu sei quem sou.
