Coleção pessoal de Colicigno
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Nas profundezas do abismo do coração, moram amores perdidos, que nunca mais serão pronunciados.
Um poeta sem um amor, é como um rio seco, não é sobre rios que estou falando.
Talvez fosse só um olhar, com olho no olho ou quem sabe um abraço apertado com um afago na cabeça... para esse silêncio profundo morrer.
Algumas coisas podem não lhe matar, mas, podem fazer morrer algumas coisas dentro de você.
Como se livrar de um amor que ainda mora no seu coração?
Você é o meu remédio, não sobre remédio que estou falando.
Mesmo sendo imposto pelas circunstâncias, que sejamos o dia e a noite, estaremos ligados eternamente pela alvorada e pelo crepúsculo.
Se eu ainda fosse dono dos meus pensamentos, eu não pensaria mais em você.
O amor é uma parte louca e insana de nós, que cria asas e sobrevoa os abismos da insanidade.
Resistir ao amor, é se aprisionar por conta própria e viver na ilusão cega da razão.
Ceder ao amor, é embarca em uma louca aventura, você não sabe se volta e se voltar, não sabe em que condições estará.
O impossível existe, porquê, transcende a lógica.
Quem vive de migalhas, é pinto...
Não existe bom senso para o amor, se houver, não né amor.
Viver é uma aventura, sente-se no banco do volante e dirija, não viva no banco do carona.
Ah... se o amor morresse sem me matar.
Há dores, que só um abraço da pessoa certa cura....
Um abraço cura e como cura...
Faz uma faxina na sua mente...
Abre as gavetas do passado e só deixa ficar as boas lembranças...o resto joga fora....
Não há relato de ter havido alguém, que tenha colocado um ponto final em uma história de um amor verdadeiro.