Coleção pessoal de ClaudethCamoes

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Eu não sei, mas, o saber nunca para, mesmo que a porta não seja igual, tudo e disposição da imaginação, que cria e recria, as qualidades nas benfeitorias.

Abaixaram a cabeça porquê já estudaram demais, tanto que, às análises do hoje são, tanto faz, mas, que seus gestos nos integrem sempre e, por vezes, mais.

Fomos os traços das atitudes alheias e agora mudou-se tudo, se estáis pronto seguros.

Tá sabendo agora evita.

A melhor verdade foi corrigida pela boa vontade e paciência, quem adianta não inventa, e, não vira pressa.

Quanto mais alto se está, mais celere pra se purificar, desde que, não interfira nas concretudes alheias, saber é interno e, dianteiro certeiro.

Aonde têm confusão, se retiras das dos encontros necessários, as purificações de nossa real intenção.

Toda intenção pra se concretizar têm que se por amostras e, ninguém nos modifica às costas.

Nossos vestidos nesse plano, são um pequeno traço da grandiosidade das luzes, que protegem os fatos de nossa sagrada nudez.

A liberdade do outro é a soltura de mazelas alheias, por ser capas de ilusão de despachos de simples centelhas, sorria pra ti é ensejo.

A cor do País não estípula às peles e, a, raiva é saber quem é, deixe de bagagens e, viva o que sempre por ti vier.

Quando te perguntarem, qual sua origem, vixe, nem te falem e, não se calem, tudo é energia pra edificar até, falsos invales.

Agradeça com alegrias as precisões das formações dos bem vindos dias ensolarados pela bentífica compreensão.

Técnica pra quê, se já tens intuição, o contrário é pra ti importante, já que queres esse dom, que seu tom seja mais doce.

Vivemos em um mundo onde se têm medo de baleias e, teus risos são, sementeiras das flores, pra manter liros informes.

Não que se queira modificar nada, mas, certamente é bom ouvir sua canta tranquilizada, quem sobrevoa pra novas estadas, ao som doce de vossas falas.

Tantos milagres às escondidas pra te proteger as nascentes intocadas, pelas falhas dos perdidos.

A raiva não era estar, dou outro lado, mas, não, ter-te visto, pela falha das ganâncias e, dos vistos, seu amor meu conciso, tenho saudades dos nossos risos.

Têm gente que o disco roda só se estiver lá, às vezes, só quero ficar, se me mandar, por ti das estadas no lar.

Sinto muito não é havendo culpa, mas, sem emoção é melhor, sí viver, sem pânico pra rever, sua alegria há de nascer, pros dias não enlouquecer.