Coleção pessoal de ClaudethCamoes
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Nem todo olho ainda se desenvolveu é certo que ninguém sí entrombeta no seu.
Há sim, quem pode fazer já sabe o que fez e, o que faz, com o que ainda, não podia ter feito.
Não sou um favor e oferecer-se é ajudar.
Nada como um amontoado de diferentes tentando fazer igual e pra se livrar basta-te voltar ao normal.
Quem te molda não te apavora.
Brincar é bom, sem métodos melhor, e, se não tiver jeito, a imaginação te livra das obrigações insensatas das responsabilidades que fogem da necessidade real.
Adicionando vida pra ver se você se distraia com as ocupações humanas.
A idade dos contratos não mantêm base e, se não for leal às causas, muitas vezes, até além das vontades, colorimos plêias às necessidades.
Somos as passadeiras de outros e as vontades desprezadas dos mesmos, então, que sobre prosperidade em outras vidas, prás migalhas nos servirem, pra fazer algo ainda mais belo pelo ser.
No amontoando de leis seu tecido também é regra.
A liberdade de expressão serve àquem.
Separar os regentes alegra até a pele dos sorrisos multiplicando viço não descarregando em nós vícios.
Mudanças pra onde, é o tempo que corre nos tecidos do templo, necessários são seus afazeres.
Têm gente que demora mais pra pegar no canudo, embora esforço, não te servem pelo falso estudo.
Sempre carregas os erros alheios, mais aos sensíveis, pois, alguns no meio ti meteram.
Paciência é requinte e uns vestem etiquetas.
Nos grampos da vida as mãos que o causam também libertam os nódulos do serviço.
Hoje estou sabendo é a janela pra todos verem.
Fazer nem sempre é um querer e, as escuras, inventam distrações ainda inferiores, não verberes intenções sem devidas solicitações.