Coleção pessoal de ATeodoro72

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Talvez eu nunca consiga ser o irmão que os meus merecem, mas fui agraciado com os melhores. Minha eterna gratidão, Pai!

⁠Nos bons e velhos tempos em que muitos Moleques queriam ser Homens, não havia tantos homens fazendo papel de moleques.

É muito mais fácil usar o nome de Deus para se esconder, aparecer e se promover do que se comportar como verdadeiro filho d'Ele.

Interromper a retroalimentação dos vieses de confirmação — num barco a naufragar — é capricho ou covardia disfarçada de lucidez.

A vida é um amontoado de despedidas, onde ninguém sabe qual é a derradeira.


A vida, em essência, é uma sucessão de chegadas e partidas.


Um amontoado de despedidas silenciosas que se acumulam, quase sempre sem aviso.


Nunca sabemos qual abraço será o último, qual conversa não se repetirá, nem qual olhar se prenderá eternamente na memória.


Talvez seja justamente essa incerteza que valorize o instante — a consciência de que ele é frágil, transitório, irrepetível.


Por isso, a vida nos convida a viver cada encontro com reverência, cada presença com gratidão e cada despedida com a delicadeza de quem entende que até a separação faz parte do milagre de existir.


No fim, não é a derradeira despedida que mais importa, mas sim a intensidade dos encontros que a antecedem.

Se for preciso, Deus usará até os pequeninos para alcançar e amolecer os corações dos que se acham grandes.


O Eterno Pai sempre surpreende!


Ele escolhe o improvável, o frágil, o pequeno — justamente para lembrar aos “grandes” que nada é pelo poder humano, mas pela graça d’Ele.


Deus não mede a grandeza da alma pela régua do mundo.


Aqueles que se consideram fortes, imbatíveis, muitas vezes se tornam cascas grossas, insensíveis…


Mas o Senhor, em sua infinita sabedoria, usa justamente os pequeninos — aqueles de coração simples, de gestos discretos, de fé sincera — para tocar e amolecer os corações empedernidos.


Assim, Ele nos mostra que a verdadeira força não está na imponência, mas na humildade; não está nos berros, mas nos sussurros; não está na ostentação, mas no amor silencioso que transforma vidas.

⁠Que Alguma Coisa te Fortaleça — que Coisa Alguma te Derrube! Amém!

Se está ruim para você, imagina para o Galão que nem água para o banho pega mais.

Os que acreditam que a felicidade mora apenas nas grandes conquistas, certamente nunca deram carona à Liberdade.

O diabo é um gênio: arregimentou as almas “inocentes” para salvar o país, e nunca mais parou de tentar vendê-lo para se salvar.

São raros os casamentos, tão leves e memoráveis, quanto aos das estradas descobertas com o café recém-passado noutra cidade.

Que os bons ventos de agosto nos tenham tornado merecedores — e sensíveis o bastante — para acolher as flores e toda sorte de cores que o setembro há de nos reservar! Amém!

⁠Não tive nada a ver com o 11 de setembro… Só carrego a Culpa, a Gratidão e a Graça de ter nascido num dia bom, com a doce certeza de que até em dias sombrios Deus acende luzes.

Talvez não haja golpe mais cruel que confiar a alma ao diabo para “salvar” o país e vê-lo tentando vendê-lo para se salvar.

Que os bons ventos de agosto nos tornem sensíveis o bastante, para merecermos as flores, com toda sorte de cores de setembro!
Amém!

Nunca houve bomba tão Sutil, tão Medonha e tão Devastadora quanto a Polarização que explodiu no Brasil.

Sem o avanço exponencial do fanatismo velado, talvez a instrumentalização religiosa não tivesse tanto palco nem tanta plateia.

Bastou o encardido descobrir a obsessão dos políticos pelas narrativas, para entupi-los de versículos bíblicos em prol da Instrumentalização religiosa.

Talvez o maior risco da Preguiça de Pensar seja nos apaixonarmos pelos que fingem fazê-lo.

Que a nossa criança interior não pode morrer, é um fato — que ela não pode matar a criança dos outros — é outro.