Coleção pessoal de ClaudethCamoes
Queremos todos os sentidos são pra organizar o núcleo do planeta pra ninguém virar não sei quem é o eu sou.
É na direção do umbigo que se encontra a ponta do nariz, pra concertar as mer.ka.bas de vossas poderosas falas.
Aqui tudo funciona perfeito, e a completude me chega, somente depois que me apresento, com a verdade do saber que não é meu.
Sonhos se concretizam com àquilo que viemos fazer, o mesmo não serve se colocado em imposições, e, ou, cortes, que nadam fazem pra o afeto envolver, é no centro do peito, que guardamos as continuidades dos seres, sem exclusão no e do viver.
Sempre teu afazer nos limpa as proteções das projeções, pra que não haja uma destruição em massa, causada pela ilusão, de uma busca sem propósito, mas, carregadas de força vital.
Quem se curva, também, oferece ajuda, se ainda não recebeu, não foi pela falta de humildade, certamente é pra que o tempo nos dê a realidade, do como e o que fazer, com os fardos de nossas necessidades por hora já firmada.
Nossa ilusão foi criada pra ajustar a realidade da inconciência, e, hoje, a sabedoria desce como pão, é nossa fortuna, por amor ao líquido da compaixão, pela liberdade de expressão, porta dos descarregos sem pregos pra nossa solução.
Agora vamos usar nosso núcleo de pulsão pra construir e reformar não destruir nossas vidas com afazeres de ilusão.
Não retire a alegria do nosso caminho, com sonhos inventados, que estão sem nossa vontade, pro final não nos por em término, uma vida que nos foi doada pela sabedoria da existência.
Nas mandalas da vida onde os ouvidos me são saídas, a falta de música não é ignorância proposital, pois quem dá base as notas nem conhece, ainda, às forças das palavras no integral, se achastes ignorância ou vácuo no fazer, saibas que derrubas muitas asas que dão suporte aos que as têm.
As agonias viram graça pelo tempo, sabes que não precisavas o sofrimento, se preocupava com o momento, e, pra época dos adventos, desgovernados, de alguns seres sem a devida direção, maturidade hoje será a direção.
Pra nascer e morrer necessáriamente não precisas o descer às covas, acorda, já que ser prematuro, aqui, não é mais alicerse pra tempo do servir.
Não posso culpar percepções e fazimentos alheios, e, estes não descarregam em meus tecidos, é a obra dos tempos, que nos eleva, corrigindo o falso momento.
Tanto morto vivo se achando gente, isso também é bom, sabes das necessidades das sementes, que pro futuro nunca é mais, ensejas-me um único graveto ardente.
