Coleção pessoal de ClaudethCamoes

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Me levastes as alas; me chamastes as salas; me revelas as falas, me adianta em mala(s).

A ponta de minha língua; possui sabor de morangos dos concertantes gumes, pela gratidão de minhas unhas; um choro in-surge; em brotos, chamadas e compaixão. Per-dão (são equívocos) de ilusão; medo pode e deve ser... Proteção.

Melhor abrir o coração do que viver uma fração de ilusões pra enSinar e ou sustentar, (bebErrões). Entenda (como) quiser. Volto à quem me Lis... Órfãos!

Não imagine que vá vender passarinhos, lagoas e matinhos; pra satisfazer seus cofres como outrora tens feito. O pó da terra que cerra meus punhos têm o maior valor do mundo.

Não creio em homens hipócritas, mas acredito em burrinhos.

Quem me guardou sabe o respeito que se deve ter até pelas gramas... Em conjunto partilho dos anos vividos com gratidão em demasia.

Quem elabora grandes textos que use sua própria célula e responda com altivez o significado de todas as parcelas.

Ele me diz: Respire calmamente; profundamente... Não mente as mentes que me mentem que não me enfrentem, tudo está no absoluto calmamente... Paciência é algo incomparável.

De (pois) nos perguntam porquê dos medos ... Há cavernas bem confortáveis, essas não se comparam a sinuosas salas dê star-tups.

Não necessito usar hábitos tenho família(s)

Meus braços estão cansados; meu peito cerrado; minhas pernas em bases; meu coração se mudou... algo me diz: Tenha calma a tempo para os perdiz.

Que bom! Ser- ria; que determinadas substâncias simplesmente se deslocassem e ou deixassem de existir; meu amor, quão bem nos far-ria as mudanças e necrasias.

Dos centros de meus ombros aguardo com precisão algo além da suposta evolução; o que seria simplesmente um salutar alinhamento que deve se fundir a pespicaz compreensão; então me pergunto do porquê a necessidade dos fármacos.

Se você não existisse te inventaria e depois te tocaria a mais bela harmonia do eternamente amar-ria.

Não compreendo como as barbáries sobrevivem as correntesas preciosas que purificam os momentos.

Sagrado são as cortinas do templo; onde correm cascatas cristalinas e suaves perfumes que enfeitam valiosos momentos.

Sei lá àquela seriedade que havia em nós; derrepente se desfragmentou, limitando-se aos abusos absurdos dos paradoxos confusos megalomaníacos consciências.

Grata por (per-mi-tir); amar você!

Faz! Há! Sim! Você fica com bemol... eu com o dó, ré, mi, fá, sol, lá, si, nosso ser...

Àquele cheiro de poeira e mofo existencial, aos poucos foi se dissipando, há que surpresa fenomenal.