Coleção pessoal de celso_nadilo

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Num mundo de palavras somos sussurros aos ventos

Ousamos ser Ousados,
Dentro do paradigma somos o paradoxo...


Dentro do desdém das dúvidas
Somos alucinantes na prática do viver...
Tantas ilusões


Ainda assim ves o destino...
Em uma prática soluvel
Estamos bêbados



Nesta época que a liberdade é uma escolha política...

sonhos dos nossos futuro.
num caminho de luz ate escuridão.
Andamos ate que pousamos o primeiro passo no desconhecido..
E aonde caminhamos pelo astros da imensidão, somos luzes no breo da ignorância.


buscamos perguntas e respostas diante do desconhecido.
A guerra nos atraza em aapiral de um abismo de destruição.
E abnegação destes fatos so demonstra a fragilidade para o qual devemos ter responsabilidade e dignidade de compreender a derradeira verdade.


A vida floresce e morre. ..
Nos instante da existência somos sonhos do criador...

Noite estrelada que conduz o espírito num sono perpétuo....
Seja os tais olhos velados pela luz que encanta...

Um pensamento
Ns vida um homem viveu a vida toda trabalhando ate quase morrer nunca parou pois riqueza seu desejo...
Ate que...
Envelhece compra um iate em sua festa um ser o observa e pergunta valeu apena nada disso tem valor real...
Pois que realmente importa tem?
O silêncio o tomou...
Alguém o chama venha comemorar
O ser diz comemore foi embora...
Nada mais fora visto pois sois poeira ao vento o importante esta dentro de voce.

Flores de inerte, morta pela beleza.
Mortas pela angústia de ser bela.
Seus corpos mutilados e colocado em soluções para que dure mais...
Esquecemos que muito e muito mais vasto e puro, pois a beleza é ⁠tudo que temos.?

Estarei em o mundo do desconhecido....
Meros mortais nos tais deslumbre serei mais uma estrela no meio do universo...
Somos alucinantes seres que na escuridão, somos pássaros errantes...
Todavia o repente o seria o amanhecer.
Mas, antecede o bravo do alvorecer...
Para simples protagonista se afoga em lágrimas no esquecimento.

Morre a poesia em teus lábios...
A morte das palavras,
... perdem o sentido,
As lágrimas escorrem veladas.
Num arco fulgaz de notório espírito...
Para o flagelo do caos interno seja parte do espírito...

Coexistência temporal
A consciência é parte da existência?
A teoria do vórtice.
Seria a elipse do próprio apogeu?


Tantas perguntas...
No máximo achismo...
Um novo começo?
No espaço translúcido ha uma perfeição?
Entre o deslumbre do próprio caos
Pode se predomina a existência de dois seres no mesmo espaço?
Vemos a virtude julgada?
Seria o fluxo interessante...

Seja desconhecido para os espertos, pois ignora os veem com esperteza...
pois...
''Os verdadeiros'' são expostos e condenados por apenas existir.

O cubismo do relativismo.
O estado da perspectiva.
Num estado inerte todavia o aspecto do cubo de dimensões para dimensões.
No espelho de dimensões há transformação de dimensões infinitamente num estado do psicológico.
Para o entendimento a explicação e a virtude do cubo no estado do capitalismo em uma nova apologia da nova era...
Em pequenos pingos reuni a simplicidade das pontas ligando os traços.
O que são esses traços e pontos.
São definições do que é para compreender o que é.
A versão dessa definição transcende a derradeira face da humanidade.
Por Celso Roberto Nadilo
Pensamento um caminho na escuridão.

Os laços da perdição.
Porquê sois o abismo.
Do verbo, sois o sopro.
No amanhecer,
sois antro perdido
de minha essência
Pura inocência para apenas olhares...
Sendo o sussurros o fruto proibido.
Digas que não conhece pois ignora
Os lábios que devora a alma. (....)
Me esqueço em tanto dias passados foram se
O silêncio abraçou ate que o amanhã foste a noite...
Trêmula minha voz, no entanto sinto que ainda estou vivo....
Diante nobres dilemas o destino que deixou uma lágrima no teu rosto.

Lágrimas do tempo são rosas jogadas ao vento...
Mero ador que desdém nas sombras a dor do amor...
Sejam sempre navegantes ilusões que ressurge nos braços dos amantes...
Bem-vindo as fogueiras da madrugada cujo o momento irônico seja lindo e maravilhoso.

Um dia num labirinto seus lábios são expostos na madrugada...

águas profundas da alma...
borbulhas suas frases
em doces águas de um riacho...
todavia, se foi um pingo em oceano...

Cala-te caminhas em silêncio até foste parte do rio,
Cálida em formosa sintonia de laços foste a alegria que morreu...
Tão pouco das réstias o sino tocou...

As enchentes de março foram feitas de vaidade sobretudo o alendo do clamor....

Casas de espíritos
Por Celso Roberto Nadilo


Terror é o temor
Diante a ganância...
Sois vento sob a poeira..
No olhar púrpura...
Sois o fundo do mar...

Nos ares do mundo...
A poluição é a herança humana?
So usar os recursos do planeta é justo?
A vida tem preço e custos?
Vivemos do sofrimento dos animais?
Também somos animais, mais somos racionais e desta racionalidade o quanto podemos ser humano entre os animais?
Da humanidade a decadência como podemos ser distintos e dignos de ser parte deste mundo?
Por tanto o abismo nos faz florescer diante a decadência...
Talvez se ouvesse mais entidades do que conflitos a humanidade seria melhor...!
Mais a mais perguntas do que respostas no mundo que vivemos.
A ignorância e a intolerância religiosa e racial são o conluio deste mundo mundano....

O preconceito é virtude da floresta negra...
Somos filhos de um mundo sem luz.
Calida memória fruto de um mundo desconhecido.

Na púrpura da realidade
Se da escolha ou é escolhido
Se escolhe o que você é?
É uma forma que se cria?
Um desejo que se forma?
Ou que é pela sua compreensão e desejo...
Opção sexual?
Tabus da sociedade?
É aceito ou se torna mais um dentro de um dogma religioso...
Tudo ponto de vista pragmático sera?
Pois tantos preconceitos...
Julgamentos e perseguição...
Sois é nada mais que é...
Tudo que é compreendido é a ignorância.
Pois o que somos dentro deste mundo alucinante...

Atravessar os espaços vários...
Trapezio de sonhos em atos tortos.