Coleção pessoal de celso_nadilo
Somos máquinas de carne metáforas de caos que predomina num mundo caótico que mesmo que sejamos cegos... num caminho distante da evolução existencial somos metáforas do fomos no passado.
Hoje em dia conflitos sociais e existencial atravessa nossos pensamentos fragmentos fragis de uma predominância que rasteja em nossas emoções.... somos imagens nas deepfakes e resenha de fakes news são reunidas no labirinto da tecnologia.
Nos deixando caótico nas sombras da existência social no labirinto de ideias falsas de uma relação humana digitalizada como máquinas servis a um mundo complexo cheio de paradigmas.
As máquinas de carne ainda tem vida própria.
A arte jóia assinada, iniciada por Caio Mourão tinha em si, como fundamento a escola da escultura. Digo isto, por que Caio teve uma formação nas artes plásticas, tendo sendo aluno de Ado Bonadei, Antônio Bandeira e o grande expoente do modernismo Emiliano Di Cavalcanti. Com estes nomes em seu currículo artístico e a convivência com outros grandes nomes das belas artes brasileira e internacional, não podia ser mais um ourives. De certa forma revolucionou a chamada joalheria nova no Brasil, utilizando principalmente a prata por criação e assinatura em contra posição as antigas escolas de ourives que só trabalhavam com o ouro meritoriamente a peso sem contraste.
A inércia mediante o medo.
Se torne impossível e imponente.
Pois ignora o declínio e esse é simplicidade compreensão.
Ser inerte todavia estão o erro mais a resiliência o torna navegante..
O exploração das fraquezas são apse da ausência a intimidação pelo olha ja te faz vencer pois ignora quebrou o caos ambiente as formas frias são adereços da existência.
Não tenho espírito nem alma...
Sou apenas olhares no vazio,
Distante de tudo caminho sempre haverá um amanhã.
Sentimento perdido para onde foi foi criado por amor porquê se foi?
Para onde foi porquê não me levou?
Me abandonou num estante que mundo também me deixou...
O ser humano contemporâneo e suas experiências de transformação intelectual...
Verbal o transforma cidadão
o homem composição comportamental...
Sua dualidade de bem e mal lhe dão caráter moral dentro das verbais de etica...
Ser inerte analfabeto funcional...
Pode ser um analfabeto político funcional.
Diante das características do relativismo o ser humano segue o entendimento para seu paradoxo de existência...
Locutor pode ser modificado para cada ser e cada ambiente do manipulação e opressor. Dando ausência ser crítico...
O otoritario e subjugado e submissão intelectual são expostos como variante da alienação religiosa e social.
Síndrome predatório do ser humano
O debate com ser alienado e a Síndrome alienação intelectual.
Os predatóres comos políticos devem cuidadar do povo atender as "vontades" do povo...
Os projetos de estrutura urbana e realizações de leis de decretos para a melhoria do bem estar da comunidade como todo,
O pastor ou padre eles realizam o controle da população com referência da bíblia e o acúmulo de riquezas, tornando-se mais antiga forma de manipulação.
Alienação ocorre pela falta de senso crítico e o entendimento da realidade.
Deserção da existência contemporânea é simplicidade o abandonado do ser Pensador e damos livre-arbítrio para sermos seres animados que observam sombras suas opiniões são pre programada pelos bonecos de cordas.
Essa expressão da consciência livre demonstra as correntes da alienação religiosa e social.
Memórias sãos perdidas mais os fatos históricos marcam o profundo da alma...
(...) Sinopses dos mortos somos culpado pelo fato de sermos alienação e enganado, o custo foi nossos parentes, pais e mães . Serem mais uma vez omissos... e alienação intelectual sera uma nova apologia do nosso mundo contemporâneo...
Não há poesia...
na nebulosa da democracia,
As cordas da nebulosa, maravilhoso berço das estrelas...
Vivemos para sermos pequenas gostas...
Poeira do buraco negro demonstra dança da gravidade sendo sensatez de tantos mundos multiculturais...
O mundo precisa viver lúcido dentro da alienação política...
Pois homens sem consciência e escrúpulos fazem de tudo pelo poder.
Buscam a riqueza a custa dos outros...
Povo é o poder público mais dominado pelas correntes de deepfakes e fakes news...
Abrimos o aprimorando sentido a verdade é para poucos... poucos são escolhidos... mas as pessoas que vivem alienados estão condenados...
Temos o impensável do nepotismo declarado a todos, as asas do despertar de um novo momento irônico da mornaquia digital temos novas crônicas na descoberta da corrupção do bom moço.
As tensões estão ligadas a narrativa do relativismo do imperialismo mundial...
As graves indagações da direita tras a tona, o escravagismo mental, tudo que transmito e assimilado e absorvido como consumidores da única verdade existente.
Assim obtemos mais história nas páginas da história.
O pais sangrou até 2022 mesmo assim as grades da ignorância do dia 8 de janeiro. Sera que não foi o baste 700 mil pessoas ceifadas pela omissão e a negligência... a história continuar sendo sagaz e irônica enquanto as pessoas dorme na alienação intelectual e social.
O ar parece tão belo quando o respiramos ,
temos sensação de alívio,
Aos poucos ousamos puxar na imensidão um toque angelical, suspenso na imersão de nossas vidas.
Somos servos de uma paixão...
Numa cascata de emoções,
somos o espírito compadece com tempo...
E espairece num estante que tudo parece ser o último suspiro...
Somos servos de uma condição que nos tornamos limitados pelo curto tempo da existência humana.
Nossos sentimentos pairam para eternidade...
Cada reflexão é simplicidade um pingo no oceano de lembranças e alegrias...
Para os quais enfrenta desafios foram feitos eternos em nossos corações.
Calida alma rebelde floresce.
Sempre haverá um pássaro que voa.
No relento de nossas vidas
Somos a madrugada serena...
No céu tudo tem a liberdade...
E percebemos que a terra ainda azul água do mar parece verde,
Ventos uivando palavras jogadas na imensidão...
Relatos de um amor perfeito e iluminado por toda vida da terra...
Então a chuva aparece com lágrimas de uma paixão surge em labaredas de fogo no trovão. Um grito que silencia nossos olhos mortos pelo ardor do luar.
