Coleção pessoal de ClaudethCamoes

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Ninguém rompe seu lugar porque quer, foi tempo de ignorância, onde a proteção foi burlada, e, não livrada, já em remoto tempo, aguardando momentos, prá maturidade de vossa necessária estada, à muito esperada, pra renovar os tecidos dos arrependimentos, em séries modificadas.

A sabedoria do cristal é limpar eternamente pela alegria da diferente igualdade.

Amor sem poder é tranquilidade de sentimentos pra toda mãe.

A verdade não esconde as necessidades, do tecer nossa realidade, se é sempre pelo ouvido, que alimentamos nossas futuras vontades.

Adicione o perdão, antes dos sentimentos da escurída razão, motivo, todos sabem dos quês sem relização.

Pro corpo espelir qualquer nódulo, sua natureza de vir, por ti nascentes de músicas, em qualquer idioma, em belezas do servir, pelas bases dos verbos, impulsionados pela verdade dos sentimentos.

A igualdade mora na diferença, sabiamente compartilhada, pra vagar ar, em qualquer tempo de estada.

Serviço é gratidão transbordando, nunca obrigação recriando.

O tempo quando calmo, é eterno presente, por você, brotando oportunidades no seguir, tecendo alegrias em paz, prá oportunidades, e, poder ser.

A saúde começa com as mãos de vossa sabedoria, que faz brotar alas de pinturas, surgindo materializar, em belas vozes do ser.

A beleza de suas curvas são de perfeitas, admiro-te os detalhes, sabedoras costelações em vossas lindas, primas de pintas.

Fechou às portas da verdade, pra sucumbir a vontade boa e agradável, levantes, e, corrija as farsas, pela notícia de outras sábias mãos, face é pra poucos véus, siga em comunhão, realizando a vontade no verdadeiro pão.

Aprender a reger às imagens, é confortante sem máscaras, e, a imaginação, é luz, de quem não disfarça.

Observe a arquiterura da vida, na casa que cresce, e, no templo, que individualmente, a todos vestes.

Fé é um plano traçado de serviço, que não há outra forma de vigorar sem os pés, de quem sonha, pela paz do todo no paraíso.

Humilhação é não pra humildade ventilar faces.

Na beira do lago, siimplesmente passeava, eternamente pelo coração, a paz não é agora pro tanto faz, prá lacuna do observatório retornar, com a mesma largura do concretizar.

Quem tira do ar faz todos se lascar sem sua sabedoria de estar, recoloque às alegrias, no primeiro ato quando falar.

A lembrança é um nascimento que surge, no brotar da verdade em outros, onde a negação passa distante, das reações comportamentais, edificando todas as árvores fundamentais.

A verdade não manda convite e a bondade é pelo valor da realidade do ser//viço.