Coleção pessoal de CidicleiMedeiros
(Cap. IV: Aparece Rubi)
O príncipe, disposto a salvar o seu povo, partiu para o bosque para pedir uma poção a Floral. Todavia, a entrada do local era protegida por Rubi, o monstro rosáceo da bruxa. Os boatos diziam que ele tinha cara de uma fera brutal; outros, porém, afirmavam que não. O príncipe seguiu seu caminho… e eu, Crianças, o autor desta história, também caminharei ao seu lado para descobrir, com vocês, o encanto deste conto de fadas.
(Cap. III: Eis o que dizem de Floral)
O príncipe percebeu que reinava num reino sem almas. Lembrou-se de que, num bosque, residia uma bruxa, a qual diziam ser muito poderosa e, por isso, era temida. Chamavam-na de Floral. Apesar de ninguém nunca tê-la visto, boatos diziam que ela era tão medonha que até o Bicho-Papão era mais bonito. Porém, vocês sabem como são os boatos: eles carregam a fama de serem quase sempre mentirosos.
(Cap. II: O Príncipe)
Num incerto dia, o príncipe resolve cavalgar para ver se o seu povo realmente era feliz. Percebeu que todos tinham tudo que queriam ou quase tudo. As pessoas não brigavam pelo Não Tinham. Há muito tempo brigaram pelo Não Tinham. Passaram assim... Brigaram pelo Não Tinham e pouco a pouco foram perdendo o que tinham.
(Cap. I: O Reino do Imaginário)
Era uma vez, num reino cujas terras se perdiam no horizonte, vivia príncipe sonhador. Tinha ideias muito estranhas, buscava um tesouro. Há pessoa que vivem para seus tesouros, eram acumuladores de moedas. Porém o tesouro que o príncipe almejava era muito diferente do brilho dos metais preciosos e inertes.O Príncipe buscava um outro tipo de felicidade.
Com diferentes fractais, misturados pela minha essência, transformo meus sonhos em realidade. Talvez, um dia, consigam enxergar o que há de mais humano em mim, antes que a eternidade guarde meu coração em algum lugar do tempo.
Se somos feitos de palha, se somos feitos de pétalas: ambas o tempo levará. Mas o destino para o qual irão só Deus saberá.
Jiaolong e a Virtude da Água
A água no lago:
— Em mim, não é fraqueza; é autocontenção.
A água no rio:
— Em mim, é a paciência de quem, ao buscar a si mesmo, alcança.
A água no mar:
— Em mim, é saber que posso, e escolher quando.
A água no oceano:
— Em mim, força sem consciência torna-se ruína; consciente da minha força, transformo-me.
Que a esperança nos convença a sermos melhores e leve paz a tudo ao nosso redor e além, pois a humanidade merece mais do que o abismo.
Não sei se mereço o paraíso... com certeza, não.
Mas a Misericórdia de Deus disse que não nos abandonaria, o que quer dizer que cabe a nós fecharmos os portões do inferno.
Os anjos não decidem como a História acontece, apenas anunciam e acendem a fogueira para que ela seja contada.
