Coleção pessoal de ClaudethCamoes

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Nossas vergonhas são alegrias desfolhadas dia após dia, pra sanar as bases de sua e tuas saudosas harmonias.

Não percamos tempo ajudando os tolos porquê já erraram mais de ... o número não é meu, é tue.

Nossa sorte é um milheiro e, o dinheiro, ainda, não chegou, que maltrato têm, exibir simplesmente flor.

Estava de boa, até resolver ajudar, será que esquecestes, ou jangastes que precisavam.

Fazemos pra ti liberar as verdades de suas vontades e, não, as sequelas das imposições sem edificações futuras, retirando o mal das falsas figurações.

Tá se manifestando lá porquê não deixaram o fazer do que tinhas de ser, caminhe com alegria, esse é teu valor, por não querer simplesmente ter, por ter.

Sei que regra pode ser uma porta fechada pra sua realidade de estada, que isso, não seja pra ti correr, em outras estradas, já que ninguém te pertuba, por amor ao seu agora, faça.

Não tinha condições e, me deu obrigação, pra fazer o que é meu, pra ti oferecer às alegrias por teus.

Haja língua pra tanto conhecimento entalhado, onde a sabedoria jorra todos os dias, pra não se perder com notícias desoladas, trate a realidade pra lhes dá bons resultados, olhando o seu canal.

O tamanho de nossa propriedade é (tao) e, grande que à todos se estendem pela sabedoria, pra saúde sua guia.

Materializou porque caminhou no sonho que rezou.

Nas ignorâncias que pude ocular, espero que a verdade do afazer não seja, pra te mal julgar, libertando todo mal no estar.

Ganhastes tempo impedindo quem podia ir, travando que lho fazia andar, deixe de bogagens alheias, e, retorne ao seu lar pra saber as belezas de se saber trabalhar.

Ficou com medo que não dava conta, tentou ajudar ou, roubar, à lousa das questões e dos fatos que já viram com previsões.

Seguros pra ti também ter o direito da sabedoria em verdades, pra te guiar pondo belas fases, sejas sempre o que tu sabes, livrando os vales.

Na seara existem muitos trabalhadores, uns que nada sabem e, por amor tudo fazem, outros pela consciência dos erros, em clausaduras das imposições, retire as traves, dás contemplação.

Pra cantar sempre o que não é seu e pra escrever os maus em que se meteu pra sanar os que não (entedeu).

Não damos sem graças é pela saúde que o bom trabalho sempre passa, pra entoar novas falas.

A língua possui o tamanho do tempo e a pressão e pela nova atmosfera que nos chega.

Dá verdade ninguém corre, ainda mais, hoje, com as oportunidades que chegam sempre pra ti.