Coleção pessoal de ClaudethCamoes

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Se souberes escrever, pombo é favor, não simples corrijas.

Tudo é muito simples hoje, e, com a tecnologia, acertar seu fonema é, a saída nas famílias, isso é como digital, e, outros diriam, é subjetivo, isso não é único, e, são pras flores das paz, limpando os expressivos.

Sempre é um prazer o apresentar, na verdade a solidez é, a, melhor multidão do estar, pra embelezar nosso criar, pelo amor das massas há galopar.

Te dei tudo pra simplesmente, o fazer, seguia contente, até descobrir que somente, nasce, e sente, o que a invenção não, sabe o significado de intente.

Meu grupo era um único e, me jogaram em únicas, é na graça das alegrias, pintando recordarias, a necessidade das sabedorias, pondo sedas pra acertar, correntezas, podendo também ter nobreza.

Ais que saudade de minhas simplificadas é etéreas confissões.

Que por fim nas provocações, trabalhe sem inventar ilusões, mas, se tiveres o dom e hailidade das imaginações, continues, pois, às das castas é dos necessários refrões.

Toda profissão se não (in)ternada é cruz prá, nem digo das qualificações desnecessárias.

Temporariamente fora do ar é, a saudação por ti encontrar, pra te dá, as sabedorias das arquiteturas celulares.

A solução é cheia de boa vontade, tanto que ela, já têm nos planos, muita liberdade, o que sobra é só verdade.

Se a carne é o reflexo do espírito, queres do saber, cuide de ti, pois, muitos não sabem do porvir e, se, fazem bem sem o assistir.

Da paciência nasce às habilidade dos porquês não é de sí dizer não.

A essência de todo trabalho nesse plano ou, é, pela responsabilidade ou, pela compaixão, se não, se lasca meu irmão, é que competência é temporal, não se meta em ilusão, se livrando da falta de extenção.

Em um formigueiro todos trabalham exceto as folhas.

Guanha-se dinheiro até pela falta de fé, imagina se a matemática do tempo vier, informar é agraciar e, ou, emperrar o passado que pode si transformar, e a habilidade de todos é pra sanar.

Pra remover o mal, tire as fileiras dos sorteios, já que ninguém sabe onde a roda vai parar, exceto, pelo vento e, pelo mar, que ninguém quer sufocar e, poucos, ainda, sabem mergulhar.

Pra continuar com a graça, eles também precisavam dos nós no orgulho, se não, não poderiam nos fariam, dá o verdadeiro saber, que é simplesmente ouvir, às importâncias do lugar, sem confusão a provocar.

Tudo é o bem, a competência pode ser, amém, com finalidade, até as vagas surgem pra ir-tes além.

O serviço no escuro clareou as páginas retificadas pelo amor.

Nas traquinagens da infância, quantos enxergam a beleza das danças, dos entre adultos, que nunca se cansou, por ti, também, já trabalhou.