Coleção pessoal de dalainilton

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⁠Atraímos tudo aquilo o qual colocamos foco!
Pensamentos altruístas positivos ou negativos se fundem do imaginário ao real.

⁠Viver!!!
Não se trata de estar em disputa,
Não é um ideal de vitória,
Não conta história de quem é melhor ou pior,
Entende apenas que vive na reconstrução de humanos não despertos, porém buscadores, reconstrutores do modo vida humanizado, de fato.

⁠Ou quebramos velhos paradigmas modelos e procedimentos antigos ou, seremos eternos repetidores de mais do mesmo.
Somos frágeis e, insistimos ser inquebráveis.
Não tem mais efeito hoje as velhas normas e leis do sobrevivente do passado.
Basta observar que, pela insistência de repetir velhas normas, estamos dizimando pessoas, animais e coisas.
Ficou ultrapassado e foi quebrado os velhos ritos.

⁠O universo é, o total de um montão de acúmulos de ideias e pensamentos, sintetizados numa manifestação particular e imutável por um expectador itinerante no seu modo de atuar na vida!

⁠Falar é uma distopia,
Ouvir é uma neurastenia,
Os dois juntos, é parte do humanismo!

⁠O tolo indaga envolto em sua estupidez
" Dando ré pra trás?.
E não há pra trás, tão pouco pra frente. A não ser referencia ao sentido que estamos intencionados.
Captou?
Alinhemos nossas ideias.m e metas.

⁠Você se imagina infeliz e solitário? Experimente amar e enamorar alguém.
Há os que se dizem apaixonados e românticos, cultuam primordialmente suas ilusões. Amparam-se no que classificam de eternidade indissolúveis. Tudo no imaginar estarem agraciados pelo amor.
Disseram, " O amor é fogo, que arde sem se ver, ferida que dói sem se ter, é um contentamento descontente!".
É, ou não é, sofrer?!.

⁠Um poeta, o escritor, também tem netas feito eu.
Yasmin, Sofia e Isis
As três alegrias mais fantásticas do Universo.

⁠Só existe a manifestação, tanto do bem quanto do mal porque precisamos entender a vida.
E se ficarmos apenas vendo o lago com cisnes dourados, jamais perceberiamos que eles só estão lá porque existem petiscos pra sua degustação.
Compreende o toma lá da cá da vida?!.

⁠Só posso contar comigo mesmo, sem o rótulo da unanimidade.
Porque serei sempre eu a perceber a minha ausencia e possívelmente obter auxílio.

⁠...e gritaram ao idoso sentado na praça.
"E aí, seu... Sozinho de novo?".
E ele retrucou. "Sozinho nunca. Abandonado sempre!".
"Quem é que entende as coisas do coração?!."

⁠Atraímos TUDO aquilo, muitas vezes que imaginamos, em forma de desejos, ações e atitudes.
Porém e primordialmente ao que nossos corações planejou.
Não é só por causa do retorno ou ciclo.
Tem a ver com o desejado ao semelhante.
Entende?
Semelhante!
Ele, o semelhante é também você.

⁠Jamais diga "eu te conheço! ".
Até porque nunca sabemos quem é esse "eu", tão pouco os atos dos que dizemos conhecer.
Somos uma montanha de pressupostos, um acumulado de outros, cópia de uma raça mutável.
Somos apenas, mais de todos, gerado por nós mesmos.

⁠Precisa-se urgente de seres Humanos.
Mas, Humanos que entenda-se,
e também aos outros.
Precisa-se urgente rever princípios e causas.
Precisamos urgente nos vermos no semelhante. Não olhamos uns nos olhos do outro.
O medo de encarar o espelho e perceber nossos defeitos, nos paralisam, nos animalizam perante o outro.

⁠Diz-se por aí!
"Julgar os erros dos outros, não diminui em nada os nossos erros."
Utopia!!!
Ainda bem que não erro,
me engano.
Hipocrisia.

⁠Quão solúvel é mesmo isto o qual chamamos de TEMPO!
Um espaço utópico vivenciado apenas aos humanos.
Uma celebração de conflitos ensejos e anseios e realidades dissoluveis.
Mas, apenas comemorada por seres imaginariamente pensantes.
Viver!
Oque é, no tempo?

⁠A grande tragédia da conivência, é a somatização semântica que desliza irreversívelmente pra mazela, junto
a ilusão de lucro ou ganho futuro.
Mas!
Sobrará de todos apenas pó.

⁠Freud, disse "se você ama sofre! Se não ama adoece".
Eu, digo e não dá no mesmo?
Somos um paradoxo vivente...

⁠A oração reforça a fé, imprime sensação de conforto ao que ora!
Já a Gratidão efetiva certezas, sai da condição de miragem paradoxal, excluí a dúvida.
N a m a s t ê

⁠Espelho!
Espelho meu!
Existe alguém mais estúpida e tola deste condicional chamado, eu!