Coleção pessoal de ceumarques
Estou longe de ser uma mulher poderosa, equilibrada, independente, heroica, de fibra, capaz de tudo. Não sou santa, deusa, princesa, rainha. Nada disso. Tenho inúmeros defeitos. Sou humana. Sou mulher. E mulher de verdade que quer colo, que reclama, grita, chora, exige, mas que também cuida, abraça, acolhe quando é cativada. Quero ser feliz. Quero viver, conhecer pessoas, lugares. Quero me descobrir a cada dia e me surpreender com cada descoberta. Quero apenas poder ser eu mesma. Simples assim.
Ando cansada deste mundo virtual tão repleto de idealizações, perfeições e felicidade extrema. Lamento pelas pessoas que pensam que isso é verdade e ficam buscando (em vão) este cenário perfeito que não existe.
Quanto mais estudo a língua portuguesa, mais percebo que nada sei. E é justamente isso que a torna tão interessante, instigante, viciante e apaixonante.
Não quero mais fazer parte desse mundo tecnológico que cria uma aproximação superficial e afasta as pessoas do contato real.
Minha cor é a transparência.
Para alguns meu maior defeito.
Para outros minha maior qualidade.
Nuances da existência.
Ser feliz, tendo saúde todos os dias, deveria ser uma obrigação de todo ser humano, já que é um privilégio negado a muitos.
Quando passamos por algum colapso emocional, sabemos que precisamos de tempo e conforto para processarmos alguns sentimentos.
Saber classe gramatical é essencial no estudo da língua portuguesa, assim como a tabuada é essencial no estudo da matemática.
