Coleção pessoal de dalainilton

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Não quero aqui começar um debate:
Mas indago aos senhores.
Porque esta geração só imita e limita-se a copiar os maus?
Porque não replicam um:
Nelson Mandela,
Madre Tereza de Calcutá,
Martin L. King,
Tiradentes,
Dalai Lama,
Helena Blavatsky,
Jesus,
Sidarta Gautama(Buda),
Khalil Gibran...
Porque estamos nos espelhando só no que de pior está permeando a face da terra?
Estamos e gostamos do velho sofrer, e adeptos do masoquismo?
Que purgar e este em que colocamos no lugar do Criador o ego movido a ostentação e vaidade?
...É realmente os deuses estão loucos...
Se é que alguém me entende!?

Prós que preferem seguir e imitar sempre aquele velho cantor que tinha como performance o ritmo musical da Pisadinha, não comemorem o Natal e o Novo ano... Vai ser igual... Será sempre igual aos militantes desta marcha,

Que seus pensamentos sejam obras.
E que sejam para edificar, solidificar, o AMOR na forma de retidão rumo ao topo ao cume pra está junto no Universo, nossa instância primeira.
E que todos os passos, cada caminhar esteja na retidão pois é o criador se experienciando em nós, vivenciando na matéria a dor de simplesmente"Ser"

Comprometam-se em ver morrer antes de você todos os seus defeitos, ai terás avistado o céu,

Ainda dá tempo de corrigir todas as tuas ideias de erro
por serem apenas ideias...

Dignidade é, Amar esta humanidade e,
Que sua consciência pese se pensares só nos seus defeitos,

Ha um tempo em que estamos acometidos de um excesso de saudades,
Então é chegada a hora de retornar,
Ir,
rumo aos reencontros...

Quem dera que este povo que corre atrás da banalidade percebesse que tudo é fugaz e passageiro,

Que os homens de retidão de coração e cede de justiça aflorem para os tempos turbulentos feitos os hoje!

Tem gente que se acha vitorioso por dar o troco por algo decepcionante,
Mas e se for o contrário?

Chegou dezembro,
Desta vez não passa,
Montar arvore iluminar com luzes que piscam,
Se estiver na mesma caminhada, acabarás na mesma escuridão,

Vivemos dias de euforia,
Um padecer em insistir em sobreviver,
Contas sendo e a refazer,
Recontar o algo perdido, aquele tempo irrecuperável,
E por fim utópica imaginação de crer que o mesmo fazer,
Será em tempo que se acha mudado,
Ter-se-á um resultado, imaginado que novo,
Porém é o mesmo que se repetirá,
Ai decepcionará,
É hora de se reinventar...

Se eu citar Camões e tocar com suas palavras alguns corações, ainda sim estes corações mediocrizados me perguntarão; quem seria o detentor de palavras tão sábias,

O povo vê o clarão, mas está indo para o fundo da caverna achando que é lá a saída...

Vivo alertando as pessoas.
Parem de mostrar só a mascara de felicidade.
O palhaço rir o tempo todo, porém o coração também chora,

Aos intolerantes o meu sinto muito pela negativa de uns nos outros dai a ira, intolerância e a pratica do ódio, Cautela,

Precisa-se de generosidade, parar de fazer contas de subtração, o ter não é importante, o ser é ambivalente,

Não vivemos o mundo de perfeição, vivemos um mundo de relativos,

Basta, desisto dos teus defeitos
vistos a olho nu,
pois talvez é este que veste nossas almas,

Quão pobre é o coração de quem separa, oprime, desumaniza...